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sexta-feira, 19 de maio de 2017

Um testemunho da poderosa intercessão de Nossa Senhora

“A prova de sua maternidade viria para mim somente quando tomei a decisão de me deixar ser seu filho”… assim afirmou Scott Hahn, ex-pastor presbiteriano.
O caminho da minha conversão me levou para o ministério presbiteriano. Ao longo dessa caminhada, tive meus momentos antimarianos a partir de uma culpa juvenil.
Meu primeiro encontro com a devoção mariana veio quando minha avó faleceu. Ela era a única católica dos dois lados da minha família, uma calma, humilde e santa alma. Como eu era o único praticamente de uma religião na família, meu pai me deu os artigos religiosos de minha avó quando de seu falecimento.

De repente, eu olhei para aquilo horrorizado. Segurei seu rosário entre minhas mãos e, à parte, arrebentei-o, dizendo: “Deus, liberte-a das correntes do catolicismo que a prendiam”. Eu quis dizer isso mesmo. Eu via o Rosário e a Virgem Maria como obstáculos que se colocavam entre minha avó e Jesus Cristo.
Mesmo quando lentamente fui me aproximando da fé Católica – atraído inexoravelmente por uma verdade após outra da doutrina –, eu não poderia aceitar para mim mesmo os ensinamentos da Igreja sobre Maria.
A prova de sua maternidade viria para mim somente quando tomei a decisão de me deixar ser seu filho. Apesar de todos os poderosos escrúpulos da minha formação Protestante – lembre-se, havia poucos anos, eu dilacerara as contas do terço de minha avó –, eu mesmo, um dia, peguei o terço e comecei a rezar. Rezei numa intenção bem específica, praticamente impossível de ser atendida.
No dia seguinte, peguei o terço e rezei de novo, e no outro dia também, e no outro, e no outro… Meses se passaram antes de eu perceber que minha intenção, uma situação praticamente impossível, tinha sido revertida desde o primeiro dia em que peguei no rosário e comecei a rezar. O meu pedido tinha sido atendido.
A partir desse momento, eu conheci minha mãe. A partir desse momento, acreditei, realmente conheci a minha casa na aliança da família de Deus: sim, Cristo era meu irmão. Sim, Ele me ensinara a rezar o “Pai-Nosso”. Agora, no meu coração, eu aceitava a Sua ordem para “receber” a minha mãe.
Leia também: A mediação de Maria
Retirado do livro: “Salve, Santa Rainha”. Scott Hahn. Ed. Cléofas.
Sobre o livro SALVE, SANTA RAINHA
Assim relata o autor:
Neste livro eu gostaria de compartilhar esse conhecimento – e sua inabalável fundamentação bíblica – com muitos cristãos que me escutarão, em oração, com uma mente aberta.
Especialmente, desejo endereçá-lo aos irmãos católicos romanos, porque muitos de nós precisamos redescobrir a nossa Mãe, descobri-la pela primeira vez, ou talvez, vê-la com novos olhos. Mesmo aqueles que permanecem fiéis à Mãe de Deus podem, por vezes, fazê-lo de maneira a aprofundar seu embasamento na Escritura, dando mais sentido às suas devoções. Prendam-se a um conjunto de citações do Novo Testamento como uma espécie de último recurso mariano. Estes bons católicos, embora honrem sua Mãe, não entendem plenamente seu significado no plano divino.
Maria enche as páginas da Escritura, desde o começo do primeiro livro até o final do último. Ela está lá, no plano de Deus, no início dos tempos, assim como os Apóstolos estavam, assim como a Igreja e o Salvador; e ela estará lá no momento em que tudo for consumado.
Quem é o Dr. Scott Hahn?
Scott Hahn,tem 57 anos, nasceu em Pittsburgh, nos Estados Unidos. É casado com Kimberly Hahn, há 36 anos, com quem tem seis filhos. É bacharel em Teologia, Filosofia e Economia; e Ph.D. em Teologia Sistemática. Durante dez anos de sua juventude participou de congregações protestantes. Converteu-se à fé católica na Páscoa de 1986 (há 29 anos). Ex-pastor protestante, doutor em Sagrada Escritura, hoje é um homem apaixonado pela Igreja Católica. É autor dos livros: “Todos os caminhos levam a Roma”, cujo conteúdo é sobre a conversão e a experiência de fé vivida por ele e pela esposa, em sua caminhada cristã; “O Banquete do Cordeiro”, que traz uma nova visão sobre a Santa Missa, “Razões para crer”, um verdadeiro manual de apologética e “Salve, Santa Rainha”, um estudo sobre a mãe de Deus na Palavra de Deus. Seus livros são recomendados por mais de 10 arcebispos americanos e alguns já foram traduzidos para mais de 30 idiomas.

http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2017/05/18/um-testemunho-da-poderosa-intercessao-de-nossa-senhora/

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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