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quinta-feira, 27 de abril de 2017

Quantas vezes Jesus apareceu após sua ressurreição?


É difícil dizer quantas vezes Jesus ressuscitado apareceu às pessoas antes de Sua Ascensão ao Céu. No entanto, podemos verificar que foram muitas vezes. São Paulo disse, por volta do ano 56, que Ele “apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma vez, dos quais a maioria ainda vive e alguns já são mortos; depois apareceu a Tiago e em seguida aos Apóstolos. E, por último de todos apareceu a mim, como a um abortivo” (1 Cor 15,6).

Desta narração de São Paulo já podemos vislumbrar ao menos três aparições de Jesus ressuscitado. Com isso Paulo quer mostrar que ainda hoje (no ano 56) muitos puderam testemunhar o que viram; isto é, a fé na Ressurreição do Senhor repousa sobre uma fé segura.
São Lucas, ao iniciar a narração dos Atos dos Apóstolos, diz a Teófilo que narrou os ensinamentos e as ações de Jesus, e que Jesus deu suas instruções aos Apóstolos até ser arrebatado ao Céu. “É a eles que se manifestou com muitas provas, aparecendo-lhes durante quarenta dias e falando das coisas do Reino de Deus” (Lc 1, 1-3).
Bem, se durante quarenta dias Jesus apareceu aos Apóstolos, e deu suas instruções a eles, é de se imaginar que lhes tenha aparecido várias vezes, e nem todas foram narradas pelos evangelistas. Eles narraram a aparição às mulheres que foram ao túmulo na madrugada do domingo (Jo 20,1ss). São Lucas assim relatou: “No primeiro dia da semana, muito cedo, dirigiram-se ao sepulcro com os aromas que haviam preparado. Acharam a pedra removida longe da abertura do sepulcro. Entraram, mas não encontraram o corpo do Senhor Jesus. Não sabiam elas o que pensar, quando apareceram em frente delas dois personagens com vestes resplandecentes. Como estivessem amedrontadas e voltassem o rosto para o chão, disseram-lhes eles: Por que buscais entre os mortos aquele que está vivo? Não está aqui, mas ressuscitou” (Lc 24, 1-6).
Jesus apareceu aos discípulos na tarde do mesmo domingo, quando instituiu o Sacramento da Confissão (Jo 20,19-23). Nesta aparição Tomé não estava presente; então o Senhor apareceu novamente oito dias depois, para quebrar a incredulidade de Tomé (Jo 20,26-29).
São Lucas narra também a aparição aos dois discípulos de Emaús, São Cléofas e o outro, que caminharam com eles e que o reconhecem na fração do pão (Lc 24, 13-34). “Nesse mesmo dia, dois discípulos caminhavam para uma aldeia chamada Emaús, distante de Jerusalém sessenta estádios. Iam falando um com o outro de tudo o que se tinha passado. Enquanto iam conversando e discorrendo entre si, o mesmo Jesus aproximou-se deles e caminhava com eles. Mas os olhos estavam-lhes como que vendados e não o reconheceram… Aconteceu que, estando sentado conjuntamente à mesa, ele tomou o pão, abençoou-o, partiu-o e serviu-lho. Então se lhes abriram os olhos e o reconheceram… mas ele desapareceu. Levantaram-se na mesma hora e voltaram a Jerusalém. Aí acharam reunidos os Onze e os que com eles estavam. Todos diziam: O Senhor ressuscitou verdadeiramente e apareceu a Simão. Eles, por sua parte, contaram o que lhes havia acontecido no caminho e como o tinham reconhecido ao partir o pão.” (Lc 24,13-35).
O mesmo evangelista narra que “depois Jesus os levou para Betânia e, os abençoou. Enquanto os abençoava, separou-se deles e foi arrebatado ao Céu” (Lc 24,50-51).
São Mateus descreve que Jesus “apareceu aos Onze na Galileia, numa montanha que Jesus tinha indicado. “Quando o viram, adoraram-no; entretanto, alguns hesitavam ainda. Mas Jesus, aproximando-se, lhes disse: Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo” (Mt 28,16-20).
São Paulo, em sua segunda viagem apostólica, na sinagoga de Antioquia da Psídia, diz que Jesus “durante muitos dias apareceu àqueles que com ele subiram a Jerusalém, os quais até agora são testemunhas dele junto ao povo” (At 13,31).
São Lucas narra nos Atos dos Apóstolos que Jesus apareceu a São Paulo na segunda viagem apostólica e lhe disse: “Coragem! Deste testemunho de mim em Jerusalém, assim importa também que o dês em Roma” (At 23,11).
Essas inúmeras aparições de Jesus são uma prova inequívoca de Sua ressurreição. As narrativas mostram que à princípio eles não acreditavam na ressurreição do Senhor, e só acreditaram depois de vê-Lo e tocá-Lo. Isto mostra que jamais eles teriam a capacidade de inventar a ressurreição do Senhor. A alegria e o destemor com que dai para frente pregavam o Senhor vivo e ressuscitado, mostra que ela foi a grande motivação para que o Evangelho fosse levado às nações.
Prof. Felipe Aquino

http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2017/04/26/quantas-vezes-jesus-apareceu-apos-sua-ressurreicao/

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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