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domingo, 28 de fevereiro de 2010

MATRIMÔNIO, ORDEM E UNÇÃO DOS ENFERMOS

MATRIMÔNIO, ORDEM E UNÇÃO DOS ENFERMOS


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Matrimônio e Ordem são os Sacramentos do serviço. Existem muitas formas de servir a Deus, duas delas são abençoadas com sacramentos. Os que optarem por uma vida a dois são abençoados com o matrimônio, os que preferirem dedicar-se inteiramente a Deus recebem o sacramento da ordem. E ainda existem aqueles que não são vocacionados nem para o casamento nem para a vida religiosa, estes podem viver uma vida santa como cristãos solteiros.

Sacramento do Matrimônio

Há muitas pessoas que encaram o casamento religioso como simples ato social. Sua atenção se volta para as vestimentas luxuosas, fazem questão de casar em igreja ou santuários, que dizem pertencer a uma sociedade de elite, enfim, seu objetivo é a ostentação, fazendo do lugar sagrado, que é o altar, um verdadeiro palco de seus caprichos.
Os que fazem do Matrimônio um ato social estão desrespeitando o Sacramento e a Igreja, desagradando a Deus, pois o casamento religioso é uma verdadeira celebração de fé e amor.

O que é o Matrimônio?

O Matrimônio é o encontro de dois seres que desejam formar um novo lar. É um encontro repleto de futuro. É a continuação da vida presente em dois seres que se amam.
É Deus quem abençoa e faz nascer o amor do casal. Com o Matrimônio, Cristo abençoa e santifica esse amor.
O casal humano reflete a imagem de Deus. Não isoladamente, mas homem e mulher unidos no Matrimônio. Na criação do filho, exprimem o ser de Deus que é a Trindade porque é amor.
O Matrimônio é um compromisso (pacto, aliança, contrato) entre o homem e a mulher, que os une por toda a vida com um único destino, ordenado para o bem de ambos e para a criação e educação dos filhos.

Celebração Matrimonial

Pode realizar-se na Missa ou fora dela.
Quem administra o Sacramento são os nubentes. O padre (ou o diácono) abençoa, em nome de Deus, as promessas e o juramento que os noivos fizeram. É o único sacramento em que o padre é testemunha pela Igreja e não o ministro.
As alianças dos nubentes significam a aliança de amor e fidelidade para com a pessoa amada, para com Deus e o testemunho de amor e fidelidade diante da comunidade cristã.
Como os demais sacramentos, o matrimônio também exige que se faça uma boa preparação, pois há um comprometimento séria em toda a vida de um casal. Para que o casamento perdure e seja atingida a felicidade e uma digna vida familiar.

"No mais íntimo de seu mistério, Deus não é uma solidão, mas uma família"
(João Paulo II)


Sacramento da Ordem

Ordem é o sacramento pelo qual o homem vocacionado por Deus é consagrado para ser continuador e ministro de Cristo, isto quer dizer, ser representante aqui na Terra.
O padre, entretanto, muitas vezes é alvo de opiniões injustas e críticas severas, sendo acusado como alguém que está fora da realidade ou então como pessoa infiel aos seus propósitos.
O sacerdote, embora sendo um homem como todos os outros, existe nele uma dimensão especial, pois foi escolhido por Cristo para que sua ação salvadora pudesse chegar até nós. Jesus confia a ele seus planos e projetos.
O ministério sacerdotal - a sagrada ordem - é uma vocação para ser o sinal de Cristo que serve. Existe em função do serviço da comunidade dos fiéis. E o padre? Jesus escolheu discípulos com uma missão especial: continuar aqui na Terra a missão especial de Jesus. Que missão? Anunciar o Evangelho, guiar o povo de Deus e presidir o culto. Quem recebe esta missão são os bispos e os padres.
Há, no Sacramento da Ordem, três graus:
- Diaconato: que pode ser permanente (casado) ou uma etapa para o sacerdócio(são aqueles chamados "Diáconos Permanentes").
- Presbiterato: são os padres, aqueles que coordenam comunidades.
- Episcopado: são os bispos, os que presidem dioceses.

Não é qualquer um que pode ser um sacerdote, ou seja, o sacerdócio é a mais sublime vocação. Somente aquele que é chamado pode exercê-la. Existem alguns critérios importantes para exercer a vocação:

- ser batizado;
- ser homem de oração e muita fé;
- observar e praticar os conselhos evangélicos;
- ter espírito de renúncia;
- ter nível intelectual, que permita o bom desempenho na missão;
- ser acolhedor;
- amar e servir a Igreja.

Os critérios acima estão fundamentados na Palavra de Deus: "sê modelo para os fiéis nas palavras, no procedimento, na caridade, na fé, na castidade" (cf. 1Tm 4,12).

Celebração Sacramental

Realiza-se na missa, logo após a proclamação do Evangelho.
- Apresentação do futuro sacerdote ao Bispo (aquele que é o ministro do sacramento).
- Homilia
- Diálogo: o Bispo dialoga com o candidato sobre a vocação e a missão que ele irá assumir.
- Prostração: gesto de humildade. O sacerdote é frágil como todo ser humano. É Cristo quem o torna forte.
- Ladainha de Todos os Santos: a Igreja reza pelo ordenado, que se prostra, enquanto toda a comunidade canta a Ladainha de Todos os Santos.
- Imposição das Mãos e oração consecratória: é a transmissão do Espírito Santo, do poder sacerdotal. Sinal de bênção.
- Vestimentas sacerdotais e unção das mãos com o óleo do Crisma.
- Entrega ao neo-sacerdote da patena com o pão e do cálice com o vinho, objetos de sua principal atividade.

Logo, o Sacramento da Ordem, é um Sacramento de Serviço, pelo qual o vocacionado se entrega totalmente na missão de evangelizar e coordenar uma comunidade em nome do Sumo-Sacerdote, Jesus Cristo.


JULGAR

Veja alguns exemplos do que Deus tem para nos dizer sobre os Sacramentos do Matrimônio e da Ordem nas sagradas escrituras.

Leituras Bíblicas - Matrimônio

Gn 2,18-24: O casamento é a fusão íntima de dois seres
Ct 2,10,14-16; 8, 6-7: O amor traz felicidade e ajuda a vencer todas as barreiras.
1Cor 6,12-20: Homem e mulher vivem para o Senhor.
1Cor 13,1-8: As qualidades do amor.
Mt 19,3-9: O casal é um mistério de Deus-Amor.
Mt 7,24-27: A casa do amor deve ser sólida.

Leituras Bíblicas - Ordem

1Cor 12,12-31: A vocação pastoral pertence a uma comunidade, um corpo.


AGIR

Cada um tem sua vocação. Você já pensou na sua?
Apesar de todos concordarem com a carência de religiosos, quando aparece alguém com vocação religiosa em nosso meio, a sociedade é a primeira a reprimir. Se alguém próximo de você manifestar a vocação para a vida religiosa qual será a sua posição? E se o vocacionado for você, a vocação será reprimida ou você vai se deixar levar pelo chamado de Deus?


UNÇÃO DOS ENFERMOS

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Nos seus esforços misericordiosos por levar-nos para o céu e unir-se a Ele, Deus chega até os últimos limites. Jesus deu-nos o sacramento do Batismo, como qual nos limpa do pecado original e de todos os pecados cometidos antes do Batismo. Conhecendo a nossa fraqueza, deu-nos também o sacramento da Penitência, pelo qual se perdoam os pecados cometidos depois do batismo. Como se o impacientasse ver uma alma demorar-se um só instante a entrar no céu, Jesus deu à sua Igreja o poder de remir a pena temporal devida pelo pecado, mediante a concessão de indulgências. Finalmente, como que para ter toda a certeza de que ninguém perderá o céu ou sofrerá no purgatório, a não ser por culpa própria, Jesus instituiu o sacramento da Extrema-Unção ou Unção dos Enfermos. Podemos defini-la como um sacramento instituído para alívio espiritual e mesmo temporal dos fiéis que correm risco de morte por doença ou velhice.
“Pela santa Unção dos Enfermos e pela oração dos presbíteros, toda a Igreja encomenda os doentes ao Senhor, sofredor e glorificado, para que os alivie e os salve; mais ainda, exorta-os a que, associando-se livremente à Paixão e Morte de Cristo, concorram para o bem do povo de Deus ( LG 11 )” ( n. 1499 ).

a) Citações Bíblicas

 Evangelho Marcos 6, 12-13
 Epístula de São Tiago 5, 14-15

b) Matéria do Sacramento

O óleo que se usa na administração deste sacramento é chamado óleo dos enfermos. É um dos três óleos que o bispo da diocese abençoa na sua catedral na manhã de Quinta-feira Santa; os outros dois são o Santo Crisma e o óleo dos catecúmenos, que é utilizado no Batismo. Os santos óleos são de azeite puro de oliveira – ou de outro óleo extraído de plantas –, bento pelo bispo, sem adição nenhuma. É matéria muito adequada para manifestar parte do sinal externo do sacramento, se considerarmos os efeitos medicinais e fortalecedores que são atribuídos ao óleo. Em casos urgentes, o óleo pode ser bento pelo próprio sacerdote ao realizar o rito da Unção dos Enfermos.

c) Administração do Sacramento

Na administração do sacramento da Unção dos Enfermos, há certas leituras e orações – anteriores e subseqüentes –, que o sacerdote diz quando há tempo suficiente. Mas a essência do sacramento está na própria unção e na breve oração que a acompanha. Ao administrar este sacramento, o sacerdote unge com o óleo a fronte e as mãos do enfermo. Em caso de necessidade, basta que realize uma única unção na fronte ou, segundo as condições do doente, na parte mais apropriada do corpo.
Enquanto faz as unções, recita a seguinte oração: “Por esta santa unção e por sua piíssima misericórdia, o Senhor venha em teu auxílio com a graça do Espírito Santo, para que, liberto dos teus pecados, Ele te salve e, na sua bondade, alivie os teus sofrimentos”.

JULGAR

Qualquer católico que tenha atingido o uso da razão pode e deve receber o sacramento da Unção dos Enfermos quando estiver em perigo de morte por doença, acidente ou velhice. Este sacramento pode ser repetido se o doente convalescer após ter recebido a Unção, ou também se, perdurando a mesma doença, vier a encontrar-se em situação mais grave. Também pode ser administrado antes de uma operação cirúrgica, se a causa da intervenção for uma doença grave. Como o fim deste sacramento é confortar a alma nas suas angústias, eliminar os efeitos do pecado e proteger-nos contra os seus assaltos, é evidente que este sacramento só pode ser conferido às crianças sempre que tenham atingido tal uso de razão que possam encontrar conforto nele. Pode ser dada a Unção aos doentes privados dos sentidos ou do uso da razão, desde que haja base para pensar que provavelmente a pediriam se estivessem no pleno gozo das suas faculdades.

AGIR
Um princípio basilar que a família, os amigos ou qualquer pessoa responsável por um enfermo deveriam seguir é chamar o sacerdote a tempo. A tempo quer dizer com a antecedência suficiente para que a Unção dos Enfermos produza no paciente todos os seus efeitos, tanto espirituais como físicos. A que é que isso leva? Uma regra geral é que, se uma pessoa se encontra doente a ponto de precisar de um médico, deve também estar doente a ponto de ser necessário avisar o pároco, pois normalmente não se chama o médico por qualquer doença sem importância.

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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