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domingo, 28 de fevereiro de 2010

A Graça




A Graça Jo 17,17-25

Objetivo: Permitir aos adultos compreenderem o que é a graça de Deus, sua presença no mundo e em cada ser humano.

A graça é antes de tudo e principalmente o Dom do Espírito que nos justifica e nos Santifica. Mas a Graça compreende igualmente os dons que o espírito nos concede, para nos associar à sua obra, para nos tornar capazes de colaborar com a salvação dos outros e com o crescimento do corpo de Cristo, a igreja. São graças sacramentais dons próprios dos diferentes sacramentos. São , além disso as graças especiais, chamadas também de "carismas", segundo a palavra grega empregada por S. Paulo e que significa favor, Dom gratuito, beneficio. Seja qual for seu caráter, as vezes extraordinário, como o Dom dos milagres ou das línguas, os carismas se ordenam à graça santificante e têm como meta o bem comum da Igreja. Acham-se a serviço da caridade, que edifica a Igreja. C.I.C 2003

Nossa justificação vem da graça de Deus. A graça é o favor, o socorro gratuito que Deus nos dá para responder a seu convite: tornar-nos filhos de Deus (Jo 1, 12-18), filhos adotivos participantes da natureza divina, da vida Eterna. CIC 1996

A graça do Espírito Santo nos dá a justiça de Deus. Unindo-nos pela fé e pelo Batismo à Paixão e à Ressurreição de Cristo, o Espírito nos fax participar de sua vida. CIC 2017.

Sendo de ordem sobrenatural, a graça escapa à nossa experiência e só pode ser conhecida pela fé. Não podemos, portanto, nos basear em nossos sentimentos ou em nossas obras para daí deduzir que estamos justificados e salvos. No entanto segundo a palavra do senhor:? "É pelos seus frutos que os reconhecereis"(Mt 7,20), a consideração dos benefícios de Deus em nossa vida e na dos santos nos oferece uma garantia de que a graça está operando em nós e nos incita a uma fé sempre maior e a uma atitude de pobreza confiante: acha-se uma das mais belas ilustrações desta atitude na resposta de Sta. Joana d'Arc a uma pergunta capciosa de seus juizes eclesiásticos: "Interrogada se sabe se está na graça de Deus, responde: 'Se não estou, que Deus me queira pôr nela; se estou, que Deus nela me conserve'" (Joana d'Arc, Dictum: Procés de condamnation, ed P.
Tisset (Paris,1960),p62.).CIC 2005

Graça Santificante e Graça atual
A Santíssima Trindade dá ao batizado a graça santificante, a graça da justificação, a qual :
 Torna-o capaz de crer em Deus, de esperar nele e de amá-lo por meio das virtudes teologais;
 Concede-lhe o poder de viver e agir sob a moção do Espírito Santo por seus dons;
 Permite-lhe crescer no bem pelas virtudes morais.

Assim, todo o organismo da vida sobrenatural do cristão tem sua raiz no santo batismo. CIC 1266

A graça de Cristo é o Dom gratuito que Deus nos faz de sua vida infundida pelo espírito Santo em nossa alma, para curá-la do pecado e santificá-la; trata-se da graça santificante ou deificante, recebida no Batismo. Em nós, ela é a fonte da obra santificadora (Jo4, 14; 7, 38-39) CIC 1999

A Igreja, unida a Cristo, é santificada por Ele; por Ele e nele torna-se também santificante, todas as obras da Igreja tendem, como seu fim, "à santificação dos homens em Cristo e a glorificação de Deus" . É na Igreja que está depositada "a plenitude dos meios de salvação". È nela que "adquirimos a santidade pela graça de Deus". CIC 824

A graça santificante é um Dom habitual, uma disposição estável e sobrenatural para aperfeiçoar a própria alma e torná-la capaz de viver com Deus, agir por seu amor. Deve-se distinguir a graça habitual, disposição permanente para viver e agir conforme o chamado divino, e as graças atuais, que designam as intervenções divinas, quer na origem da conversão, quer no decorrer da obra da santificação. CIC 2000

A graça santificante é o Dom gratuito que Deus nos faz de sua vida, infundida pelo espírito Santo em nossa alma, para curá-la do pecado e santifica-la. CIC 2023

A graça santificante nos faz "agradáveis a Deus", Os carismas, graças especiais do Espírito Santo, são ordenados à graça santificante e tem como alvo o bem comum da Igreja. Deus opera também por graças atuais múltiplas, que se distinguem da graça habitual, permanente em nós CIC 2024

A perda da graça
Mas por que Deus não impediu o primeiro homem de pecar? S. Leão Magno responde: "A graça inefável de Cristo deu-nos bens melhores do que aqueles que a inveja do Demônio nos havia subtraído". E Sto. Tomás de Aquino: "Nada obsta (impedir) a que a natur3eza humana tenha sido destinada a um fim mais elevado após o pecado. Com efeito, Deus permite que os males aconteçam para tirar deles um bem maior. Donde a palavra de S. Paulo: 'Onde abundou o pecado superabundou a graça' (Rm 5,20). E o canto do Exultet: 'Ó feliz culpa, que mereceu tal e tão grande Redentor". CIC 412

O pecado mortal é uma possibilidade radical da liberdade humana, como o próprio amor. Acarreta a perda da caridade e a privação da graça santificante , isto é , do estado de graça. Se este estado for recuperado mediante o arrependimento e o perdão de Deus, causa a exclusão do Reino de Cristo e a morte eterna no inferno, já que nossa liberdade tem o poder de fazer opções para sempre, sem regresso. No entanto, mesmo podendo julgar que um ato é em si falta grave, devemos confiar o julgamento sobre as pessoas à justiça e à misericórdia de Deus. CIC 1861

Cristo é Senhor da vida Eterna. O pleno direito de julgar definitivamente as obras e os corações dos homens pertence a Ele enquanto Redentor do mundo. Ele "adquiriu" este direito por sua Crus. O Pai entregou "todo o julgamento ao Filho" (Jo 5,22; 5,27; Mt 25,31; At10,42; 17,31; 2Tm 4,1). Ora, o Filho não veio para julgar, mas para salvar (Jo 3,17) e para dar a vida que está nele (Jo 5,26). É pela recusa da graça nesta vida que cada um já se julga a si mesmo (Jo 3,18; 12,48), recebe de acordo com suas obras (1Cor 3,12-15) e pode até condenar-se para a eternidade ao recusar o Espírito de amor (Mt 12,32; Hb 6,4-6; 10, 26-31) CIC 679

A abertura a graça
Como afirma S. Paulo : "Onde avultou (aumentar, intensificar, acentuar) o pecado, a graça superabundou" (Rm 5,20). Mas, para realizar seu trabalho, deve a graça descobrir o pecado, a fim de converter nosso coração e nos conferir "a justiça para a vida eterna, por meio de Jesus Cristo, nosso Senhor"(Rm 5,21). Como o médico que examina a ferida antes de curá-la, assim Deus, por sua palavra e por seu espírito, proteja uma luz viva sobre o pecado. CIC 1848

A preparação do homem para acolher a graça é já uma obra da graça. Esta é necessária para suscitar e manter nossa colaboração na justificação pela fé e na santificação pela caridade. Deus acaba em nós aquilo que Ele mesmo começou, "pois começa, com sua intervenção, fazendo com que nós queiramos e acaba cooperando com as moções (Abalo moral; choque, comoção. )de nossa vontade já convertida" (S.to Agostinho).
Sem dúvida, operamos também nós, mas fazemos cooperando com Deus, que opera predispondo-nos com sua misericórdia. E o faz para nos curar, e nos acompanhará para que, quando já curados, sejamos vivificados; predispõe-nos para que sejamos chamados e acompanha-nos para que sejamos glorificados; predispõe-nos para que vivamos segundo a piedade e segue-nos para que, com Ele, vivamos para todo o sempre, pois sem Ele nada podemos fazer (S.to Agostinho) CIC 2001

A livre iniciativa de Deus pede a livre resposta do homem, pois Deus criou o homem à sua imagem, conferindo-lhe, com a liberdade, o poder de conhecê-lo e amá-Lo. A alma só pode entrar livremente na comunhão do amor. Deus toca imediatamente e move diretamente o coração do homem. Ele colocou no homem uma aspiração à verdade e ao bem que somente Ele pode satisfazer plenamente. As promessas da "vida eterna" respondem, além de a toda nossa esperança, a esta aspiração CIC 2002

Graça da Ordem
A graça do Espírito Santo própria deste sacramento é a graça da configuração a Cristo sacerdote, Mestre e pastor, do qual o homem ordenado é constituído ministro. CIC 1858

No caso do Bispo, trata-se de uma graça de força ("O Espírito que constitui chefes": Oração de consagração do Bispo do rito latino): a graça de guiar e de defender com força e prudência sua Igreja como pai e pastor, com um amor gratuito por todos e uma predileção pelos pobres, doentes e necessitados. Esta graça o impele a anunciar o Evangelho a todos, a ser o modelo de seu rebanho, a precedê-lo no caminho da santificação, identificando-se na Eucaristia com Cristo sacerdote e vítima, sem medo de entregar a vida por suas ovelhas. (ver oração do parágrafo) CIC 1586

Quanto aos diáconos, "a graça sacramental lhes concede a força necessária para servir ao povo de Deus na 'diaconia' da liturgia, da palavra e da caridade, em comunhão com o Bispo e seu presbitério". CIC 1589

Diante da grandeza da graça e da missão sacerdotais, os santos doutores sentiram o urgente apelo à conversão, a fim de corresponder através de toda a sua vida Àquele de quem são constituídos ministros pelo sacramento. CIC 1589

Graça Batismal
Se às vezes se fala da Confirmação como o "sacramento da maturidade cristã", nem por isso se deve confundir a idade adulta da fé com a idade adulta do crescimento natural, nem esquecer que a graça batismal é uma graça de eleição gratuita e imerecida que não precisa de uma "ratificação" para tornar-se efetiva. CIC 1308

Os diferentes efeitos do Batismo são significados pelos elementos sensíveis do rito sacramental. O mergulho na água faz apelo ao simbolismo da morte e da purificação, mas também da regeneração e da renovação. Os dois efeitos principais são, pois, a purificação dos pecados e o novo nascimento no espírito Santo(At2,38; Jo3,5). CIC 1262

Graça do matrimonio
Cristo é a fonte desta graça. "Como outrora Deus tomou a iniciativa do pacto de amor e fidelidade com seu povo, assim agora o salvador dos homens, esposo da Igreja, vem ao encontro dos cônjuges cristãos pelo sacramento do matrimonio". Permanece com eles, concede-lhes a força de segui-lo levando sua cruz e de levantar-se depois da queda, perdoar-se mutuamente, carregar o fardo uns dos outros, submeter-se uns aos outros no temor de Cristo"(Ef 5,21) e amar-se com um amor sobrenatural, delicado e fecundo. Nas alegrias de seu amor e de sua vida familiar, Ele lhes dá, aqui na terra, um antegozo do festim de núpcias do cordeiro. CIC 1642

"em seu estado de vida e função, (os esposos cristãos) tem um Dom especial dentro do povo de deus" esta graça própria do sacramento do matrimônio se destina a aperfeiçoar o amor dos cônjuges, a fortificar sua unidade indissolúvel. Por esta graça "eles se ajudam mutuamente a santificar-se na vida conjugal, como também na aceitação e educação dos filhos". CIC 1641

como Jesus veio para restabelecer a ordem inicial da criação perturbada pelo pecado, ele mesmo dá a força e a graça para viver o casamento na nova dimensão do reino de Deus. CIC 1615

A Graça da Eucaristia
A riqueza inesgotável deste sacramento exprime-se nos diversos nomes que lhe são dados. Cada uma destas designações evoca alguns de seus aspectos. Ele é chamado :
Eucaristia porque é ação de graças a Deus. As palavras "eucharistein"(Lc22,19;1Cor11,24) e "eulogein"(Mt 26,26; Mc 14,22) lembram as bênçãos judaicas que proclamam sobretudo durante a refeição as obras de Deus: a criação, a redenção e santificação. CIC 1328

A eucaristia é um sacrifício de ação de graças ao Pai, uma benção pela qual a Igreja exprime seu reconhecimento a Deus por todos os seus benefícios, por tudo que ele realizou por meio da criação, da redenção e da santificação. Eucaristia significa, primeiramente "ação de graças". CIC 1360

A graça da Penitência
Cristo institui o sacramento da Penitência para todos os membros pecadores de sua Igreja, antes de tudo para aqueles que depois do batismo, cometeram pecado grave e com isso perderam a graça Batismal e feriram a comunhão eclesial. É a eles que o sacramento da Penitência oferece uma nova possibilidade de concertar-se e de recobrar a graça da justificação. Os padres da Igreja apresentam este sacramento como "a Segunda tábua (de salvação) depois do naufrágio que é a perda da graça" CIC 1446

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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