12ª
Semana do Tempo Comum - 4ª Semana do Saltério
Solenidade:
Sagrado Coração de Jesus
Prefácio
próprio - Ofício da Solenidade
Cor:
Branco - Ano Litúrgico “A” - São Mateus
BRANCO: Simboliza
a alegria cristã e o Cristo vivo. Usada nas missas de Natal, Páscoa,
etc... Nas grandes solenidades, pode ser substituída pelo amarelo
ou, mais especificamente, o dourado.
Antífona: Salmo
32,11.19 - Eis os pensamentos do seu coração, que permanecem ao
longo das gerações: libertar da morte todos os homens e
conservar-lhes a vida em tempo de penúria
Oração
do Dia: Concedei, ó Deus todo-poderoso, que, alegrando-nos pela
solenidade do Coração do vosso Filho, meditemos as maravilhas de
seu amor e possamos receber, desta fonte de vida, uma torrente de
graças. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do
Espírito Santo. Amém!
Primeira
Leitura: Dt 7,6-11 O Senhor vos amou e escolheu.
Moisés
falou ao povo, dizendo: Tu és um povo consagrado ao Senhor teu Deus.
O Senhor teu Deus te escolheu dentre todos os povos da terra, para
seres o seu povo preferido. O Senhor se afeiçoou a vós e vos
escolheu, não por serdes mais numerosos que os outros povos - na
verdade sois o menor de todos - mas, sim, porque o Senhor vos amou e
quis cumprir o juramento que fez a vossos pais. Foi por isso que o
Senhor vos fez sair com mão poderosa, e vos resgatou da casa da
escravidão, das mãos do Faraó, rei do Egito.
Saberás,
pois, que o Senhor teu Deus é o único Deus, um Deus fiel, que
guarda a aliança e a misericórdia até mil gerações, para aqueles
que o amam e observam seus mandamentos; mas castiga diretamente
aquele que o odeia, fazendo-o perecer; e não o deixa esperar: mas
dá-lhe imediatamente o castigo merecido. Guarda, pois, os
mandamentos, as leis e os decretos que hoje te prescrevo, pondo-os em
prática. - Palavra do Senhor.
Salmo: 102,1-2.3-4.6-7.8
10 (R. 17) O amor do Senhor Deus por quem o teme, é de sempre e
perdura para sempre.
Bendize,
ó minha alma, ao Senhor, e todo o meu ser, seu santo
nome! Bendize, ó minha alma, ao Senhor, não te esqueças
de nenhum de seus favores!
Pois
ele te perdoa toda culpa, e cura toda a tua enfermidade; da
sepultura ele salva a tua vida e te cerca de carinho e
compaixão.
O
Senhor realiza obras de justiça e garante o direito aos
oprimidos; revelou os seus caminhos a Moisés, e aos filhos
de Israel, seus grandes feitos.
O
Senhor é indulgente, é favorável, é paciente, é bondoso e
compassivo. Não nos trata como exigem nossas faltas, nem
nos pune em proporção às nossas culpas.
Segunda
Leitura: 1Jo 4,7-16 Foi Deus quem nos amou primeiro
Caríssimos,
amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus e todo aquele que
ama nasceu de Deus e conhece Deus. Quem não ama, não chegou a
conhecer Deus, pois Deus é amor. Foi assim que o amor de Deus se
manifestou entre nós: Deus enviou o seu Filho único ao mundo, para
que tenhamos vida por meio dele. Nisto consiste o amor: não fomos
nós que amamos a Deus, mas foi ele que nos amou e enviou o seu Filho
como vítima de reparação pelos nossos pecados.
Caríssimos,
se Deus nos amou assim, nós também devemos amar-nos uns aos outros.
Ninguém jamais viu a Deus. Se nos amamos uns aos outros, Deus
permanece conosco e seu amor é plenamente realizado entre nós. A
prova de que permanecemos com ele, e ele conosco, é que ele nos deu
o seu Espírito. E nós vimos, e damos testemunho, que o Pai enviou o
seu Filho como Salvador do mundo.
Todo
aquele que proclama que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece com
ele, e ele com Deus. E nós conhecemos o amor que Deus tem para
conosco, e acreditamos nele. Deus é amor: quem permanece no amor,
permanece com Deus, e Deus permanece com ele. - Palavra do
Senhor.
Evangelho:
Mt 11,25-30 Eu sou manso e humilde de coração
Naquele
tempo, Jesus pôs-se a dizer: Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e
da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e
as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, porque assim foi do teu
agrado. Tudo me foi entregue por meu Pai, e ninguém conhece o Filho,
senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a
quem o Filho o quiser revelar.
Vinde
a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos
vossos fardos, e eu vos darei descanso. Tomai sobre vós o meu jugo e
aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e vós
encontrareis descanso. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é
leve. - Palavra da Salvação.
Comentando
o Evangelho (Padre Jaldemir Vitório / Jesuíta):
Ao
se apresentar como modelo para os seus discípulos: “Aprendam de
mim!”, Jesus frisou duas posturas pelas quais pautava a sua vida: a
mansidão e a humildade. Elas são o reflexo das bem-aventuranças,
as quais sempre buscou praticar.
A
mansidão de Jesus expressou-se no trato paciente com os pobres e
pequeninos, na acolhida dispensada aos marginalizados, na atitude
benévola em relação aos pecadores, na valorização de quem era
desprezado, no respeito pelos estrangeiros. Nada, em seu
comportamento, denotava arrogância, superioridade. Aliás, seus
adversários, chocados com seu modo fraterno e próximo de estar com
as pessoas, taxavam-no de “comilão, beberrão, amigos dos
pecadores e das pessoas de má fama”.
A
opção de Jesus pela mansidão não o impedia de ser severo, quando
se fazia necessário. Seus adversários, sempre cheios de malícia e
de segundas intenções, experimentaram a dureza de suas palavras e a
intransigência de suas posturas.
A
humildade de Jesus manifestou-se especialmente em sua relação com o
Pai. Jamais teve a pretensão de ocupar uma posição que não lhe
pertencia. Antes, tinha consciência de ser o enviado do Pai, e de
estar a serviço dele. Tudo quanto fazia tinha o objetivo de
reconciliar as pessoas com o Pai, cuja vontade era o imperativo de
sua ação. Por isso, ao concluir seu ministério, Jesus pode
afirmar: “Tudo está consumado!”, isto é, fiz tudo o que o Pai
me incumbiu de fazer. A humildade levou-o à cruz!
INTENÇÕES
PARA O MÊS DE JUNHO:
Intenção
Universal: Apoio aos desempregados - Para que os
desempregados consigam o apoio e o trabalho de que necessitam para
viver com dignidade.
Intenção
para a Evangelização: Raízes
cristãs da Europa - Para
que a Europa reencontre as suas raízes cristãs através do
testemunho de fé dos crentes.
TEMPO
LITÚRGICO:
Tempo
Comum: O Tempo Comum começa no dia seguinte à Celebração
da Festa do Batismo do Senhor e se estende até a terça-feira antes
da Quaresma. Recomeça na segunda-feira depois do domingo de
Pentecostes e termina antes das Primeiras Vésperas do 1º Domingo do
Advento NALC 44.
Cor
Litúrgica: VERDE - Simboliza a esperança que todo
cristão deve professar. Usada nas missas do Tempo Comum.
CATÓLICOS
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Fique
com Deus e sob a proteção da Sagrada Família
Ricardo
Feitosa e Marta Lúcia
Crendo
e ensinando o que crê e ensina a Santa Igreja Católica
Fonte:
CNBB / Missal Cotidiano