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quarta-feira, 29 de março de 2017

O papel de pai e mãe na educação dos filhos

Desde o século XIX, de um modo especial, a família vem sendo bombardeada. Em nome de uma revolução sexual e do “progresso técnico-científico”, muita coisa vem sendo proposta para substituir esse núcleo vital da sociedade. No século XX, entramos na era do homem do cálculo e das resoluções rápidas e, agora, no tempo das ideias subjetivas e do relativismo. Entramos, ainda, na época da desconstrução de discursos e valores e do descrédito das instituições. Estamos numa evolução ou numa involução?

Quem deve educar? Uma autêntica autoridade em nossa vida educa. No entanto, temos que entender o que vem a ser autoridade.
A palavra autoridade provém do latim e significa fazer crescer, incrementar. Precisamos de autoridades em nossa educação.  Mas, na prática, quem se habilita? Quem está pronto? De quem é o papel?
Da família? Da escola?  Da Igreja?
Vemos nossas escolas sofrendo com depredações; vemos nossos professores sendo atacados por alunos; vemos instituições educacionais sucateadas… Onde está a autoridade?
Nas religiões, muitas vezes, detectamos o abuso da boa- fé das pessoas e do desespero de causa de muitos, em meio às crises em todas as ordens (na economia, na afetividade e na saúde).
Que autoridades são, de fato?
 Nas famílias, em tantos casos, há ausência da figura paterna ou a anulação dessa figura.
E o papel da mulher? Muitas não têm a possibilidade de cumprir a presença materna na infância dos filhos. Tantas mães têm que delegar às avós, às creches, às escolinhas, aos hoteizinhos a educação dos seus filhos. Enfim, o que podemos chamar de terceirização desse papel fundamental.
O que fazer? Nossos filhos e filhas ficarão por conta do Estado? Nem fé, nem educação, nem família?
Precisamos resgatar, antes de tudo, a família. O pai tem um papel fundamental na vida dos filhos. O homem é entrega, é doação. Ao menos, na sua natureza, deve sê-lo. Os homens precisam preparar-se para o cumprimento dessa missão. A figura masculina oferece o que lhe é próprio, como proteção, confiança, força, segurança e amor.
É a mulher, como mãe, que dá a identidade ao filho, que vem do seu colo (colo do útero) e vai precisar dele por um bom tempo, em particular, na primeira infância.
A mãe oferece e ensina a acolhida. Dá identidade, em todos os sentidos, aos filhos e filhas, pelo seu falar, pela sua maneira de educar, pela sua fé. A mulher dá identidade a uma família! Querendo ou não, seu papel é mais preponderante que o do homem em termos de necessidade da presença feminina. A verdadeira beleza da mulher aí está. É beleza e tem poder de determinar, de ser esteio, de manter a casa de pé. Por isso, de manter-se de pé. Não é à toa que sabemos tantas piadas de bêbados, e rimos. Mas de bêbada, não se fala. Pouco se fala. Uma mulher caída faz chorar.  A mulher não combina com um ser cambaleante. É senhora da Vida!
Precisamos zelar para que essas figuras não desapareçam… Parece até absurdo dizer isso. Num tempo em que gritamos pela não extinção de nossos queridos animais, temos que pensar também na raça humana. Pai e mãe, esposo e esposa, homem e mulher não existem por um acaso e não são diferentes por uma eventualidade.
Não dá para intuir, por aí, algo revelador? Virtudes diferentes em homem e mulher. Virtudes que se complementam e que têm uma reciprocidade entre diferentes que se enriquecem mutuamente?  Isso não é só teoria; a natureza humana comprova. O jeito de sentir dor é diferente, o modo de enfrentar as situações é divergente, as emoções são manifestadas de formas diferentes… enfim, em tudo existe diferença. São duas figuras que se unem para serem férteis em todos os sentidos. Geram na fecundidade e continuam gerando pessoas no amor.
Gosto muito de pensar na família, como o Criador pensou. Pense na sua! Ame a sua! Defenda essa instituição que não pode delegar o seu papel nem pode ter anulada a sua missão na sociedade.
Família tem a ver com fé! Antes, porém, família tem a ver com a natureza! Pense nisso!
Pe. Rinaldo Roberto de RezendeMestre em Teologia Moral com especialização em Matrimônio e FamíliaCura da Catedral de São Dimas, São José dos Campos – SP

http://www.diocese-sjc.org.br/o-papel-de-pai-e-mae-na-educacao-dos-filhos/

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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