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terça-feira, 14 de março de 2017

Sugestões de gestos concretos a partir da Campanha da Fraternidade

Dom Tomé Ferreira da Silva
Bispo de São José do Rio Preto (SP)

A Mata Atlântica é uma floresta tropical, com árvores de médio e grande porte; tinha uma área aproximada de 1.315.460 km², hoje restam 12,5% do que existia originalmente no território brasileiro; contém duas mil espécies de animais e vinte mil espécies de plantas. Ela propicia um clima tropical e subtropical úmido, com temperaturas médias entre quinze e vinte e um graus centígrados.

A preservação do bioma da Mata Atlântica, tão deteriorado e comprometido no noroeste do Estado de São Paulo, e um dos mais ameaçado no Brasil, pode ser beneficiado com pequenas ações, possíveis a todos os cidadãos. As dicas, a seguir, estão inspiradas em uma publicação da revista “Pastoral da Criança”, do primeiro trimestre deste ano.
1.  Não faça queimadas, elas empobrecem a qualidade do solo. O fogo é uma ameaça às espécies nativas de animais e plantas. A fumaça faz mal à saúde e prejudica a qualidade do ar. No seu quintal, o lixo vegetal pode tornar-se “adubo natural”.
2.  Não corte árvores para ter terras para o cultivo de alimentos ou criar animais. Use de terras já desmatadas. Ao contrário, plante árvores nativas e frutíferas. Algumas plantas frutíferas se desenvolvem bem em meio a outras plantas: açaí, banana, carambola, cacau, goiaba, graviola, jenipapo, mamão e palmito.
3.  Não construa sua residência ou outras edificações em várzeas e na beira de rios, riachos e córregos. Respeite o espaço das águas e você não será atingindo por enchentes. Plante árvores nas margens dos rios, riachos e córregos.
4.  Preserve e proteja as nascentes de água. Não deixe seus vizinhos e conhecidos soterrá-las, destruí-las ou comprometê-las.
5.  Respeite as matas ciliares e as que se encontram nos topos de morros e nas encostas, elas garantem a qualidade do solo e da água, e evitam a erosão.
6.   No trânsito, respeite a sinalização e limites de velocidade, assim estará prevenindo acidentes com atropelamento de pessoas e animais.
7.   Evite cultivo de plantas e criação de animais exóticos, vindos de outros biomas, pois podem comprometer e eliminar as espécies nativas, reduzindo a biodiversidade local, pois não possuem predadores naturais locais.
8.   Ao pescar, respeite as regras e os períodos de reprodução dos peixes, não pratique pesca predatória e irresponsável. Não deixe lixo nos rios e lagos.
9.  No uso dos recursos naturais (frutos, madeira, animais) seja responsável, só consumindo o necessário para sua subsistência e respeitando os ciclos de reprodução e crescimento das espécies vegetais e animais.
10.  Não compre animais silvestres que foram retirados ilegalmente da natureza. Não mantenha animais presos e em espaços inadequados.
11.   Economize água e energia, pois faz bem para a natureza e para a economia.
12.   Reduza o consumo, evite o desperdício, produza menos lixo, reutilize as embalagens e recicle materiais. Separe o lixo e faça uso da coleta seletiva. Lugar de lixo é no lixo, não o deixe nas ruas, praças e terrenos vazios.
13.   Ao construir e reformar sua casa, não cimente todo o seu quintal e sua calçada. Plante árvores e flores, elas protegem o solo, produzem sombra e melhoram a qualidade do ar. Crie mecanismos para armazenar a água da chuva para uso diário. Aprenda a reutilizar a água. Instale os instrumentos para captar e usar energia solar.
14.   Reduza o uso de papel, faça uso de impressão consciente, use mais os arquivos digitais. Reutilize folhas de papel usando-as como rascunho e aproveitando o verso, reaproveite os envelopes.
15.   Evite uso de produtos que usam embalagens descartáveis que, na natureza demoram a se decompor, como plástico, isopor e similares.
16.   Cultive sua horta, em pequeno espaço de terra na sua casa ou até mesmo em vasos, ou participe de hortas comunitárias. Produza parte do que você come diariamente. Faz bem para a saúde, para sociedade e para o planeta terra.
O Papa Francisco, na Carta Encíclica Laudato Si, que inspira a Campanha da Fraternidade de 2017, nos convoca a sermos cuidadores da terra, nossa Casa Comum. A responsabilidade não é só dos governos, empresas e organizações da sociedade civil, mas de todo cidadão. Cada um pode e deve fazer a sua parte para o bem de todos e das futuras gerações. Não se esqueça que “Uma andorinha só não faz verão.”
“Louvado sejas, meu Senhor, pela nossa irmã, a mãe terra, que nos sustenta e governa e produz variados frutos com flores coloridas e verduras! ” (São Francisco de Assis – Cântico das Criaturas).

http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20434:sugestoes-de-gestos-concretos-a-partir-da-campanha-da-fraternidade&catid=455&Itemid=204

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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