"Seja Bem vindo" - "Este é um espaço a serviço do Reino de Deus. Queremos fazer deste espaço um ponto de encontro com a Fé.” Encontros Catequéticos domingo, as 08h30. “Vida sim, aborto não!” "Este site usa cookies para ajudar a fornecer serviços. Ao usar o site, você concorda com o uso de cookies."

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Páscoa, Festa das festas!

O querigma cristão apresenta a estreita ligação entre a morte de Jesus na Cruz e a sua Ressureição. O apóstolo Paulo de fato afirma: “Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, foi sepultado e no terceiro dia ressuscitou segundo as Escrituras e apareceu a Cefas e aos apóstolos (1Cor 15, 3-5).

A Ressurreição de Cristo, depois da sua morte e sepultura, é o dado que faz a diferença e que doa autoridade e eficácia à inteira obra de Cristo Jesus. De fato, Paulo afirma que “se Cristo não ressuscitou, a nossa fé é vã e vocês permanecem ainda nos vossos pecados” (1Cor 15, 17). Portanto, morte e ressurreição são o preço do resgate por parte do Verbo encarnado para libertar a humanidade do pecado e reaproximá-la de Deus.  Era necessária a obra salvífica, consumada por Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, com a sua paixão e morte e que será glorificado pelo Pai, constituindo, assim, “a primícia daqueles que morreram” (1Cor 15,20).
Cristo, que não é o crucificado morto e sepultado, é “subtraído do poder da morte” e vem reconhecido e apresentado como o SENHOR = Kyrios, para toda a humanidade, a qual, do seu mistério pascal, recebe resgate e salvação.
A ressurreição, portanto, não é uma teoria, mas uma realidade histórica revelada pelo Homem Jesus Cristo através da sua “Páscoa”, a sua “passagem”, que abriu uma “nova estrada” entre a terra e o Céu (Hb 10, 20).
Não é um mito nem um sonho, não é uma visão nem uma utopia, não é uma fábula, mas um evento único e irrepetível: Jesus de Nazaré, filho de Maria, que no entardecer da Sexta-feira Santa, foi descido da cruz e sepultado, deixou vitoriosamente o sepulcro.
De fato, no amanhecer do primeiro dia, Pedro e João encontraram o sepulcro vazio. Madalena e as outras mulheres encontraram Jesus ressuscitado. O reconheceram também os discípulos de Emaús ao partir o pão. O Ressuscitado apareceu aos apóstolos no cenáculo e ainda a muitos outros discípulos na Galileia.
A Páscoa é a festa das festas. É a garantia definitiva de que toda Palavra de Deus, de que todas as promessas de divinas haverão de se cumprir. O enviado do Pai, o Emanuel, o Deus conosco, o Servo de Javé, o Filho do Homem, viveu a nossa vida, sofreu o sofrimento injusto da condenação e da morte, mas “DEUS O RESSUSCITOU”. Ele é o alfa e ômega, o principio e o fim, o primogênito de toda a criatura. Jesus ressuscitado é a garantia de nossa ressurreição e a CERTEZA DE NOSSA FÉ. O que cremos é verdadeiro e é garantido pela Palavra Santa de Deus. O que cremos e afirmamos em nossa vida, com nossos lábios e com nossas obras é garantido pela presença do Espírito Santo que nos faz clamar: “o Ressuscitado Vive. Ele é Nosso Senhor. Ele é o Cristo de Deus”.
Assim, também nós hoje, como fiéis discípulos do Senhor, o proclamamos vivo e presente em nossas vidas e na vida da Igreja. Hoje a Igreja canta “o dia que o Senhor fez para nós” e convida todos à alegria e à exultação.
Alegremo-nos, neste ano Mariano para o Brasil, invocando Maria, estrela da esperança, a Senhora Aparecida, que lembramos nos 300 anos de sua “pesca-aparição no Rio Paraíba, em sua imagem de Senhora da Conceição”,  para que guie a humanidade para o porto seguro da salvação que é o coração de Cristo, a Vítima Pascal, o Cordeiro que “redimiu o mundo”, o Inocente que “nos reconciliou a nós pecadores com o Pai”. A Ele, Rei vitorioso, a Ele crucificado e ressuscitado, nós gritamos com alegria o nosso ALELUIA!
FELIZ PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO DO SENHOR JESUS!
Dom José Valmor Cesar Teixeira, SDB
Bispo Diocesano

http://www.diocese-sjc.org.br/pascoa-festa-das-festas/

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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