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terça-feira, 18 de abril de 2017

Páscoa, a vitória da vida sobre a morte

Dom Caetano Ferrari
Diocese de Bauru

Hoje e nos próximos cinquenta dias, a Igreja canta solenemente na Liturgia: “Cristo ressuscitou, aleluia!” A Páscoa da ressurreição de Cristo enche o céu e a terra de alegria; está mais uma vez demonstrado o poder de nosso Deus e Salvador. Ninguém Lhe tirou a vida, Ele mesmo a ofereceu ao Pai por nós. Por isso, Jesus ora, dizendo: “Ressuscitei, ó Pai, e sempre estou contigo: pousaste sobre mim a tua mão, tua sabedoria é admirável, aleluia!” (Sl 138,18.5-6). Foi assim que São Francisco de Assis entendeu quando disse: “Cristo deitou-se para dormir e levantar-se depois na madrugada da Ressurreição”.

Se hoje mais uma vez nos alegramos porque Cristo Nosso Senhor ressuscitou, nos alegramos também porque Ele alcançou para nós a redenção e a ressurreição. Não é senão por sublime experiência mística que Santo Agostinho se expressou numa forma que poderia ser mal entendida como um paradoxo no mínimo irreverente: “Ó feliz culpa, a de Adão, que nos trouxe tão grande Salvador”. Na força da ressurreição do Senhor ressuscitamos com Ele, entendemos o sentido último de nossa vida e assistimos a esperança iluminando a face da terra. Toda a criação se alegra com a certeza de sua própria restauração operada pelo Ressuscitado, esperando, como afirma o Apóstolo Paulo, “de ela também ser libertada da escravidão da corrupção para entrar na liberdade da glória dos filhos de Deus” (Rm 8, 23). E nós, cristãos, criados por Deus, redimidos por Cristo e santificados pelo Espírito Santo, podemos caminhar por este mundo de cabeça erguida, louvando a Deus, amando-nos uns aos outros e cuidando da criação. Tudo assim como diz a Palavra de Deus: “Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com toda a tua mente e amarás o teu próximo como a ti mesmo. Desses dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas” (Mt 22, 37-40). E “cultivarás e guardarás a criação” (Gn 2,15).   
As passagens do Novo Testamento, notadamente dos quatro Evangelhos, que se referem à ressurreição de Jesus, falam das aparições de Jesus ressuscitado, do sepulcro vazio, da fé na ressurreição e do seu anúncio. O Evangelho deste domingo da Páscoa é de São João 20, 1-9. Na Missa vespertina a Liturgia permite que se leia o Evangelho de Lucas 24,13-35. 
Tendo presente o Evangelho de João, o Apóstolo apresenta a fé pascal num crescendo que vai se aperfeiçoando: do “ver sem crer” (20,1.5.6) para o “ver e crer” (20,8.25.27-29a) até o “crer sem ver” (20,29b). 
Maria Madalena foi de madrugada ao sepulcro de Jesus e viu que a pedra tinha sido retirada. Ela voltou correndo indo ao encontro de Simão Pedro e João, informando-lhes que o sepulcro estava vazio e não sabia onde tinham levado o Senhor. João saiu correndo para ver e chegou antes, esperando que Pedro, que era mais velho, chegasse também para deixá-lo entrar no sepulcro por primeiro. Depois, João entrou, viu os sinais - as faixas de linho e o pano com que foi coberto, tudo bem dobrado num lugar à parte - e acreditou. Noutra ocasião, Tomé precisou ver e tocar com seus dedos as chagas para crer, quando Jesus disse: “Porque viste, creste. Felizes os que não viram e creram”. Como João comenta: “De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual Jesus devia ressuscitar dos mortos”. Maria Madalena tornou-se a primeira mensageira da ressurreição de Jesus, foi ela quem por primeiro levou aos discípulos a notícia do sepulcro vazio e do Ressuscitado.  
Na primeira leitura da Missa tirada dos Atos dos Apóstolos - At 10, 34.37-43 - São Pedro tomou a palavra em nome dos Apóstolos e pregou ao povo dando testemunho do que Jesus fez, da sua morte e ressurreição: “Nós somos testemunhas de tudo o que Jesus fez na terra dos judeus e em Jerusalém. Eles o mataram, pregando-O numa cruz. Mas Deus O ressuscitou no terceiro dia, concedendo-Lhe manifestar-se não a todo o povo, mas às testemunhas que Deus havia escolhido: a nós, que comemos e bebemos com Jesus, depois que ressuscitou dos mortos. E Jesus nos mandou pregar ao povo e testemunhar que Deus O constituiu juiz dos vivos e dos mortos”.  
Na Oração da Missa, o celebrante convida o povo a elevar a Deus esta oração: “Ó Deus, por vosso Filho Unigênito, vencedor da morte, abristes hoje para nós as portas da eternidade. Concedei que, celebrando a ressurreição do Senhor, renovados pelo vosso Espírito, ressuscitemos na luz da vida nova”. 
Prezado leitor e leitora, desejo a você e seus familiares votos de feliz e santa Páscoa. 

http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20609:pascoa-a-vitoria-da-vida-sobre-a-morte&catid=301&Itemid=204

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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