20. outubro 2014 · Write a comment · Categories: Artigos Diversos · Tags: aluno, notas, professor, provas, reprovado
Um
professor de economia em uma universidade americana disse que nunca
havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe
inteira.
Esta
classe em particular havia insistido em que o socialismo realmente
funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza
ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e
justo.
O
professor então disse, “Ok, vamos fazer um experimento socialista
nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas.”
Todas
as notas seriam concedidas com base na média da classe, e, portanto
seriam ‘justas’. Todos receberão as mesmas notas, o que
significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também
ninguém receberá um “A”.
Depois
de calculada a média da primeira prova todos receberam “B”. Quem
estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se
esforçaram ficaram muito felizes com o resultado…
Quando
a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos –
eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que
tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se
aproveitariam do trem da alegria das notas. Como um resultado, a
segunda média das provas foi “D”. Ninguém gostou.
Depois
da terceira prova, a média geral foi um “F”. As notas não
voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos,
buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera
das aulas daquela classe. A busca por ‘justiça’ dos alunos tinha
sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de
injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das
contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala.
Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina… Para sua
total surpresa.
O
professor explicou: “o experimento socialista falhou porque quando
a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande.
Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos
outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém
mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto
isso”.
1. Você
não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a
prosperidade do mais rico;
2. Para
cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando
sem receber;
3. O
governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de
outra pessoa;
4. Ao
contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza
tentando dividi-la;
5. Quando
metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar,
pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta
outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para
sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma
nação.
Texto
adaptado por: Rodrigo Campanini Rubio
“É
impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações
que punem os ricos pela prosperidade. Para cada pessoa que recebe sem
trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não
pode dar para alguém aquilo que tira de outro alguém. Quando metade
da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a
outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra
metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a
primeira metade, assim chegamos ao começo do fim de uma nação. É
impossível multiplicar riqueza dividindo-a”- “Quem não quiser
trabalhar que não coma” (São Paulo) ADRIAN ROGERS.