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terça-feira, 10 de junho de 2014

Santíssima Trindade - Solenidade

A Solenidade da Santíssima Trindade foi instituída pelo Papa João XXII no ano de 1334 com data fixada para o primeiro domingo após o Pentecostes. (Católicos com Jesus)


Na Igreja Católica, a festa da Santíssima Trindade é considerada uma das solenidades mais importantes do ano litúrgico.

Unidade e Trindade de Deus

A Santíssima Trindade é um dogma, que proclama a verdade essencial do mistério da "unidade e trindade de Deus": um só Deus em Três Pessoas distintas: Pai, Filho e Espírito Santo.  É um mistério. Portanto, é de difícil interpretação e impossível de ser assimilado pelas limitações humanas.

 "Mistério" não quer dizer que algo seja impossível de existir ou de acontecer; "mistério" é apenas algo que a nossa inteligência não é capaz de compreender inteiramente. 

...a substância do Novo Testamento

O mistério da Santíssima Trindade é definido pelos doutores da Igreja como sendo a substância do Novo Testamento. Isto quer dizer que ele é o maior de todos os mistérios da Santa Igreja, a origem e o fundamento de todos os outros mistérios. Pois que, refere-se especificamente a Deus, em sua essência, princípio e fim de todos os seres.  Foi para conhecer e contemplar esse mistério que os anjos foram criados no céu e os homens na terra.

E foi para manifestar este mistério mais claramente que o próprio Deus desceu da sua morada com os anjos e veio para junto dos homens. Há séculos, baseada em claras e explícitas citações bíblicas, a Santa Igreja ensina e proclama esse mistério de Três Pessoas em um só Deus.

Tentando entender um mistério

Santo Agostinho, grande teólogo e doutor da Igreja, tentou compreender inteiramente este inefável mistério. Ele foi longe, porém, não chegou lá.

Absorto e meditativo, em certa ocasião, ele passeava pela praia pedindo a Deus luzes para que pudesse desvendar esse Santo enigma. É muito conhecido o que, então, lhe aconteceu: encontrou-se com um menino brincando na areia. A criança fazia um trajeto curto e repetitivo: com um copo na mão, continuamente, ele ia e vinha; enchia o copo com água do mar e a despejava num pequeno buraco feito na areia da praia.

Curioso, Agostinho perguntou à criança o que ela pretendia com aquilo. O menino respondeu que queria colocar toda a água do mar dentro daquele buraquinho. O Santo explicou a ele que seria impossível realizar o que queria. O menino desconhecido, então, argumentou: "É muito mais fácil o oceano todo ser transferido para este buraco, do que o mistério da Santíssima Trindade ser compreendido". E a criança desapareceu: era um anjo.

Agostinho entendeu a lição. Ele concluiu que a mente humana é extremante limitada para poder entender toda a dimensão de Deus. Por mais que se esforce, jamais o homem poderá entender esta grandeza por suas próprias forças ou por seu raciocínio. Só compreenderemos plenamente a Deus na eternidade, quando nos encontrarmos no céu com o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

As obras da Trindade são indivisíveis

O apóstolo São Paulo anuncia a Trindade das pessoas e a unidade da sua natureza quando escreve: «Da parte d'Ele, por meio d'Ele e para Ele são todas as coisas. Glória a Ele pelos séculos» (Rom 11,36).

Santo Agostinho escreveu, comentando esta passagem: «Estas palavras não são devidas ao acaso. ‘Da parte d'Ele' designa o Pai, ‘por meio d'Ele' designa o Filho e ‘para Ele' designa o Espírito Santo».

Com segurança e justeza a Igreja tem o hábito de atribuir ao Pai as obras da Divindade onde resplandece o poder. Atribui ao Filho aquelas obras onde resplandece a sabedoria e ao Espírito Santo atribui aquelas obras onde resplandece o amor. Isso não quer dizer que todas as perfeições e obras exteriores de Deus não sejam comuns às pessoas divinas: «as obras da Trindade são indivisíveis, como a essência da Trindade é indivisível» (Sto Agostinho).

Não há festa própria para cada uma das Pessoas Divinas...

Na época em que o Papa Inocêncio XII governava a Igreja, surgiu no mundo católico o desejo de que fosse estabelecida uma festa especial e exclusiva em honra do Pai Eterno. O Papa não atendeu ao pedido, por clarividência e prudência.

É verdade que existem dias festivos, solenidades para celebrar cada um dos mistérios do Verbo Encarnado (Nosso Senhor Jesus Cristo), mas não existe festa própria para celebrar exclusivamente o Verbo Encarnado, segundo sua natureza divina.

Também a solenidade de Pentecostes, já de há muito tempo comemorada, recorda a missão externa do Espírito Paráclito, sua vinda aos homens. Não se refere simplesmente ao Espírito Santo, por si só, segundo sua natureza divina.

Todas estas festas e solenidades foram prudentemente estabelecidas desse modo para evitar que alguém multiplicasse a essência divina, distinguindo as Pessoas.

Uma solenidade para o Deus Uno, Trino e Eterno

Séculos mais tarde, ainda para que não pairasse qualquer dúvida quanto à Unidade e Trindade de Deus, foi que a Igreja, preservando em seus filhos a pureza da Fé, quis instituir uma festa especialmente dedicada à Santíssima Trindade: Pai, Filho, Espírito Santo. Era uma festa para reverenciar, honrar, adorar, render glória a Deus, Uno, Trino e Eterno.

Quem a estabeleceu foi o Papa João XXII. Ele mandou que ela fosse celebrada em todas as partes; permitiu que se dedicassem a este mistério templos e altares. Depois de uma visão celeste que ele teve, ainda aprovou, em honra da Santíssima Trindade, uma Ordem religiosa para a Redenção dos Cativos.

Santíssima Trindade: no início, no término e em seu nome

É útil lembrarmos que o culto tributado aos Santos, aos Anjos, à Santa Mãe de Deus é sempre iniciado e terminado na Santíssima Trindade. Nas preces consagradas a uma das três pessoas divinas, também se faz menção às outras; mesmo ao invocar a cada uma das Pessoas separadamente, termina-se sempre com sua invocação comum. Todos os Salmos e hinos têm a mesma doxologia "ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo". As bênçãos, os ritos, os sacramentos, ou são feitos em nome da Santíssima Trindade ou lhes acompanha a sua intercessão. (JSG)


Fonte: Papa Leão XIII - Encíclica "Divinum Illud Munus" - Sobre a presença e virtude admirável do Espírito Santo / www.arautos.org/especial/27283/Festa-da-Santissima-Trindade.html

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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