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sexta-feira, 24 de março de 2017

Águas benfazejas

Dom Genival Saraiva
Administrador Apostólico da Arquidiocese da Paraíba


O fenômeno da estiagem no Nordeste é secular e a solução para o problema da seca não foi encontrada, ao longo do tempo, por falta de decisão política e em razão da acomodação da própria sociedade. Ao tratar da necessidade de se dar a merecida atenção aos Biomas brasileiros, a Campanha da Fraternidade de 2017 tem este objetivo geral: “cuidar da criação, de modo especial dos biomas brasileiros, dons de Deus, e promover relações fraternas com a vida e a cultura dos povos, à luz do Evangelho”.

Os nordestinos, em particular, têm uma razão especial para uma leitura de dois deles: Caatinga e Mata Atlântica. A Caatinga está localizada em oito Estados do Nordeste e no Norte de Minas Gerais, enquanto a Mata Atlântica é parte do território nordestino. Em ambos, água, flora e fauna têm feições próprias. Um nordestino fala da seca com “conhecimento de causa” porque isso faz parte da história de sua Região e de sua vida pessoal. Todavia, ao lado do registro da memória pessoal, é necessário ver o retrato nordestino, particularmente, no tocante à seca, na ótica da relação entre causa e efeito, dado que, nesse campo, nada acontece por acaso.
Segundo estudos divulgados, a seca atual é “a pior dos últimos cem anos”. Consequência da seca, a falta d’água é a aflição maior da população e seu reflexo é imediato na agricultura e na pecuária. Por isso, a prolongada falta de chuva está relacionada com o registro negativo dos índices sociais e econômicos do Nordeste.
Parte dos Estados do Nordeste começa a ver solucionado o problema da falta de água para o consumo humano, animal e agrícola, com a chegada das águas transpostas do Rio São Francisco. A execução desse projeto encontrou muitas resistências na sociedade, haja vista o posicionamento de pessoas e grupos de outras Regiões e também do Nordeste, em decorrência de sua concepção ideológica, de sua militância política e de sua leitura técnica. O atraso na execução das obras decorreu da corrupção patrocinada por políticos e empresários, causando enormes prejuízos sociais e financeiros no Nordeste. Segmentos cristãos, católicos, muitos dos quais atuando nas Pastorais Sociais, adotaram uma posição visceralmente contrária à execução das obras de construção dos canais dos eixos leste e norte da transposição.
A maioria dos Bispos do Regional Nordeste 2 da CNBB (Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte) e do Nordeste 1 (Ceará), em sua missão pastoral, sempre foi favorável à execução das obras de engenharia para captação e transposição das águas do São Francisco, por conhecer, de perto, o sofrimento do povo. Por sinal, a leitura de Bispos nordestinos a respeito da seca e de suas consequências vem de longe, basta lembrar o “1º Encontro dos Bispos do Nordeste”, em Campina Grande (PB), em 1956. A construção do açude de Boqueirão, no interior da Paraíba, foi um dos frutos desse Encontro dos Bispos - obra autorizada pelo Presidente da República, Juscelino Kubitschek. Esse açude, hoje praticamente seco, abastecia cerca de um milhão de pessoas. Com as águas que estão pra chegar a ele, brevemente, termina o sofrimento de cerca de um milhão de pessoas.
Assim como “a água que escorria da soleira do Templo”, na visão do Profeta Ezequiel, as águas que chegam aos Estados nordestinos trazem alegria e esperança ao povo. “Por isso, em todo lugar por onde passar a torrente, os seres vivos que a povoam terão vida. Haverá abundância de peixes, pois aonde quer que essa água chegue, ela levará vida, de modo que haverá vida em todo lugar que a torrente atingir. (...) Nas margens da torrente, de um lado e do outro, haverá toda espécie de árvore com frutos comestíveis, cujas folhas e frutos não se esgotarão. Essas árvores produzirão novos frutos de mês em mês, porque a água da torrente provém do santuário. Por isso, os frutos servirão de alimento e as folhas de remédio” (Ez 47, 9-12). As águas que vêm do Rio São Francisco para muitas cidades e o interior dos Estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará são águas benfazejas.
http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20498:aguas-benfazejas&catid=334&Itemid=204

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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