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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

O amor e a ternura do pai na família

Dom José Gislon, OFMCap

O amor e a ternura do pai na família

Dom José Gislon
Bispo Diocesano de Erexim (RS)

Estimados Diocesanos! No segundo domingo do mês de agosto, mês vocacional, recordamos e festejamos o dia dos pais, com o início da semana nacional da família. Mesmo diante dos ventos de mudança que sopram na sociedade, com o objetivo de abolir ou minimizar a importância da família, não podemos esquecer que a família envolve de modo profundo a realidade pessoal, social e histórica de toda pessoa.

Em nossa sociedade, a realidade familiar também passou e continua passando por um processo de mudanças que muitas vezes vai na onda do momento, onde pode faltar o amor doação, que é capaz de fazer renúncias pessoais pelo bem comum da família constituída. O Concílio Vaticano II diz em um dos seus documentos: “O bem-estar da pessoa e da sociedade humana e cristã está intimamente ligado a uma favorável situação da comunidade conjugal e familiar” (GS, n° 47).
As mudanças ocorridas na sociedade provocaram transformações também no papel do pai na realidade familiar. Passamos de um contexto em que a família dependia fortemente da autoridade do pai, em que a mãe e os filhos eram praticamente submissos à autoridade paterna, a uma paternidade menos autoritária e mais amorosa. Nesta nova realidade social, a autoridade do pai é marcada pelo respeito, pelo diálogo e pelo amor que valoriza cada pessoa e reforça os vínculos do núcleo familiar.
Mas dentre todas as mudanças que marcaram a figura do pai na família, creio que a mais marcante foi a de romper a barreira dos pais terem o direito de expressarem amor e ternura em relação aos filhos. Ser um pai amoroso não é sinal de fraqueza ou ausência de autoridade, mas é expressão do amor divino, daquele amor revelado por Deus Pai ao seu Filho Jesus e manifestado em várias passagens da Bíblia, a começar pelo batismo “Este é o meu Filho muito amado no qual pus todo o meu agrado” (Mt 3,17).
Quanto mais os pais demonstrarem amor, ternura e respeito às pessoas da família que constituíram, mais respeitados serão por aquilo que são, pais. Que Deus Pai, com amor e ternura, abençoe hoje e sempre os nossos pais.
Tende todos um bom domingo.

http://www.cnbb.org.br/artigos-dos-bispos-1/-2/17063-o-amor-e-a-ternura-do-pai-na-familia

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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