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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Aborto: Brasil ferido em tempo de Natal

Dom Gil Antônio Moreira
Arcebispo Metropolitano de Juiz de Fora (MG)


 Estamos no tempo do Advento, preparando-nos para celebrar o nascimento do Salvador. No Natal, aqueles que creem se inclinam, com referência ante o recém-nascido na manjedoura de Belém. O povo brasileiro, em sua imensa maioria cristão e temente a Deus, celebra o maior evento da história da humanidade: o nascimento de Jesus de Nazaré, e contempla o presépio com ternura e respeito. 

Porém, ao lado desta abençoada experiência existencial, no corrente ano, estamos sendo surpreendidos por uma verdadeira traição dos que nos governam, quando assistimos à aprovação do aborto até o terceiro mês de gestação. Enquanto o país estava consternado com a tragédia da queda de avião que matou jogadores e outras pessoas, o STF aprovou a legalização do assassinato de inocentes. Somos obrigados a conviver com movimentos que agridem a vida e a dignidade da pessoa humana. O aborto não é outra coisa senão infanticídio. É inacreditável que em pleno século XXI, com tanto progresso tecnológico e científico, haja um regresso em questão de humanidade.
Não tenhamos dúvida: se hoje aprovam abortamento até o terceiro mês, os cultores da morte não se contentarão com isto. Em breve se sentirão fortes para aprovar o aborto em qualquer circunstância até o nono mês. É mais que trágico!
A argumentação a favor deste ato insano é totalmente falha e marcada por uma fragilidade inacreditável. Defendendo o pretenso direito incondicional da mulher sobre o seu corpo, sem levar em consideração o direito da criança sobre o dela, não apresentam outro motivo para a proposição senão o fato de haver muitos abortos clandestinos e mortes de mães provenientes deste procedimento ilegal. Mas matar é sempre ilegal. A única exceção seria a legítima defesa que nada tem a ver com o caso em questão. Matar um ser humano e, sobretudo uma criança indefesa, é um crime horrendo. 
A afirmação ilusória de que legalizando se diminuirá o número de abortos é na verdade enganadora, pois nos países em que o aborto foi legalizado, o número de abortamentos aumentou escandalosamente. No mais, é muito curioso que para combater um mal, se busque a insana ilusão de legalizar o mal. É como se quiséssemos legalizar o roubo para acabar com o roubo, legalizar a violência para acabar com a violência, legalizar a prostituição para acabar com a prostituição. Isto é, no mínimo, total ausência de racionalidade. O aborto é sempre um crime. A criança que está no seio materno é, desde a concepção, um ser humano de direitos e que merece mais proteção da lei que outros porque não pode ainda se defender por si mesma. O embriologista Lewis Wolpert é de opinião que o momento da concepção é o mais importante de nossa existência, até mais importante do que o nascimento, o casamento ou a morte.  A doutora Alice Teixeira Ferreira, médica, coordenadora do Núcleo Interdisciplinar de Bioética da UNIFESP, afirma que ser a favor da descriminalização do aborto equivale a ser conivente com o assassinato de embriões e fetos que já são vidas humanas. A mesma cientista denuncia que, para aprovar esta lei, recursos sórdidos estão sendo usados, como estatísticas enganosas e apelos propagandistas duvidosos.
A legalização do aborto, em suas variadas formulações de autores diferentes, faz parte de uma orquestração internacional de grupos de interesse. Muitos são os motivos (todos falhos) que levam a proposição de legalizar o aborto. Entre estes motivos, não se exclui nem mesmo o escandaloso e milionário comércio de embriões e de favorecimentos político-ideológico.
Preparando a celebração da noite santa do Natal, o que mais exige o momento histórico é agir concreta e conjuntamente para defender a vida e sua dignidade em nosso país.

http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=19917:aborto-brasil-ferido-em-tempo-de-natal&catid=336&Itemid=204

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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