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domingo, 28 de fevereiro de 2010

O Projeto de Deus em Jesus

O Projeto de Deus em Jesus Jo 1,1-18


VER

I- Historia da Salvação


Abrão vivia em Harã quando foi chamado por Deus (GEN 12, 1-3). Abrão sai de Harã com Sarai, sua esposa e seu sobrinho Lot e vai para a Palestina, terra que Deus prometeu, e lá se estabelece.
Devido a uma grande fome, Abrão foi para o Egito, onde enriqueceu e depois retornou à Palestina. Como Abrão era muito rico e não queria entrar em discórdia com seu sobrinho Lot, pediu para que ele escolhesse uma parte da terra para ficar. Lot escolheu a planície do Jordão e Abrão ficou com a terra de Canaã. Deus confirmou-lhe a terra e prometeu-lhe uma numerosa descendência (GEN 13, 8-18).
Passados alguns anos, Sarai, mulher de Abrão, temendo não dar descendentes ao marido (já que era estéril), entregou-lhe sua escrava Agar. Abrão teve um filho com Agar e o chamou de Ismael.
Anos depois, o Senhor volta a falar com Abrão e cela definitivamente uma aliança com ele (GEN 17). Por esta aliança, Deus confirma a terra que deu a Abrão, muda o nome de Abrão, que significa pai elevado, para Abraão, cujo significado é pai de uma multidão; além disso, garante que a aliança será passada de geração em geração. Deus também muda o nome de Sarai para Sara e a abençoa dizendo que ela será mãe de uma nação e que dela sairão reis. O Senhor abençoa também a Ismael, Prometendo-lhe uma extraordinária descendência, mas diz que ele não será o herdeiro da promessa de Abraão. Este herdeiro será um filho de Sara que se chamará Isaac. Como sinal desta aliança, Deus ordenou que Abraão fosse circuncidado, assim como seu filho Ismael e todos os homens de sua casa, livres ou comprados. Além disso, todo varão que nascesse deveria ser circuncidado no oitavo dia de vida .
Após a aliança, Sara engravidou e deu à luz Isaac.
Pouco depois de Sara conceber, Deus revela a Abraão que vai destruir Sodoma e Gomorra. Abraão intercede por elas, mas o único homem justo naquelas cidades era Lot, sobrinho de Abraão. Deus manda que Lot saia de Sodoma com sua família e destrói as cidades.
Depois do nascimento de Isaac, Deus coloca Abraão à prova: manda que ele ofereça seu filho em sacrifício como prova de sua devoção ao Senhor. Mesmo sofrendo muito por perder seu filho único, Abraão obedece a Deus. Momentos antes de sacrificar Isaac, um anjo do Senhor impede Abraão. Deus ficou muito satisfeito com a fidelidade de Abraão e renovou as bênçãos sobre ele.
Abraão, já velho, manda buscar na casa de seu irmão Nacor uma noiva para Isaac. Rebeca, neta de Nacor, é escolhida para desposar Isaac.
Isaac e Rebeca tiveram filhos gêmeos: Esaú, o primeiro a nascer, e Jacó. Esaú tornou-se um hábil caçador e era o preferido de Isaac. Jacó tornou-se pacífico e era o preferido de Rebeca.
Certa vez, Esaú chega exausto do campo, encontra Jacó cozinhando e lhe pede um prato de comida. Jacó propõe a Esaú que troque seu direito de primogenitura por um prato de lentilhas. Esaú pensa: “- De que me vale o direito de primogenitura se morro de fome.” e vende a primogenitura a Jacó (GEN 25, 29-34).
O Senhor abençoou Isaac e renovou com ele a aliança firmada com Abraão.
Isaac já estava velho e sem enxergar direito; com medo de morrer sem abençoar seu filho, mandou chamar Esaú. Sabendo da venda da primogenitura, Sara, manda que Jacó tome o lugar do irmão. Assim foi feito e Jacó foi abençoado em lugar de Esaú. Quando Esaú descobriu, quis matar Jacó, que teve que fugir. Isaac ordena que Jacó vá para a casa de Nacor, avô de Rebeca (GEN 27).
A caminho de Harã, Jacó tem um sonho em que Deus renova a promessa a ele e manda que vá sem medo, pois o acompanhará onde for sem o abandonar. Jacó, despertando do sonho, diz que se Deus o acompanhar, o proteger, não deixar que lhe falte o que comer e vestir e o conduzir em paz de volta para casa, ele, Jacó, além de ter Deus como o Senhor, pagará o dízimo de tudo que ganhar. Ali, Jacó ergueu um altar e chamou o lugar de Betel (GEN 28, 10-22).
Chegando à casa de Nacor, Jacó é recebido por Labão, irmão de Rebeca. Jacó passa a servir Labão e desposa suas duas filhas. Tem com elas 11 filhos (GEN caps. 29 e 30). Jacó serve Labão por muitos anos até que o Senhor ordena que volte para casa. Jacó sai da casa de Labão e é perseguido por ele e é alcançado. Jacó e Labão fazem um pacto e Jacó segue sua viagem em paz (GEN 31).
A caminho de Canaã, Jacó roga a Deus que o proteja, a suas mulheres e a seus filhos, da ira de Esaú, e manda a ele um mensageiro com presentes.
Prosseguindo viagem, Jacó se retirou sozinho e, durante a noite até o amanhecer, lutou com “alguém”, que, não podendo vencê-lo, abençoou-o pela manhã e trocou seu nome para Israel, porque lutou com Deus e com os homens e venceu (GEN 32, 9-31).
Esaú vai ao encontro de Jacó e, ao contrário do que se esperava, o abraça e o recebe fraternalmente.
Jacó se estabelece em Hebrom, mas depois retorna a Betel para cumprir o que prometera a Deus. Lá, Deus confirma a promessa que fez a Abraão e a Isaac (GEN 35, 10-15). Quando partiram de Betel, Lia, uma de suas esposas, deu à luz outro filho e morreu perto da cidade de Efrata, hoje chamada Belém.
Ao todo, Jacó teve 12 filhos e uma filha, eles são: Rubem, Simeão, Levi, Judá, Issacar, Zabulon e Dina (filhos de Lia); Gad e Aser (filhos de Zelfa); José e Benjamim (filhos de Raquel); Dã e Neftali (filhos de Bala).
Após a morte de Isaac, Jacó estabeleceu-se na terra de Canaã. Seus filhos cuidavam dos rebanhos. Jacó tinha uma predileção especial por José, seu primeiro filho com Raquel, a mulher que realmente amava. Isso provocava a inveja dos outros irmãos, ainda mais quando José começou a ter sonhos em que se sobrepunha aos irmãos (GEN 37, 5-11).
Certa vez, os irmãos de José estavam no campo com os rebanhos. Jacó mandou que José fosse ao encontro deles em busca de notícias. Percebendo que José se aproximava, seus irmãos queriam matá-lo. Impedidos por Rubem, resolveram vendê-lo a uma caravana que se dirigia para o Egito. A Jacó, os irmãos disseram que José foi morto por uma fera.
Uma vez no Egito, José foi vendido a um oficial da guarda do faraó. Como Deus estava com José, ele prosperou e ganhou a confiança de seu dono. Devido a calúnias lançadas pela mulher do oficial, José foi preso. Na cadeia, conheceu dois empregados do faraó; esses empregados tiveram sonhos e José os interpretou de forma correta. Tempos depois, o faraó teve sonhos que ninguém conseguia interpretar. José foi chamado e, mais uma vez, conseguiu interpretá-los (GEN 41, 25-36).
José ganhou a confiança do faraó e acabou se tornando 1º ministro do Egito. Como José havia previsto nos sonhos do faraó, sobreveio um período de fome e todos os habitantes do Egito e das cidades vizinhas foram comprar suprimentos. Dentre as muitas pessoas que o procuravam, vieram os irmão de José, mas não o reconheceram. José se revela e o faraó convida toda família a se instalar no Egito. José fez uma grande administração no Egito e acumulou muitas riquezas.
Jacó também se mudou para o Egito, onde viveu até o fim de seus dias. Antes de morrer, Jacó reúne seus filhos, faz uma benção sobre cada um deles e distribui a terra que tinha por herança. Cada filho de Jacó se tornou chefe de um povo; esses povos ficaram conhecidos como as doze tribos de Israel (GEN 49, 1-28).
A família de Jacó se estabeleceu no Egito e ali ficou por muitos anos.



JULGAR

Que mensagem você tira da primeira parte do Gênesis (A Criação)



AGIR

Que ensinamentos contidos na segunda parte do Gênesis (os Patriarcas) você pode aproveitar em sua vida, hoje.


História da Salvação (continuação)


I.VER

Os hebreus se multiplicaram e ficaram numerosos e poderosos no Egito, porém surge um novo rei. Este rei leva o povo hebreu à escravidão e, preocupado com o crescimento dele, ordena que as parteiras matem todos os meninos que nascerem.
Moisés da casa de Levi nasce, fica escondido com seus pais por três meses e depois é colocado em um cesto à beira do rio. A filha do Faraó o encontra, ordena que uma mulher dos hebreus o crie e, mais tarde, adota-o, colocando-lhe o nome de Moisés.
Moisés sai para ver seus irmãos, vê a escravidão e acaba matando um egípcio que maltrata um de seus irmãos, depois foge para Madiã para não morrer.

A vocação de Moisés - deus aparece a Moisés no meio de uma sarça ardente, dá a sua missão dizendo que ele deveria tirar o povo do Egito e conduzi-lo à terra prometida. Moisés reluta em aceitar mas deus insiste e lhe revela o seu nome divino “Eu sou aquele que sempre existiu”. Deus lhe dá, também, a vara com a qual ele deveria realizar os seus sinais e Aarão, seu irmão, como seu intérprete. (Exo 3 e 4)

Moisés e Aarão vão para o Egito, lá eles falam com o povo e, depois com o Faraó. Este, porém não quer libertar o povo hebreu. Assim Deus poderia realizar os seus prodígios e libertá-lo com mão forte. As pragas que se sucederam para que o povo fosse libertado são narradas em Exo 7 a 12. Após isto o povo sai do Egito e acontece o milagre do Mar vermelho (Exo 14)

O povo caminha no deserto e, embora descrentes, Deus provém alimento e água para eles.

Chegando no Sinai Deus vai fazer a sua aliança com Moisés e o povo. Deus nos dá, aí, o decálogo (10 mandamentos) e narra todo o código da Aliança (Exo 19 a 24). Então Deus chama Moisés para o Sinai a fim de lhe dar as tábuas da lei e as prescrições referentes à construção do Santuário e aos seus ministros (Exo 25 a 31). Moisés, porém, ficara no Sinai 40 dias e 40 noites e como tardava a descer o povo construiu para si um bezerro de ouro, adorou-o e ofereceu-lhe sacrifícios. A ira de Deus se acendeu contra eles mas Moisés consegue abrandá-la e a aliança é renovada. (Exo 32 a 34). A partir daí o livro do êxodo narra a construção do Santuário.

O livro do Levítico apresenta um caráter altamente doutrinário e apresenta a Lei, o santuário e os seus ministros, que são os da casa de Levi, Aarão, seus filhos e seus descendentes.

Deus ordena que se faça um recenseamento de toda a comunidade dos filhos de Israel, de 20 anos para cima, de forma a preparar o povo apto para a guerra. confirma, ainda, o estatuto dos levitas, destinados ao sacerdócio. Deus fala a Moisés mais sobre a lei ( Num 1 a 8).

O povo parte em sua caminhada pelo deserto em direção á Terra Prometida. A tarefa de Moisés era muito difícil e Deus diz a ele que prepare 70 anciãos, pois lhes daria um pouco do seu Espírito a fim de tornar a tarefa de Moisés mais branda. Apesar de todos os prodígios o povo hebreu continuava muito descrente (Num 9 a 12)
Moisés mandou um grupo explorar Canaã. Ele o fez por 40 dias e na volta trouxe os frutos da terra e informações sobre ela. No entanto, a maioria que compunha o grupo teve medo dos povos que possuíam a terra e inflamaram o povo contra Moisés e Aarão, apenas Caleb e Josué foram crentes o suficiente para acreditar em Deus. Deus, portanto, castiga o povo e o condena a vagar pelo deserto por 40 anos até que toda a geração descrente morresse e não pudesse ver a terra prometida por Ele, á exceção dos últimos dois (Num 13 e 14).
No deserto de Sin o povo volta a murmurar contra Deus, Moisés e Aarão por não haver água. Moisés porém fere a rocha, como Deus lhe havia ordenado, com sua vara e jorra água. Mas Deus diz a Moisés e Aarão que como não foram capazes de santificá-lo diante dos olhos dos filhos de Israel eles, também, não entrariam na Terra Prometida. Chega a hora de Aarão e Eleazar, seu filho, toma seu lugar. O povo de Israel chorou a morte de Aarão por 30 dias (Num 20).

A partir daí começa a toma da das terras pelos exércitos de Israel. A missão de Moisés esta próxima do fim e sua hora está chegando, deus elege Josué para sucedê-lo (Num 27,12-23).
No livro do Deuteronômio vemos os grandes discursos de Moisés que exorta o povo fazendo um resumo de tudo o que havia acontecido até aquele instante. O relato de Moisés é muito bonito e emocionado. Moisés impõe as mãos sobre Josué que conduziria o povo à terra prometida. Deus revela aos dois que o povo de Israel iria se prostituir e que muita coisa aconteceria e Ele já não mais estaria no meio deles. Moisés sobe no monte Nebo, vislumbra a Terra Prometida e morre aos 120 anos. Sua sepultura não é conhecida. Nunca houve um profeta como Moisés

O livro de Josué narra a conquista da Terra Prometida (Jos 1 a 12), a partilha do território entre as tribos (Jos 13 a 21) e o fim de sua carreira com seu último discurso e morte (Jos 22 a 24). Assim como Deus esteve com Moisés, Ele esteve também com Josué, seu sucessor.


II. JULGAR

1. Como é o chamado de Moisés? E o meu chamado?

2. A vida do povo hebreu, desde a escravidão até chegada a Terra Prometida, foi difícil. O que você acha disso? Foi um castigo ou uma provação?

3. Por que Moisés não chega a Terra Prometida?

4. O que a vida do povo hebreu tem de parecido com a minha vida?


III. AGIR

Refletindo sobre a caminhada do povo israelita, o povo de Deus, vamos trazer para o nosso dia-a-dia o propósito de se esforçar cada vez mais para exercemos o verdadeiro papel de filhos de Deus. Tanto nos nossos momentos de rebanho (povo hebreu) quanto nos nossos momentos de pastor (Moisés).

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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