"Seja Bem vindo" - "Este é um espaço a serviço do Reino de Deus. Queremos fazer deste espaço um ponto de encontro com a Fé.” Encontros Catequéticos domingo, as 08h30. “Vida sim, aborto não!” "Este site usa cookies para ajudar a fornecer serviços. Ao usar o site, você concorda com o uso de cookies."

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domingo, 20 de junho de 2010

Maria

MARIA
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1- Maria, a nova Eva

Pela desobediência, Eva afastou-se de Deus. Pela obediência e fé, Maria religou definitivamente o mundo a Deus.

2- Maria e Jesus

Após intensa participação na vida de Jesus até o batismo, Maria se “retira” para que Jesus passe a ser o “centro das atenções”.
Teve participação discretíssima durante a vida pública de Jesus, porém, nunca esteve ausente dela. Maria figura com destaque no primeiro milagre de Jesus e, depois, somente na Sua crucificação.

3- Maria e a Igreja

Durante a crucificação, Jesus vira-se para Maria e diz: “Mulher, eis aí seu filho”; e para João diz: “Filho, eis aí sua mãe.” ( Jo 19, 26 e 27 ).
Neste momento, Jesus dá a Maria sua segunda grande missão: Maria torna-se a Mãe da Humanidade e da Igreja.
A partir daí, Maria passa a assistir a igreja; primeiramente como conselheira dos apóstolos; depois, é assunta ao céu, onde é coroada como rainha do céu e da terra; e agora intercede por nós junto a Deus.

4- Maria e o Espírito Santo

Apesar de ter nascido predestinada, Maria recebeu definitivamente o Espírito Santo na anunciação, quando disse seu sim.
Embora não entendesse determinadas coisas, Maria as ouve e as “guarda em seu coração”, como é narrado nos evangelhos.
Essa atitude, por si só, de ouvir e meditar, sem nunca se queixar do que lhe foi imposto, já é sinal claro do Espírito Santo em Maria.
Maria estava presente também em Pentecostes, e, apesar de não precisar, pois já havia recebido o Espírito Santo uma vez, foi também tocada pelas línguas de fogo.

5- Maria depois da assunção

Como mãe da humanidade, Maria preocupa-se com seus filhos. Vendo que o mundo está se afastando de Deus, Maria volta à cena. Escolhe pessoas de coração puro (normalmente jovens) e lhes revela o que devem fazer.
Muitos casos de aparições de Maria são conhecidos, entretanto, a Igreja só reconhece dois: Lourdes (1858) e Fátima (1917).
Tanto nos dois casos, como em todos não oficiais, a essência da mensagem de Maria é a mesma: “Conversão e Oração”.
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1- Maria - A serva e suas missões

Maria foi e é exemplo de serviço e de disponibilidade. Desde o primeiro momento ela não vacilou “Eis a serva do Senhor. Faça-se segundo a sua vontade”. (Lc 1, 38)
Primeiramente, Maria foi escolhida por Deus para ser mãe de Seu filho. Depois, Maria foi “dada” aos homens para ser mãe da humanidade.

2- Maria e a fé

Mesmo sem saber o que lhe poderia acontecer, Maria aceitou, sem hesitar, todas as missões que lhe foram confiadas.

3- Maria e o sofrimento

Desde o início, Maria teve uma vida de dificuldades e penitências, mas uma vida de realizações.
A dificuldade do nascimento de Jesus, a luta da responsabilidade por Seu crescimento, a angústia das perseguições ao filho, a dor da morte de Jesus, a preocupação com os novos filhos e a segunda missão que lhe foi dada.

4- Maria - A intercessora

Todas as vezes que Deus precisou de Maria para realizar Sua obra, ela obedeceu sem vacilar. Por isso, Deus reservou a Maria o lugar mais alto no céu ( depois, é claro, da Trindade). Portanto, é natural que os pedidos de Maria sejam sempre acolhidos por Deus.
A intercessão de Maria a favor dos homens, fruto de sua bondade e de seu coração generoso, começa nas bodas de Caná. Maria pede a Jesus que ajude pessoas que precisam Dele.
Até hoje, Maria pede à Deus por todos que a ela recorrem. Agora, Maria nos ouve como filhos e transmite a Deus nossos pedidos, com o amor de uma mãe que cuida do bem-estar de sua prole.

5- Culto a Maria

A Igreja prega e incentiva o culto a Maria.
A Maria devemos amar, venerar e imitar, mas NÃO ADORAR, pois só se adora a Deus.
O culto a Maria não substitui o culto à Santíssima Trindade, pelo contrário, o culto mariano colabora para intensificar o amor e a adoração a Deus.
O santo rosário, considerado “um resumo do evangelho”, é o segundo culto mais importante da Igreja, só ficando atrás da santa missa.

6- Títulos de Maria

Apesar de falarmos sempre em Maria, normalmente nos referimos a ela através de um de seus títulos.
Os momentos importantes da vida de Maria, as grandes graças por ela concedidas, os locais de aparições, etc. transformaram-se em títulos dados a Maria, que são os nomes mais comuns pelo qual nos referimos a ela.


Exs.: Nossa Senhora das Dores ( refere-se ao sofrimento de Maria aos pés da cruz ), N. S. de Fátima ( refere-se à aparição de Maria em Fátima ), etc.
Embora existam vários nomes e títulos, todos eles se referem a mesma pessoa, Maria.


7- Dogmas de Maria

A fé católica é uma fé revelada, ou seja, Deus revelou aos homens o que é a verdade, mesmo que essa verdade não encontre explicação humana.
A essas verdades reveladas por Deus, damos o nome de dogma.

Maria possui quatro dogmas:
* Maria foi concebida sem pecado ( Imaculada Conceição)
* Maria é verdadeiramente “Mãe de Deus”.
* Maria concebeu virgem e assim permaneceu por toda a sua vida.
* Maria levada ao céu de corpo e alma ( Assunção).


8- Conclusões

Maria foi mãe dedicada, consciente de sua importância. Foi mãe presente, acompanhou Jesus por toda a Sua vida. Foi mãe atuante, interferiu quando necessário. Foi mãe sofredora, presenciou a morte do filho. Foi mãe educadora, ensinou a Jesus e depois assistiu a Igreja em seus primeiros passos. Foi mãe..., mãe de verdade.
Hoje, Maria é Senhora do céu e da terra, modelo para todos nós e motivo de alegria e admiração. Alegria por termos alguém tão especial ao nosso lado, admiração por sabermos que Maria foi um ser humano normal como nós e venceu todas as provações do mundo, inclusive o pecado, servindo a Deus com todas as suas forças.
Se nós fossemos excluir todos os títulos e honras dadas a Maria e todas as diferenças que nós católicos temos com outros irmãos, ainda assim deveríamos continuar amando Maria, apenas por seu exemplo de cumprir impecavelmente o maior mandamento de todos: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como fez Jesus.
Nisso, não há divergências, Maria é exemplar.


AGIR


Maria foi exemplo perfeito de cristã. Relacione cinco atitudes de Maria que deve ser exemplo de comportamento de qualquer cristão.


1- Material de Estudo

A primeira parte da Ave Maria retrata uma pequena parte da vida de Nossa Senhora.
Componha “uma nova Ave Maria” destacando os demais pontos significativos da vida de Nossa Senhora.

Bibliografia:
Catecismo da Igreja Católica.
http://www.catequisar.com.br/index.html

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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