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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Saber partilhar o caminho

Dom Adelar Baruffi
Bispo de Cruz Alta (RS)



A vida é um caminho. Traz consigo a dinamicidade da busca, dos projetos, dos fracassos e realizações. Move-se entre o passado que herdamos, o presente no qual estamos inseridos e o futuro que é nosso projeto e horizonte do caminhar. Como tal, a vida será sempre uma construção pessoal, intransferível. Porém, ao mesmo tempo, somos feitos para a comunhão.
Ninguém caminha sozinho. Daí a necessidade de saber partilhar o caminho com alguém. Não se trata somente das pessoas com as quais convivemos em nossa família, profissão, comunidade de fé ou ambientes de lazer. Trata-se da companhia do caminho, de um “irmão mais experiente” com quem partilhamos tudo o que faz parte de nossa vida. Na dimensão profissional está crescendo o número de pessoas que procuram um “profissional de coaching”, este deve ter a capacidade de conduzir seus passos para alcançar as metas que deseja. Tem a missão de ajudar a pessoa a caminhar na direção que ela quer ir. O “coaching” apoia a pessoa para que ela possa tornar-se quem quer ser. Em nossa vida espiritual e cristã também precisamos de um condutor, orientador, mestre (além do introdutor, catequista, grupo e comunidade). Hoje, faz-se mais necessária ainda esta figura, pois o processo de iniciação e formação cristã precisa ser acompanhado, conduzido, orientado, visto que a transmissão cultural da fé praticamente já não existe.
O cristão, em primeiro lugar, caminha na certeza da presença de Deus. O salmista diz: “Ele me guia por bons caminhos, por causa do seu nome. Embora eu caminhe por um vale tenebroso, nenhum mal eu temerei, pois junto a mim estás.” (Sl 22). Foi o pedido que Deus fez a Abraão: “E tu, caminha na minha presença.” (Gn 17,1). Todos os dias, como discípulo se coloca à escuta da sua presença que se revela de muitas formas. “A cada manhã o Senhor desperta o meu ouvido para escutar como discípulo”. (Is 50,4). Deus é a primeira e mais importante companhia. Ele nos criou para a comunhão com Ele. Quando o ser humano quer, orgulhosamente, viver sem esta presença, quebra esta harmonia e fere a si próprio. 
A Igreja tem uma longa tradição na arte de acompanhar, de ouvir e orientar. Esta figura se chama de orientador espiritual ou mestre espiritual. Uma imagem bíblica para exemplificar é a dos Discípulos de Emaús (Lc 24,13-35). Os dois discípulos falam de si, daquilo que os entristece. Jesus Ressuscitado se aproxima, começa a caminhar com eles, ouve atentamente, se interessa pela sua vida, pelos seus problemas. Depois, com habilidade traz a Palavra da Escritura que serve para iluminar, dar sentido à vida, e, sobretudo, aquece o coração. Ajuda-os a superar sua tristeza. Abrem os olhos e erguem a cabeça. Continuam a caminhar, agora renovados.
Para isto precisamos, em primeiro lugar, procurar a pessoa certa, que saiba “ouvir com o coração”: um padre, um monge, uma religiosa ou um leigo. Depois, a confiança de entregar a vida nas mãos de outrem, reconhecendo-o como irmão maior e orientador. Então, a abertura de si mesmo. Verbalizar os movimentos interiores de alegria, consolo, interrogações, dúvidas, decepções, tristezas e tudo o que tece a vida no cotidiano. Quanto sofrimento pode ser evitado se tivermos a coragem de partilhá-lo com alguém. Quantas famílias poderiam viver em harmonia ou até ter evitado uma separação se tivessem buscado ajuda, em tempo, com pessoas certas. 
A grande vantagem deste caminho partilhado é a possibilidade de discernir com mais clareza o projeto de Deus, sua vontade sobre a vida. Assim, através da leitura do presente, pode-se ter uma direção, um sentido que nos orienta no caminhar. Aquele que orienta nunca substitui a liberdade pessoal da pessoa, que sempre tem a última e definitiva palavra. 

http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20099:saber-partilhar-o-caminho&catid=432&Itemid=204

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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