"Seja Bem vindo" - "Este é um espaço a serviço do Reino de Deus. Queremos fazer deste espaço um ponto de encontro com a Fé.” Encontros Catequéticos domingo, as 08h30. “Vida sim, aborto não!” "Este site usa cookies para ajudar a fornecer serviços. Ao usar o site, você concorda com o uso de cookies."

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Confissão

Confissão: O Sacramento do Perdão
Como todos nós sabemos, somos seres totalmente pecadores. A cada instante, a cada piscar de olhos, cometemos nossos deslizes. O pecado original deixou em nós uma raiz muito profunda do mau.
O pecado é tudo aquilo que não vem de Deus. Pecamos quando restringimos as leis dos Mandamentos e fazemos Deus descontente com os seus filhos.
Em 1Cor 3,16-17, São Paulo nos ensina que somos templos vivos do Espírito Santo, ou seja, o próprio Deus mora em nós.
Vamos partir para um exemplo mais simples: Nós quando recebemos uma visita em nossa casa, tentamos mantê-la limpa, para que todos os visitantes possam se sentir confortáveis e satisfeitos. O mesmo deve acontecer com nosso Pai Celeste, quando O recebemos através da Eucaristia ou em nosso dia-a-dia, devemos manter o nosso corpo, que é Templo do Espírito Santo, limpo de toda sujeira vinda do demônio. Essa sujeira como todos sabem é o pecado. Mas como posso cuidar do meu corpo, que é Templo do Espírito Santo?
É através do Sacramento da Confissão que fazemos uma verdadeira "faxina" em nosso interior. Vamos agora saber um pouco mais sobre esse Sacramento tão importante.
O Sacramento da Confissão é um Sacramento de Cura (junto com o Sacramento da Unção dos Enfermos), através dele obtemos o perdão de nossos pecados por maior que seja. Mas para obter esse perdão, existe condições importantíssimas que sem elas nenhum pecado pode ser absolvido: o arrependimento, o exame de consciência e o propósito.
O arrependimento é quando estamos convincentes de nossas faltas, ou seja, temos toda certeza que erramos e não deveríamos fazer o que fizemos.
O exame de consciência é quando estamos conscientes de nossos pecados. Devemos sempre antes do Sacramento, realizar em ritmo de oração um exame de tudo o que fizemos de errado desde a última vez que recebemos o Sacramento.
O propósito é quando, saímos do Confessionário, decididos de tentar não cometer os mesmos pecados que foram cometidos e que nos arrependemos. Essa condição é muito importante, pois não adianta nada nos arrependermos e cometermos os mesmos pecados. Devemos buscar a Santidade que Jesus pediu a todos.
Existe uma dúvida que vive na cabeça de muitos fiéis: Por que devo confessar-me com o sacerdote, se posso diretamente me confessar com Deus?
A resposta é bem simples, o próprio Jesus deu a seus apóstolos o poder de perdoar os pecados: "Aqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos." (Jo 20,23).
Os sacerdotes que perdoam os pecados nos dias de hoje, são instrumentos de Deus para que seus pecados sejam absolvidos. É o próprio Deus naquele momento dizendo a você: "Meu filho, os seus pecados estão perdoados. Vá em Paz!"
O cristão tem um compromisso com a Igreja muito importante: deve-se confessar pelo menos uma vez por ano. Esse compromisso que falo é um dos cinco mandamentos de nossa Igreja.
Tudo o que você leu serve para que você saiba e encontre na confissão a cura dos seus pecados. É lindo e agradabilíssimo para o cristão sair do confessionário com o coração leve e pronto para começar tudo de novo. Pode ser comparado a um vaso que foi quebrado e restaurado novamente, e dado a ele um brilho novo de alegria e vida em Cristo Jesus.Confissão 

O Castigo Divino
Antes de mais nada, é necessário saber o que é castigo. Castigo não é nem pode ser vingança. Se alguém está se vingando, não está castigando. Mas o castigo, a pena de nossos pecados, é real e deve ocorrer. Um castigo justo é uma coisa boa, ao contrário de toda essa pedagogia do "deixa quieto para não traumatizar" que hoje grassa por aí.
O castigo, visto como pena a pagar pelos nossos pecados, evidentemente existe. O Inferno nada mais é que um castigo eterno, para pecados mortais. Alguém que tenha uma só vez cometido um pecado mortal e não se tenha confessado, a não ser que antes de morrer tenha uma perfeita contrição, irá para o Inferno, como diria Frei Damião, "de cabeça pra baixo".
Já as doenças, males físicos, econômicos, morais e financeiros em geral, podem, e devem, ser vistas como um "castigo". Como assim?
Simples. Eu sou um pecador, como imagino que a imensa maioria de vocês. :) Os pecados veniais que cometo têm consequências temporais, assim como os pecados mortais (em que a consequência temporal é somada à eterna, sendo que esta é perdoada na absolvição sacramental). Se eu morrer em estado de graça (ou seja, depois de me confessar e sem ter pecado mortalmente desde então), ainda carregarei comigo estas consequências temporais, que pagarei no Purgatório.
Ora, pagar no Purgatório é infinitamente pior e mais doloroso que pagar aqui. É por isso que é bom considerar uma doença, por exemplo, como castigo. Se eu aceitar este sofrimento como uma pena justa e devida pelos meus pecados, ele passa a ser visto não como algo absurdo e sem sentido, mas como uma graça que me é dada por Deus para o perdão dos meus pecados (estou aqui, aliás, aproveitando que Deus me deu a graça da visita de um enxame de vespas que me deixou vermelho e inchado...).
Um castigo é justo, e é mais que justo que eu esteja cheio de picadas de vespa. Eu fiz por merecer muito mais! Quantas vezes não dei uma esmola pequena, quando poderia ter dado uma maior? Quantas vezes não olhei demais para onde não deveria ter olhado, ou pensei coisas que não deveria ter pensado? Vespa é pouco!
Notem bem que não se trata de uma vingança, mas sim de um justo castigo. Castigar os culpados é uma obra de caridade, nos ensina São Pio X em seu Catecismo.
Assim, Deus nos deu o livre-arbítrio (capacidade de escolher entre dois bens aparentes o que nos parece o melhor), e nos dá também a possibilidade de aceitar (ou não) como pena devida os sofrimentos que temos.
Caso aceitemos, ótimo, estamos pagando as penas temporais de nossos pecados. Mas a chance de pagarmos aqui mesmo os nossos pecados nos é dada por Deus.
Vejamos por exemplo o caso da AIDS, doença que atinge principalmente fornicadores, adúlteros, sodomitas e viciados (eu disse principalmente!, é claro que tem a pobre esposa do adúltero, os hemofílicos, etc., mas são minoria). Para eles é uma bênção de Deus. Assim eles têm uma chance de aceitar este sofrimento e santificar-se em vida, além de serem praticamente forçados a abandonar a prática pecaminosa que originou a doença.
Não podemos dizer que Deus foi lá e, de pura maldade, vingou-Se daqueles que desrespeitaram Seus Mandamentos. O que houve foi que eles pecaram, mas Deus, que é Misericórdia, deu-lhes a imensa graça de saber que morrerão em breve, além de sofrimentos que, acolhidos com alegria como graça de Deus, podem abreviar muito a passagem deles pelo Purgatório.
Castigo não é vingança, castigo é amor e misericórdia.
Segue trecho da Summa Theologica de S. Tomás de Aquino a respeito do temor a Deus (como toda a Summa, começa com o ponto de vista errôneo e depois explica a situação e responde às objeções errôneas anteriormente apresentadas):
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Deus pode ser temido?
SS Q[19] A[1] Obj. 1
OBJ 1: Pareceria que Deus não pode ser temido, pois o objeto do medo é um mal futuro, como declarado acima (FS, Q[41], AA[2],3). Mas Deus é livre de todo mal, já que Ele é o Bem em si. Assim, Deus não pode ser temido.
SS Q[19] A[1] Obj. 2
OBJ 2: Além disso, o medo é oposto à esperança. Nós esperamos em Deus, logo não podemos temê-lo.
SS Q[19] A[1] Obj. 3
OBJ 3: Além disso, como declara o Filósofo (Aristóteles): (Rhet. ii, 5), "tememos as coisas pelas quais o mal vem a nós." Porém o mal vem a nós não de Deus, mas de nós mesmos, de acordo com Oséias 13,9: "A destruição é tua, Israel, teu auxílio é (...) em Mim." Assim Deus não deve ser temido.
SS Q[19] A[1] OTC
Pelo contrário, está escrito (Jer. 10,7): "Quem Vos temerá, ó Rei das nações?" e (Malaquias 1,6): "Se Eu for um mestre, onde estará Meu medo?"
SS Q[19] A[1] Corpo
Respondo que, assim como a esperança tem dois objetos que esperamos obter, um dos quais o próprio bem futuro enquanto o outro vem pelo auxílio de alguém por quem esperamos obter aquilo que esperamos, assim também o medo pode ter dois objetos, um deles o próprio mal do qual foge o homem e o outro aquilo de onde vem o mal. Assim sendo, do primeiro modo Deus, que é o bem em si, não pode ser objeto de medo; mas Ele pode ser objeto de medo da segunda maneira, desde que pode vir anós algum mal vindo d'Ele ou a Ele relacionado.
SS Q[19] A[1] Corpo
D'Ele portanto vem o mal do castigo, mas este não é um mal absoluto, porém relativo, e em termos absolutos, é um bem. Porque já que uma coisa é boa quando ordenada para um fim, enquanto o mal implica em uma falta desta ordem, aquilo que exclui a ordem até o fim último é mau, e este é o mal de um crime. Por outro lado, o mal do castigo é realmente um mal, enquanto privação de algum bem particular, mas é, absolutamente falando, um bem, enquanto ordenado para o Fim último.
SS Q[19] A[1] Corpo
Em relação a Deus o mal do crime pode cair sobre nós, se nos separarmos D'Ele: desta maneira Deus pode e deve ser temido.
SS Q[19] A[1] R.O. 1
Resposta à OBJ 1: Esta objeção considera o objeto do medo como sendo o mal que o homem teme.
SS Q[19] A[1] R.O. 2
Resposta à OBJ 2: Em Deus podemos considerar tanto a Sua justiça, em respeito à qual Ele castiga os culpados, e Sua misericórdia, em respeito à qual Ele nos liberta: Em nós a consideração de Sua justiça faz surgir o temor, mas a consideração de Sua misericórdia faz surgir a esperança, o que faz com que Deus seja objeto de temor e esperança, mas sob aspectos diversos.
SS Q[19] A[1] R.O. 3
Resposta à OBJ 3: O mal do crime não é de Deus como autor, mas nosso, na medida em que O esquecemos: o mal do castigo, por outro lado, é de Deus como autor, já que tem o caráter de um bem, desde que seja algo justo, sendo inflingido a nós de maneira justa; ainda que originalmente isso seja devido ao demérito do pecado: assim está escrito (Sab. 1,13-16): "Deus não fez a morte . . . mas os malvados em obras e palavras a chamaram para si."

Exame de Consciência para Antes da Confissão
Examinemos cuidadosamente a nossa consciência, sem ansiedade nem escrúpulo, procurando conhecer a espécie e o número dos pecados cometidos.
Sobre a Confissão precedente:
* Quando foi minha última Confissão?
* Esqueci ou escondi alguma falta grave?
* Deixei de cumprir a penitência imposta?
Mandamentos da Lei de Deus:
1° Mandamento:
* Falei com desprezo ou leviandade de Deus, das coisas santas ou das pessoas consagradas a Deus?
* Li escritos, livros e jornais contrários à religião?
* Tive vergonha de minha fé ou omiti os meus deveres por simples respeito humano?
* Faltei com o devido respeito na igreja, comportando-me mal, conversando sem necessidade, rindo, olhando para todos os lados?
* Comunguei sabendo que estava em pecado mortal?
* Murmurei contra a Divina Providência?
* Assisti a alguma sessão espírita ou reunião herética?
* Consultei cartomantes, feiticeiras ou astrólogos?
2° Mandamento:
* Pronunciei o nome de Deus irreverentemente?
* Blasfemei, isto é, disse palavras injuriosas contra Deus ou os Seus Santos?
* Jurei falso ou sem necessidade?
* Fiz promessas ou votos que não cumpri?
3° Mandamento (1° e 2° da Igreja):
* Deixei de assistir a Missa inteira em Domingo ou festa de guarda?
* Cheguei atrasado à Missa?
* Em que ponto?
* Saí da igreja antes do fim da Missa?
* Em que momento?
* Trabalhei em dia de Domingo ou santificado?
* Por quanto tempo?
4° Mandamento:
* Deveres dos pais:
* Tenho faltado com a atenção e solicitude devida aos meus filhos?
* Deixei de corrigi-los?
* Corrigi-los em excesso ou injustamente?
* Negligenciei dar a eles uma boa educação cristã, ensinando-os a rezar e conhecer os elementos da religião e mandando-os para uma boa escola?
* Confiei-os a pessoa cuja influência possa ser prejudicial?
* Opus-me injustamente a que seguissem sua vocação?
* Dei a eles mau exemplo?
* Deixei de vigiar suas leituras (maus livros, maus jornais e revistas) ou programas assistidos (contrários à Fé e à Moral)?
* Deixei que frequentassem locais (casas, oficinas, teatros, cinemas, reuniões, festas...) onde corresse perigo sua fé e virtude?
Deveres dos filhos:
* Faltei com o respeito e a veneração devidos aos meus pais e avós?
* Desejei-lhes mal?
* Fui causa de tristeza para eles?
* Quis ameaçá-los?
* Quis bater neles?
* Maltratei meus irmãos e irmãs?
* Tenho ciúmes deles?
* Fiz queixa deles para que fossem castigados?
* Faltei com o respeito a meus pais, por palavras, ares de pouco caso, injúrias ou envergonhando-me deles?
* Desobedeci a eles?
* Deixei-os zangados?
* Deixei de assistir a suas necessidades, de rezar ou mandar rezar em sua intenção, tanto em vida quanto depois da morte?
* Fui respeitoso e obediente com os meus professores?
* Fui educado para com meus empregados?
Deveres dos superiores (patrões, oficiais das Forças Armadas, executivos, etc.):
* Faltei com a justiça, não pagando o salário devido ou castigando injustamente?
* Recusei a meus subalternos a liberdade de cumprirem seus deveres com a Igreja Católica Apostólica Romana?
* Deixei de instruí-los na verdadeira Fé?
* Deixei de vigiar a fé e os costumes de meus subalternos?
* Dei a eles maus exemplos?
* Fui áspero, desconfiado, caprichoso, altivo, desdenhoso?
Deveres dos inferiores (empregados, operários, soldados):
* Faltei com a justiça, não cumprindo as obrigações de meu ofício?
* Faltei com o respeito a meus superiores?
* Causei-lhes dano com críticas injustas?
* Abusei da confiança deles?
5° Mandamento:
* Tive ódio do meu próximo ou desprezei-o?
* Desejei-lhe mal?
* Que mal?
* Fui áspero com os infelizes, os fracos, os pequenos?
* Recusei o perdão das injúrias, dos danos e dos aborrecimentos que me causaram?
* Existe alguém a quem, por ódio ou por rancor, eu recuse a palavra ou o serviço?
* Maltratei alguém ou lhe causei dano na vida ou na saúde?
* Semeei discórdias, espalhando boatos falsos ou verdadeiros?
* Induzi o próximo ao mal?
* De que maneira?
* Escandalizei alguém com maus conselhos e maus exemplos?
* Desviei alguém dos seus deveres?
* Emprestei maus livros, maus jornais ou revistas, más fitas de vídeo, que facilitem e induzam ao pecado?
* Deixei de impedir o mal, podendo fazê-lo?
* Expus a minha vida por imprudência, vaidade ou falta dos devidos cuidados?
6° e 9° Mandamentos:
* Consenti em pensamentos ou desejos contrários à pureza?
* Falei, li, vi ou escutei, de propósito, indecências?
* Cantei ou ouvi cantar músicas obscenas?
* Consenti em olhares ou ações indecentes?
* Usei roupas indecentes?
* Fiz leituras ou assisti a filmes indecentes, levianos ou maus?
* Expus-me a ocasiões das quais deveria fugir?
* Frequentei festas, bailes, espetáculos ou cinemas perigosos ou imorais?
* Pratiquei atos que não devem ser praticados fora do casamento?
* "Fiquei" com alguém, sem vistas ao casamento?
* Me masturbei?
7° e 10° Mandamentos:
* Causei dano aos bens do próximo?
* Retive o que não me pertencia ou aproveitei-me disso?
* Deixei de reparar o dano causado aos bens do próximo?
* Negligenciei pagar minhas dívidas?
* Guardei objetos encontrados, sem procurar o legítimo dono?
* Desejei apossar-me injustamente dos bens alheios?
8° Mandamento:
* Suspeitei ou pensei mal do próximo sem motivo?
* Falei mal do próximo, tendo ou não razão, de modo a causar-lhe dano à reputação ou aos bens?
* Induzi os outros à calúnia (dizer que alguém cometeu um mal que na verdade não cometeu) ou à maledicência (dizer que alguém cometeu um mal realmente cometido)?
* Ultrajei o meu próximo com injúrias, ares desdenhosos ou zombarias?
* Menti e com isso causei dano?
* Fui indiscreto, descobrindo coisas que devia calar, lendo ou abusando de cartas dirigidas aos outros?
* Reparei o dano causado?
Mandamentos da Santa Igreja:
* Deixei de me confessar ou de comungar na Páscoa?
* Deixei de jejuar conforme manda a Igreja?
Pecados capitais:
Orgulho:
* Desprezei gravemente meu próximo por orgulho?
* Fiquei ofendido por pouca coisa ou me deixei dominar pelo mau humor?
* Tive pensamentos vaidosos?
* Afastei o próximo, os pobres, os indefesos, falando com eles de cima para baixo e sem consideração?
* Passei tempo demais escolhendo roupas, penteados ou maquiagens?
* Me preocupei demais com o que os outros pensariam de minha aparência?
Avareza:
* Tenho muito apego ao dinheiro?
* Deixei de dar uma esmola que eu tinha condições de dar?
Inveja:
* Fiquei feliz com a desgraça dos outros?
* Fiquei triste ao ver o bem que acontece aos outros?
* Invejei o meu próximo?
Gula:
* Comi ou bebi mais que a minha fome real?
Cólera:
* Fui impaciente ou violento?
* Encolerizei-me?
* Guardo rancor?
Preguiça:
* Deixei de cumprir os meus deveres religiosos?
* Deixei de cumprir as minhas obrigações de estudo ou trabalho?
* Deixei de ajudar a quem me pediu, por preguiça apenas?
* Tenho sido vadio ou desocupado?
Ato de Contrição:
Senhor meu, Jesus Cristo, Deus e homem verdadeiro, Criador e Redentor meu, por serdes Vós quem sois, sumamente bom e digno de ser amado sobre todas as coisas e porque Vos amo e estimo, pesa-me, Senhor, de todo o meu coração de Vos Ter ofendido e merecido o Inferno; e proponho firmemente, ajudado com os auxílios de Vossa Divina Graça, emendar-me e nunca mais Vos tornar a ofender; e espero alcançar o perdão de minhas culpas por Vossa infinita misericórdia.
Amém.

A Confissão dos Pecados Ensinada na Bíblia
A Igreja ensina que a confissão deve ser feita somente a um sacerdote, mas não encontrei uma base sólida para isso na Bíblia. Você poderia me indicar onde na Bíblia se ensina isto?
Claro. Temos, porém, que manter em mente que a nossa fé não é baseada apenas na Bíblia, já que a Bíblia é filha da Igreja, não sua mãe.
Mesmo assim encontramos na Escritura dados suficientes para corroborar a Tradição Oral e o Magistério da Igreja.
Jesus, dentre todos os que o seguiam (multidões!), escolheu doze apóstolos. Este número corresponde ao número de tribos de Israel, Povo de Deus. A Igreja, fundada sobre os apóstolos (Cf. Ap. 21,14, 1Cor 3,10 e Ef. 2,20), é o novo Povo de Deus (como Deus não volta atrás, a Antiga Aliança continua válida, embora incompleta, para os judeus).
A estes doze, e apenas a eles, Jesus deu o poder de perdoar os pecados (Jo 20,21-23). Note que ele deu este poder apenas aos apóstolos, e o fez depois de Sua Ressurreição. Não faria sentido dar este poder se isto não fosse necessário. O próprio São Paulo nos lembra da necessidade e da origem deste sacramento (2Cor 5,18).
Mas não faria sentido que este poder acabasse na geração dos apóstolos. Afinal, por que nós precisaríamos menos do perdão dos pecados que a gente daquele tempo?
É por isso que este poder foi transmitido aos sucessores dos Apóstolos, que seguiram a transmiti-los. A Igreja tem a sucessão de São Pedro, a quem Jesus entregou as chaves do Céu e a missão de apascentar o Seu rebanho.
Desde então a Igreja tem ciosamente guardado a doutrina de Cristo e ministrado os Sacramentos por Ele instituídos como meios para nossa salvação.
O poder de perdoar os pecados, porém, não deve ser conferido a qualquer um (1Tm 5,22), ainda que o valor do Sacramento independa da santidade pessoal do sacerdote (Rom 5,11). O objetivo é evitar escândalos causados por pessoas despreparadas, que não abraçam a graça a eles conferida pelo Sacramento da Ordem (1Tm 4,14).
Note que igrejas autocéfalas, como os coptas ou os nestorianos da Índia, apresentam praticamente da mesma forma o Sacramento da Reconciliação. Chamo à atenção estas igrejas porque separaram-se da Igreja há muito tempo. Os nestorianos da Índia seguem a sucessão apostólica de São Tomé, que ordenou seus primeiros bispos e deu a eles o poder de perdoar os pecados.
Os coptas, nestorianos e outros frequentemente apresentam erros graves de doutrina, por não se terem mantido sob Pedro, a quem Cristo deu o poder de ligar e desligar (expressões rabínicas significando estabelecer a verdadeira exegese de um texto bíblico que diga respeito a direitos e deveres). Mas mesmo assim, a Confissão é por eles considerada necessária.

Por que Confessar-se?
"Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: Um homem tinha dois filhos, e o mais jovem disse a seu pai "Pai, dá-me a parte da herança que me cabe". Ele repartiu entre eles os seus bens. Passados alguns dias, o filho mais novo, reunindo tudo, partiu para uma terra distante....
Conhecemos esta parábola, não? Quantas vezes a ouvimos sem prestar atenção suficiente para descobrir a mensagem principal. Mais do que falar sobre os filhos - um, ingrato, que desperdiça os bens que seu Pai lhe dá (Nossa liberdade, nossa vontade, nossa alma em graça que nos torna seus filhos), e outro, egoísta, que preocupa-se consigo mesmo, acima do outro, achando-se mais merecedor das atenções do Pai por não ter falhado, mas que não sabe amar - Jesus queria nos falar sobre o Pai. Toda a parábola gira em torno do Pai. O comportamento dos filhos serve para mostrar os traços deste Pai.
Vamos pensar no final da parábola...
O filho pródigo distingue ao longe a fazenda paterna e os campos que a cercam. Treme e diminui o passo; seu coração bate com força. Uma angústia lhe oprime o peito. E se for expulso? No fundo, nada seria mais justo. É só agora que começa a entrever a malícia dos seus pecados. Sente na carne a dureza com que tratou seu Pai. Será capaz sequer de suportar-lhe o olhar? Pouco importa que lhe desperte a cólera, o que importa é que lhe confesse a sua falta. O dia declina e ele avança lentamente.
Um outro coração, porém, bate mais fortemente que o seu: o coração do Pai, que nunca se conformou com a partida do filho. Cada tarde, depois do dia fatal, ele sobe até o terraço, de onde a vista alcança as adjacências. Cada tarde ele perscruta as estradas circunvizinhas, para depois retornar a seus aposentos com o coração um pouco mais doído. E no dia seguinte volta a subir. Quem sabe seu filho regressará hoje?!
Que teria acontecido se, naquela tarde, cansado de esperar, o Pai não tivesse mais ido ao terraço? Ou se o filho não tivesse encontrado senão um criado que o tivesse enxotado? Ou se tivesse topado com o irmão mais velho?!
Naquela tarde foi diferente: Quando ainda estava longe, seu Pai o viu e, compadecido, correu-lhe ao encontro e se lançou ao seu pescoço e o cobriu de beijos.
Que faz esse Pai com a sua dignidade? Que faz com o prestígio da autoridade paterna?
E nós? O que fazemos com o nosso amor?
O Pai tem pressa em recuperar o objeto de sua ternura. O filho nem sequer tem tempo de pronunciar a frase ensaiada: "Pai pequei contra o céu e contra ti. Já não sou digno de ser chamado teu filho." O pai toma sua cabeça entre as mãos e cobre-o de beijos.
Já lhe ocorreu pensar que nós, ao reconverter-nos pedindo perdão numa boa confissão individual, fazemos a alegria de Deus? É maior a alegria por um pecador que se converte do que por noventa e nove justos que não precisam de conversão. Se Jesus não o tivesse dito tão claramente, poderia nos ocorrer que, antes que Deus nos dê a sua alegria, nós podemos dá-la a Ele?
Não descobrimos a gravidade de nossos pecados quando medimos a nossa leviandade ou desleixo, ou tentamos identificar um traço de pesar em nossa consciência. Só descobrimos quando avaliamos, pelas palavras de seu Filho, essa sua alegria pela nossa volta ( e também quando meditamos no sacrifício de Jesus, com a certeza de que o fez por cada um de nossos pecados individuais, Ele que, como Deus, tinha a ciência e a visão de cada um de nós que ainda viríamos ao mundo). Não se trata simplesmente de alegria, é algo maior! É júbilo, regozijo!
Pense no carinho com que Jesus descreve as atitudes deste pai da parábola, que não é outro senão seu Pai! O nosso pecado é tão grave que causamos luto à Deus! Nós O privamos eternamente de um de seus filhos! Isto nos leva à outra parábola: a da ovelha desgarrada, onde, mais uma vez, Jesus mostra seu apreço por nossas almas.
O filho já estava arrependido quando lembrou que na casa de seu Pai ele não tinha que comer a comida dos porcos. Mas, num primeiro momento, faltava-lhe o amor para decidir voltar, e de joelhos se humilhar e pedir perdão. Se o filho tivesse pensado na alegria de seu Pai, ao invés de pensar em sua reprovação, não teria se demorado tanto a se decidir.
Precisamos enraizar em nós, a certeza de que, antes que nós O amássemos Ele já nos amava quando nos criou. Ele nos ama tanto que, como um Pai que perdeu seu filho amado, está todo dia à nossa espera, sofrendo por nos ter perdido. Pense no quanto Ele lhe deu até hoje: Fé, família, bem estar material, saúde... Pense só em quantas vezes Ele cruzou o seu caminho e mudou a trajetória de sua vida! Como pode negar a Deus o que lhe é devido (seu amor e gratidão)?! O orgulho é algo que nos mata, se nos impede de nos humilharmos diante de Deus, para pedir perdão, ou se nos faz achar que não temos pecados, ou se nos faz pensar que podemos perdoá-los particularmente com Deus, sem a absolvição em uma confissão. Este orgulho nos afasta de Deus terminando por minar a nossa fé, criando uma crosta em nossa consciência que nos faz esquecer dele.
Deus o está esperando, porque, tenha certeza, você está se afastado dele. E para voltar a Ele é preciso que, pensando em seu amor, decida ser humilde, com a simplicidade de uma criança que, com um sorriso aberto, vem se mostrar suja a seu pai, pedindo que a limpe ( é assim que devemos ir a confissão). E esta decisão não se consegue sozinho. É preciso pedir que Ele o ajude a quebrar a crosta.

Revisão de Vida
Se na realidade, almejamos uma vida de pureza espiritual, uma vida de poder, uma vida de utilidade, cada um de nós deve procurar um lugar solitário e fazer um exame de sua vida diante de Deus à luz dessas perguntas.
Uma vez removido o obstáculo, o Espírito Santo que em nós já habita, tomará conta de nossa vida e nos utilizará para a glória de Cristo. Amém. Aleluia!!
Responda a você mesmo:
  • Já perdoamos a todos? Há qualquer malícia, despeito, ódio ou inimizade em nosso coração? Será que alimentamos rixa contra alguém e que nos recusamos a fazer reconciliações?
  • Será que nós nos zangamos? Há alguma revolta dentro de nós? Será verdade que constumamos perder a calma? Será que o ódio nos domina com suas garras, uma vez ou outra?
  • Estará havendo algum sentimento de ciúme? Quando o outro recebe preferência, isso porventura nos aborrece e nos provoca inveja? Temos ciúmes daqueles que oram, falam e fazem as coisas melhor do que nós?
  • Será que nos impacientamos ou nos irritamos? As coisas sem importância nos incomodam e amolam? Ou será que nos mantemos calmos, dóceis e corteses sob quaisquer circunstâncias?
  • Ficamos ofendidos com facilidade? Quando alguém deixa de notar a nossa presença e passa por nós sem falar, isso nos magoa? Se os outros são tão considerados e nós negligenciados, como é que nos sentimos nesta situação?
  • Existe algum orgulho em nosso coração? Fazemos juízo muito favorável a nosso respeito? Será que pensamos muito em nossa posição e em nossos feitos?
  • Será que temos sido desonestos? Nossas transações estão acima de qualquer crítica? Será que nosso metro tem cem centímetros e nosso quilo mil gramas?
  • Teremos falado mal dos outros? Caluniado o caráter alheio? Será que somos intrigantes e faladores?
  • Criticamos sem consideração, com grosseria e severidade? Estamos procurando falhas e defeitos alheios?
  • Estamos roubando a Deus? Estamos usando para outro fim o tempo que pertence a Ele? Estamos com dinheiro que lhe pertence?
  • Somos mundanos? Gostamos do brilho, da pompa, da exibição?
  • Temos furtado? Apossamo-nos de pequenos objetos que não nos pertencem?
  • Abrigamos o Espírito de Amargura contra alguém? Existe ódio em nosso coração?
  • Estaremos vivendo com leviandade e frivolidade? Nossa conduta estará sendo equívoca? Será que pelos nossos atos o mundo nos considera como sendo dele?
  • Será que nos apropriamos de alguma coisa e não fizemos restituição? Já pusemos em ordem uma série de coisas erradas que Deus nos revelou?
  • Estamos contrariados ou ansiosos? Não conseguimos confiar em Deus quanto às nossas necessidades temporais e espirituais? Será que estamos antecipando dificuldades antes que elas surjam?
  • Estaremos tendo pensamentos lascivos? Permitimos que nossa mente imagine coisas impuras e condenáveis?
  • Costumamos falar sempre a verdade em nossas afirmações ou temos hábitos de exagerar, dando impressões falsas? Mentiras?
  • Somos culpados do pecado da incredulidade? A respeito de tudo o que Deus fez por nós, ainda persistimos em não crer nas promessas de sua palavra?
  • Temos cometido o pecado de não orar como devíamos? Somos intercessores? Oramos? Quanto tempo gastamos de joelhos? Será que eliminamos a oração da nossa vida?
  • Estamos negligenciando a palavra de Deus? Quantos capítulos lemos diariamente? Estamos estudando a Bíblia? Recorremos às Escrituras quando carecemos de poder?
  • Temos deixado de confessar a Cristo abertamente? Ficamos calados quando nos cercam pessoas mudanas? Estamos dando testemunho todos os dias?
  • Estamos preocupados com a salvação das almas? Temos amor pelos perdidos? Há em nosso coração compaixão por aqueles que estão perecendo?
O Filho Pródigo
Jesus, durante sua missão terrena costumava ensinar por meio de parábolas. São muitos os ensinamentos em que Jesus usava de exemplos do cotidiano para anunciar a sua Palavra Salvífica. Uma dessas parábolas é a do Filho Pródigo (Lc 15, 11-32).
Um dos objetivos de Jesus em sua missão era apresentar ao povo de Deus daquela época (que passava por dificuldades), um Pai diferente do que eles pensavam. O povo caracterizava-O como um Deus autoritário, cruel e distante de seus filhos, mas tudo isso foi completamente esquecido com a vinda de Cristo, o Messias.
Foi através desta parábola que Jesus mudou a idéia de muitos, ou seja, as características do Deus que eles pensavam ser, foi "substituído" por um Deus cheio de misericórdia para com os seus filhos.
A parábola do Filho Pródigo pode ser dividida em três partes:
  • A ida do filho e a tristeza do Pai.
Quando o filho menor decide abandonar a casa do seu Pai, para ir esbanjar sua herança em outro país, seu Pai fica profundamente triste, mas não perde as esperanças de um dia seu filho menor voltar para os seus braços.
  • A fartura do filho, a miséria e o arrependimento.
Durante as orgias e gastos do filho, toda aquela riqueza acaba e ele passa por grande penúria. Agora para sobreviver teve que trabalhar, mas nem o emprego que arranjou foi o suficiente para o seu sustento.
Veio então o grande arrependimento, viu que tudo tinha na casa do Pai e de lá saiu para viver uma vida de orgias que acabou em grande miséria.
Decidiu então voltar para a casa de seu Pai, não para ser servido, mas sim para ser escravo de toda a sua família.
  • Volta do filho, alegria do Pai e a cólera do irmão mais velho.
Enquanto o filho menor caminhava rumo ao encontro de seu Pai (ele se encontrava sujo e maltrapilho), seu Pai, movido de enorme compaixão e alegria, foi correndo ao encontro do filho mais novo beijá-lo e abraçá-lo. Seu filho pede de joelhos perdão e seu Pai nem responde, vai logo pedindo aos servos sandálias e roupas para o filho recém-chegado. O Pai organizou uma grande festa para comemorar a volta do filho.
Já seu irmão mais velho, vindo do trabalho, ao escutar música e a dança, foi ver o que acontecia. Ele ficou extremamente triste em saber que seu Pai perdoou o seu irmão menor e deu a ele grande festa por recompensa. Seu pai, então, movido de alegria respondeu o filho maior com as seguintes palavras: "Filho, tu estás sempre comigo, e tudo o que é meu é teu. Convinha , porém, fazermos festa, pois este teu irmão estava morto, e reviveu; tinha se perdido, e foi achado" (Lc 15,32).
Através da parábola que acabamos de analisar, podemos constatar que o nosso Deus é extremamente maravilhoso e misericordioso. O Filho pecador que esbanjou riquezas, volta à casa do Pai arrependido, e Ele, movido de eterna misericórdia, perdoa sem pensar duas vezes e dá a ele todo amor que um filho merece receber. Isso acontece não só com o rapaz da história, mas sim com todos nós quando caímos em tentação. O Pai estende a sua mão e arranca de nós o pecado e nos deixa a doçura do Espírito Santo para nunca mais pecar.


Eu me Confesso Assim...
1.       Eu Me Esclareço
Confissão é o meio certo de eu receber o perdão de meus pecados. Foi Jesus quem deu aos padres o poder de perdoar os nossos pecados. Jesus falou: "A quem vocês perdoarem os pecados, os pecados serão perdoados" (Jo 20,19-23).
Só a confissão bem feita é que perdoa os pecados. Para a confissão ser bem feita, eu preciso:
·         do EXAME para eu achar os meus pecados;
·         do ARREPENDIMENTO para eu ter mágoa de ter desobedecido a Deus (Lc 18,13; Mt 26,75; Lc 15,21);
·         do PROPÓSITO e da vontade séria de não querer pecar mais;
·         da CONFISSÃO para eu contar meus pecados ao padre;
·         da SATISFAÇÃO para eu rezar aquilo que o padre mandar.
PECADO ESQUECIDO na confissão fica perdoado se eu fiz bem o Exame de Consciência.
PECADO ESCONDIDO na confissão não fica perdoado, eu não posso comungar e tenho de fazer outra confissão.
Está errado pôr comida limpa em prato sujo. Está errado receber Jesus num coração sujo de pecado grande. Primeiro a gente lava o prato e depois põe a comida. Primeiro eu tenho de lavar minha alma com uma confissão bem feita e depois ir receber a Jesus na Hóstia (São Paulo, na 1ª Carta aos Corínthios, cap. 11, 23-29, nos lembra disso).
2.       Reconhecer-se Pecador
"Se dissermos que não temos pecado, enganamos a nós mesmos e a verdade não está em nós. Se confessarmos nossos pecados, Deus é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a culpa" (1Jo 1,8-9).
O pecado é aquele egoísmo que vai tomando conta de nós e faz com que negligenciemos os nossos deveres para com Deus e para com os outros (pecado social) e até para conosco mesmos.
3.       Exame de Consciência
1.       deixei de rezar de manhã, de tarde e de noite?
2.       faltei à S.Missa aos domingos (ao culto dominical)?
3.       na Santa Missa fiquei de fora da Igreja?
4.       fui à Santa Missa só para agradar a meus pais, à namorada?
5.       fui à Santa Missa com roupas indecentes?
6.       por minha culpa, cheguei tarde à Santa Missa?
7.       por minha culpa, rezei mal, conversei na Igreja?
8.       deixei de estudar a Religião?
9.       duvidei de alguma verdade da Religião?
10.    tive vergonha de praticar minha Religião?
11.    perdi a fé em Deus?
12.    fui ao espiritismo, macumba ou benzedeiras?
13.    acreditei em horóscopo, acreditei em Iemanjá?
14.    falei o NOME DE DEUS sem respeito?
15.    jurei por Deus? Jurei falso?
16.    blasfemei ou disse palavras injuriosas contra Deus?
17.    fiz promessa e depois não quis cumprir?
18.    não fiz a Páscoa? (confissão e comunhão)
19.    sem necessidade, trabalhei nos domingos?
20.    desobedeci, fui malcriado, xinguei meus pais?
21.    com meu mau comportamento, entristeci meus pais?
22.    pensei mal dos outros? Falei mal dos outros?
23.    falei mentiras, fiz fofocas, fiz intrigas?
24.    caluniei os outros em coisa grave?
25.    roguei praga nos outros?
26.    briguei sério com os outros?
27.    guardei raiva, pensei em vingança?
28.    xinguei os outros com palavras pesadas?
29.    bati gravemente nos outros?
30.    desejei um grande mal aos outros?
31.    fui culpado do pecado dos outros?
32.    convidei os outros para pecar?
33.    maltratei os animais?
34.    por querer, olhei e pensei coisas indecentes?
35.    conversei e li coisas indecentes?
36.    não afastei os desejos de fazer coisas indecentes?
37.    fiz atos indecentes no meu corpo?
38.    fiz atos indecentes com pessoas solteiras? Casadas?
39.    tirei a honra de alguma menina?
40.    provoquei os rapazes para fazer coisas indecentes comigo?
41.    usei roupas indecentes?
42.    assisti a filmes e novelas indecentes?
43.    tomei parte em divertimentos perigosos para a minha moral?
44.    namorei sem querer casar com a pessoa?
45.    já pedi prova de amor à minha namorada?
46.    já me entreguei ao meu namorado?
47.    namorei pessoas casadas ou divorciadas?
48.    tomei pílulas para não ficar grávida?
49.    evitei filhos por meios proibidos pela Igreja?
50.    liguei as trompas?
51.    fiz aborto? (*)
52.    aconselhei e ajudei alguém a abortar? (*)
53.    roubei coisa importante e ainda não restituí?
54.    comprei coisa roubada e ainda não entreguei ao dono?
55.    dei prejuízo grande aos outros e ainda não paguei?
56.    comprei e não paguei, pedi emprestado e não devolvi?
57.    gastei dinhero à toa, fui ganancioso?
58.    fui guloso, beb demais e fiquei embriagado?
59.    fumei maconha? Tomei bolinha? Usei outro tipo de droga?
60.    por querer, abandonei os estudos ou o emprego?
61.    vivo vadiando sem querer fazer nada?
62.    fiz confissão mal feita e não reparei?
63.    por querer, comunguei em pecado grave?
64.    pequei, dizendo antes de pecar: "depois vou me confessar"?
(*) - A Igreja considera o aborto provocado, qualquer que seja o método ou técnicas caseiras, um pecado gravíssimo. Impõe a excomunhão a todos os que tomam parte nele, consciente e voluntariamente (mulher, marido, amante, pai, familiares, médicos, farmacêuticos, enfermeiras, parteiras, etc.) - Código do Direito Canônico, Cân. 1398.
4.       Eu Me Confesso
Depois do EXAME, eu rezo assim:
"Meu Deus, venho pedir perdão de meus pecados. Imploro vossa Misericórdia e vossa Graça para fazer uma boa confissão. Enviai-me o Espírito Santo para conhecer quanto pequei, as suas causas e os meis de os evitar. Amém."
·         Depois eu vou ao padre;
·         O padre vai me perdoar em nome de Deus.
5.       Eu Rezo o Ato de Contrição
"Meu Jesus, Crucificado por minha culpa, estou muito arrependido de ter pecado, pois ofendi a Vós, que sois tão bom, e mereci ser castigado neste mundo e no outro. Mas perdoai-me, Senhor, não quero mais pecar."
6.       Vou Mudar de Vida
·         Vou rezar todos os dicas (Sermão da Montanha, Mt 6,6-13);
·         Vou reler os Mandamentos (Jesus e o jovem, Lc 18,18-23);
·         Vou seguir Jesus (Jo 14,15-17);
·         Vou ler um bom livro (2Tim 3,16);
·         Vou me confessar muitas vezes por ano.
7.       Jesus Me Aconselha
·         Filho, você pecou? Não volte ao pecado (Jo 8,11);
·         Não faça o mal, e ele não cairá sobre você;
·         Honre seu pai, para descer sobre você a minha bênção;
·         Não despreze os conselhos de sua mãe (prov. 1,8);
·         FUJA DO PECADO, como se foge de uma cobra (Mt 26,41).
8.       Santa Teresa e a Confissão
Um dia Santa Teresa viu muitas almas caindo no inferno. Ela perguntou a Jesus por que aquelas almas caíam no inferno. Jesus respondeu: "Por causa das confissões mal feitas". Então Santa Teresa escreveu logo a um padre: "Padre, pregue muitas vezes contra as confissões mal feitas, porque é esse o laço do demônio para pegar as almas

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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*Catequese com Adultos/ Paróquia Nossa Senhora do Rosário - Vila Tesouro - São José dos Campos - SP. * "Vida sim, aborto não!

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