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sábado, 26 de maio de 2018

Após decisão do STF, bispos referenciais para o Ensino Religioso reúnem-se em Brasília


Após decisão do STF, bispos referenciais para o Ensino Religioso reúnem-se em Brasília
Em setembro do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou improcedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4439 na qual a Procuradoria-Geral da República (PGR) questionava o modelo de ensino religioso nas escolas públicas do país. Por maioria dos votos (6×5), os ministros entenderam que o ensino religioso nas escolas públicas brasileiras pode ter natureza confessional, ou seja, vinculados às diversas religiões.

Com a decisão, a Comissão para a Cultura e Educação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) através de seu Setor Ensino Religioso reuniu os bispos referenciais, no Centro Cultural Missionário (CCM), em Brasília (DF) para refletir e tratar de ações de acompanhamento do Ensino Religioso nos diversos regionais da CNBB e dioceses ao redor do Brasil. Para o presidente da Comissão, dom João Justino de Medeiros Silva, a proposta do encontro é fazer com que os bispos escutem, conheçam as experiências e possam socializá-las.

Bispos referenciais e convidados reunidos no CCM, em Brasília (DF)
Além dos bispos referenciais, participam da iniciativa que segue até sexta-feira, 25, convidados que abordaram diferentes reflexões. Uma delas é a professora Maria Beatriz Leal, que falou sobre a experiência do Ensino Religioso plural e confessional no Estado do Rio de Janeiro; o Diretor da Faculdade Dom Bosco de Porto Alegre (RS), padre Marcos Sandrini, que tratou sobre o Ensino Religioso confessional e educação integral e o assessor jurídico-civil da CNBB, Hugo José Cysneiros que acompanhou de perto o julgamento do STF.
A partir das experiências compartilhadas pelos convidados, dom João Justino afirmou que ainda há muitos desafios para que de fato o Ensino Religioso confessional possa ser implementado. “Primeiro devemos compreender o que é o Ensino Religioso, porque há muita incompreensão e pouco diálogo, inclusive entre os próprios atores por causa de correntes diferentes e o segundo ponto seria a formação dos professores”, diz. Para ele, a solução é criar espaços para superar preconceitos e pensar bem o perfil do educador e da sua formação.
Ação conjunta – O arcebispo de Sorocaba, dom Júlio Endi Akamine, que também faz parte da Comissão e é referencial da Pastoral da Educação disse que seu desejo é não somente acompanhar, mas estar junto das realidades dos regionais da CNBB. “Não podemos fazer tudo, nem é nossa competência, mas a gente deseja acompanhar e dizer que a gente está junto nesse trabalho tão importante não somente para a evangelização como também para uma construção de uma sociedade de paz em que a escola seja um local de encontro das religiões”, disse. Para ele não é necessário somente fazer uma legislação, mas colocá-la em prática. “Aqui estamos discutindo, vendo as diversas experiências práticas que nós temos e que nos dão uma luz para implementar, para melhorar também o Ensino Religioso”, afirma.

Arcebispo de Sorocaba, dom Júlio Endi Akamine,
No Brasil, o Ensino Religioso está contemplado na lei 9394/96 de Diretrizes e Base da Educação Nacional. À época a decisão do STF levantou polêmica, sobretudo a de atentar contra a neutralidade do Estado. “É exatamente por ser confessional é que não atenta contra a laicidade do Estado, porque promove o diálogo entre as diversas confissões”, defende dom Júlio. Para o bispo, a dificuldade se faz presente quando querem impor a não religião, a proibição de que a religião esteja presente na educação. “Não é possível que em um país como no Brasil ainda há essa diversidade religiosa e a religião não esteja presente na educação, na escola. Que escola é essa que nós queremos construir?, finalizou.
Atualmente o Setor Ensino Religioso da Comissão para a Cultura e Educação da CNBB conta com assessoria do padre Edecildo Prado, da arquidiocese de Belo Horizonte. Ele foi o responsável por organizar o encontro.

Fonte:
http://www.cnbb.org.br/apos-decisao-do-stf-bispos-referenciais-para-o-ensino-religioso-reunem-se-em-brasilia/

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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