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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

O Dia da Paz

Dom Gil Antônio Moreira
Arcebispo de Juiz de Fora


A imagem da paz, por contraditório que pareça, para mim, é o Cristo crucificado. Ali se prova que é preferível morrer perdoando que viver odiando. O ódio é o veneno que mata as relações entre Deus e a pessoa humana e as pessoas humanas entre si e tira a paz. 

O Menino que nasceu em Belém, que é apresentado a humanidade por sua Mãe, recebe na história de Israel vários títulos. É chamado de Messias, Salvador, Deus Forte, Imortal, Príncipe da Paz. O nome que lhe é dado, ao ser circuncidado ao completar oito dias de nascido, rito pelo qual passa a ser integrado efetiva e afetivamente ao povo da promissão, é Yê-schuá (Jesus) que significa “Deus Salva”. A salvação é a paz procurada por todos os corações, pois não há nada pior que viver em conflito, dominado pela violência contra os outros que afinal é violência contra si mesmo. Quem alimenta violência perece por ela! 
O dia 1º de Janeiro é Dia Mundial da Paz desde 1967, quando o Papa Paulo VI (1963-1978) o instituiu, crendo firmemente que a paz é possível entre os povos, que os conflitos podiam cessar um dia, que jamais a raça humana apele para a guerra. 
Ele havia sofrido na pele os horrores da segunda guerra mundial e seu pai havia padecido, com sua família, o tremendo desatino da primeira guerra. Em seu discurso à ONU, na primeira visita que um Papa fazia àquela instituição, ele afirmou: “nunca mais uns contra os outros, nunca, nunca mais!” Na ocasião, citava John Kennedy, um dos mais importantes Presidentes dos EUA, em toda a sua história nacional: “A humanidade deve pôr fim à guerra, ou a guerra porá fim à humanidade”.  E por fim, proclama: “A paz, a paz deve guiar o destino dos povos e da humanidade toda! Se quereis ser irmãos, deixai cair as armas de vossas mãos; não se pode amar com armas ofensivas em punho” (Paulo VI, Discurso na ONU, 4-10.1965, citado in Missal da Assembleia Cristã – Paulus, 1995).
A paz está ligada intimamente ao senso do perdão. Por isso, o Senhor, no alto da cruz, consegue transformar aqueles momentos de tormento em uma lição extraordinária de amor, jamais vista na história da humanidade. Eis a novidade do cristianismo: crer na força do amor para se atingir a paz. O rancor, a vingança, a maledicência levam facilmente à mentira, à inversão de valores capazes de, injustamente destruir uma pessoa. Dos pequenos conflitos é que surgem as grandes guerras. Tudo começa com intrigas não resolvidas, com posições endurecidas, com incapacidade de ceder opiniões em vista de um bem maior. A incapacidade de aceitar-se em situação de erro, de ser corrigido revela ausência de uma das principais virtudes construtoras da paz: a humildade. 
Ao contemplar o Cristo na cruz, ouvindo-o rezar “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”(Lc 23,34), encontro-me diante de um programa de vida que me impõe determinação, despreocupação comigo mesmo, visando apenas e tão somente a paz que deve reinar entre pessoas, grupos e toda a humanidade.
No primeiro dia do ano civil, oito dias depois do nascimento do Príncipe da Paz, a Igreja convida para lançar os olhos sobre o Menino de Belém, e ao mesmo tempo contemplar sua Mãe, tentando enxergar nesta cena, os meandros do mistério da Salvação. Deus, usando de máxima humildade, envia seu Filho e este nasce de uma mulher, aquela prometida depois da queda dos primeiros pais, como narra o livro de Gênesis. A cena mística nos revela que tal mulher tem um lugar especialíssimo na história da Salvação. Ela é a Porta pela qual tudo acontece, para que salvos, os homens conquistem a paz nesta terra e na eternidade.
http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20093:o-dia-da-paz&catid=336&Itemid=204

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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