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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Prisões: existem modelos alternativos?

Dom Rodolfo Luís Weber
Arcebispo de Passo Fundo


Os massacres ocorridos nos presídios revelam a grave situação do sistema prisional. É um problema que não pode ser tratado com leviandade e nem passionalmente. As soluções para minimizar os problemas são bem mais difíceis do que a simples descrição da realidade dos presídios e dos presos. Trata-se de estruturas, mas ,essencialmente, trata-se de pessoas que estão cumprindo penas ou esperando julgamento.

No Ano Santo da Misericórdia de 2016, visitei com a Pastoral Carcerária os presídios situados no território da Arquidiocese de Passo Fundo. Nestas visitas tive uma breve introdução à realidade dos presídios da região. A grande pergunta que ficou foi esta: Este modelo prisional alcança a sua finalidade? Existem modelos alternativos?
No dia 01 de dezembro de 2016, tive um compromisso na cidade de Pirapora, em Minas Gerais. Como tinha um tempo livre, o padre mostrou-me a cidade e depois me levou para visitar um presídio do regime semiaberto e fechado. Na fachada presídio estava escrito: “Centro de Reintegração Social” – APAC. Visitamos todo presídio e conversamos rapidamente com alguns apenados. Em traços gerais estava claro que era um presídio, mas as instalações e aparência física e o humor dos apenados eram muito diferentes do que tinha visto nos presídios da região de Passo Fundo. Fui informado que esta unidade prisional funcionava no sistema APAC.
O método foi idealizado pelo advogado e jornalista Mário Ottoboni. Participante do Cursilho de Cristandade sentiu-se desafiado a expressar o amor ao próximo e com um grupo de cristãos católicos foi ao encontro dos presos. Sentindo que deveria dar assistência jurídica aos condenados fundou, em 1972, na cidade de São José dos Campos/SP, a APAC – Associação de Proteção e Assistência aos Condenados. É uma pessoa jurídica de direito privado que tem por finalidade o efetivo cumprimento dos dispositivos elencados na Lei de Execução Penal. 
Mário Ottoboni justifica assim o método da APAC: “Porque se trata de uma metodologia que rompe com o sistema penal vigente, cruel em todos os aspectos e que não cumpre a finalidade da pena: prepara o condenado para ser devolvido em condições de conviver harmoniosamente e pacificamente com a sociedade. O método cuida em primeiro lugar da valorização humana da pessoa que errou e que, segregada ou não, cumpre pena privativa de liberdade”. Em sentido mais amplo, busca a proteção da sociedade, a promoção da justiça e o socorro às vítimas.
A metodologia da APAC tem sua base em 12 elementos fundamentais: participação da comunidade; recuperando ajudando recuperando; o trabalho; a religião; assistência jurídica; assistência à saúde; valorização humana; integração da família; trabalho voluntário e sua formação; Centro de Reintegração Social (CRS); conquistas de benefícios por mérito; jornada de Libertação com Cristo. 
A regra para um apenado se adentrar ao método da APAC é de que o próprio condenado queira participar do método aceitando, assim, a cumprir todas as regras impostas pelo método – como se estivesse realizando um “contrato de adesão”.
O site do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (http://www.tjmg.jus.br/portal/acoes-e-programas/novos-rumos/apac/) informa que em Minas Gerais existem 39 APACs em funcionamento e 58 APCs em implantação. Na mesma página se encontram uma série de informações sobre a APAC e a sua relação com o Tribunal. Creio que temos na APAC uma proposta alternativa. Um método válido para muitos dos condenados cumprirem suas penas, com resultados melhores do sistema convencional.

http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20119:prisoes-existem-modelos-alternativos&catid=448&Itemid=204

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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