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sexta-feira, 6 de maio de 2016

Milhares de peregrinos acompanham audiência geral na Praça de São Pedro

Papa Francisco tem falado de ações práticas no contexto do Ano da Misericórdia
“A ação de Deus é ir sempre em busca dos filhos perdidos e, em seguida, fazer festa e se alegrar com eles por tê-los encontrado. É um desejo ardente: nem mesmo noventa e nove ovelhas podem parar o pastor e mantê-lo fechado no redil”, meditou o papa Francisco na catequese da quarta-feira, 4 de maio. A praça de São Pedro, no Vaticano, acolheu milhares de peregrinos que participaram do encontro semanal com o papa.

A passagem bíblica do Evangelho de Lucas, sobre a ovelha perdida, motivou a reflexão. “Devemos refletir muitas vezes sobre esta parábola, porque na comunidade cristã há sempre alguém que está faltando, que se foi, deixando o lugar vazio. Às vezes isso é difícil e nos leva a crer que é uma perda inevitável, uma doença incurável. E então corremos o perigo de nos fecharmos em um redil, onde haverá não o cheiro das ovelhas, mas cheiro de mofo!”, disse Francisco.

Confira a íntegra da catequese:


Catequese do Papa Francisco
4 de maio de 2015
A ovelha perdida (Lc 15,1-7)

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

Todos nós conhecemos a imagem do Bom Pastor que leva nos ombros a ovelha perdida. Este ícone sempre representou a preocupação de Jesus para com os pecadores e a misericórdia de Deus que não quer perder ninguém. A parábola é contada por Jesus para fazer as pessoas entenderem que sua proximidade com os pecadores não deve escandalizar, mas provocar em todos uma séria reflexão sobre a forma como vivemos a nossa fé. A história tem, de um lado, os pecadores que se aproximam de Jesus para ouvi-lo e, de outro, os doutores da lei, os escribas que se desviam Dele por causa de seu comportamento. Eles desviam porque Jesus se aproximou dos pecadores. Estes eram orgulhosos, soberbos, se achavam justos.

Nossa parábola se desenrola em torno de três personagens: o pastor, a ovelha perdida e o resto do rebanho. Mas quem age é só o pastor, não as ovelhas. O pastor, então, é o único protagonista e tudo depende dele. Uma pergunta introduz a parábola: “Qual de vós, tendo cem ovelhas e perdendo uma, não deixa as noventa e nove no deserto e vai em busca da que se perdeu, até encontrá-la?” (V. 4). É um paradoxo que leva a duvidar da ação do pastor: é aconselhável deixar noventa e nova por causa de uma ovelha? E não seria no aprisco das ovelhas, mas no deserto.

Segundo a tradição bíblica, o deserto é um lugar de morte, onde é difícil encontrar comida e água, sem abrigo e à mercê das feras e ladrões. O que podem fazer noventa e nove ovelhas indefesas? O paradoxo continua, no entanto, dizendo que o pastor, quando encontra a ovelha”, coloca-a em seus ombros, vai para casa, convoca os amigos e vizinhos e lhes diz: Alegrai-vos comigo” (v. 6).

Parece, portanto, que o pastor não volta para o deserto para recuperar todo o rebanho! Esforçando-se para encontrar aquela ovelha parece esquecer as outras noventa e nove. Mas, na realidade não é assim. O ensinamento que Jesus quer nos dar é que nenhuma ovelha pode ser perdida. O Senhor não pode resignar-se ao fato de que mesmo uma pessoa possa se perder.

A ação de Deus é ir sempre em busca dos filhos perdidos e, em seguida, fazer festa e se alegrar com eles por tê-los encontrado. É um desejo ardente: nem mesmo noventa e nove ovelhas podem parar o pastor e mantê-lo fechado no redil. Ele pode raciocinar assim: “Eu faço o orçamento: noventa e nove, eu perdi uma, então não é uma grande perda”. Mas ele vai à procura daquela, porque cada uma é muito importante para ele e aquela é a mais necessitada, a mais abandonada, o mais rejeitada; e ele vai procurá-la.

Somos aconselhados: a misericórdia para com os pecadores é o estilo com o qual Deus age e que a misericórdia e Ele é absolutamente fiel. Ninguém e nada pode distraí-lo de sua vontade salvífica. Deus não conhece a nossa cultura atual do descarte, Deus não está envolvido nisso. Deus não descarta ninguém; Deus ama a todos, busca a todos: um por um! Ele não conhece essa palavra: “descartar as pessoas”, porque é todo amor e misericórdia.
O rebanho do Senhor está sempre a caminho: ele não possui o Senhor. Não podemos nos iludir que iremos aprisioná-lo em nossos planos e estratégias. O pastor será encontrado onde está a ovelha perdida. O Senhor, então, deve ser procurado onde Ele quer nos encontrar, não onde pretendemos encontrá-lo!

De nenhum outro modo você pode recobrar o rebanho senão seguindo o caminho traçado pela misericórdia do pastor. Enquanto procura a ovelha perdida, ele faz com que as noventa e nove participem da reunificação do rebanho. Então não só a ovelha carregada no ombro, mas todo o rebanho vai seguir o pastor à sua casa para comemorar com os “amigos e vizinhos.”

Devemos refletir muitas vezes nesta parábola, porque na comunidade cristã há sempre alguém que está faltando, que se foi, deixando o lugar vazio. Às vezes isso é difícil e nos leva a crer que é uma perda inevitável, uma doença incurável. E então corremos o perigo de nos fecharmos em um redil, onde haverá não o cheiro das ovelhas, mas cheiro de mofo!

E os cristãos? Nós não devemos ser fechados, porque vamos ter o cheiro de coisas fechadas. Nunca! Você tem que sair e não se fechar em si mesmos, em pequenas comunidades, nas paróquias, considerando-se “os justos”. Isso acontece quando falta o impulso missionário que nos leva ao encontro dos outros.

Na visão de Jesus não existem, definitivamente, ovelhas perdidas, mas ovelhas que serão encontradas. Isso devemos compreender bem: para Deus ninguém está perdido para sempre. Nunca! Até o último momento, Deus nos procura. Lembre do bom ladrão; mas apenas na visão de Jesus ninguém está perdido para sempre. A perspectiva, portanto, é dinâmica, aberta, estimulante e criativa.

Ele exorta-nos a sair em busca de um caminho de fraternidade. Nenhuma distância pode manter o pastor longe; e nenhum rebanho pode desistir de um irmão. Encontrar aquele que estava perdido é a alegria do pastor e de Deus, mas também a alegria de todo o rebanho! Somos todos ovelhas encontradas e recolhidas pela misericórdia do Senhor, chamados a reunir juntamente com Ele todo o rebanho!

CNBB com informações da Rádio Vaticano.

http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=18684:milhares-de-peregrinos-acompanham-audiencia-geral-na-praca-de-sao-pedro&catid=147:internacional&Itemid=185

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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