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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Ensino Religioso o que é?

Na quarta-feira, do dia 27 de setembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou improcedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4439, que questionava o modelo de ensino religioso das escolas públicas do Brasil. Esta ação foi encaminhada ao Supremo, pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pedia que o ensino religioso deixasse de ser confessional e passasse a ser considerado como parte dos conteúdos de história e ensinados numa perspectiva laica.
Ao julgar improcedente tal ação, o Supremo reafirma que o ensino religioso é confessional. Neste caso, quando o aluno, através dos seus pais, se matricula na disciplina de ensino religioso, declarando a sua religião, ele terá a garantia de que receberá conteúdos de sua respectiva confissão religiosa.
Houve quem dissesse que isto fere a laicidade do Estado Brasileiro, mas esta afirmativa não procede. A laicidade do Estado significa que ele não se define por uma religião, mas procura garantir a liberdade religiosa, favorecendo que todos os cidadãos tenham acesso ao conhecimento acerca da sua religião.
O Concílio Vaticano II defendeu a autonomia do temporal, neste sentido o Estado pode assumir uma identidade laica. No entanto isso não significa que ele possa interferir na escolha religiosa dos cidadãos, cerceando o direito deles crescerem no seu conhecimento religioso, inclusive no campo do ensino público.
Esta posição do Supremo expressa uma posição intermediária entre dois extremos: o cerceamento da liberdade religiosa no espaço do ensino público e uma posição unilateral por uma religião, negando o espaço das outras confissões religiosas. Desta forma fica garantida a liberdade religiosa no mundo do ensino, sem ferir a neutralidade do estado laico. Tendo o Estado o dever de estar a serviço do bem comum, ele não pode eximir-se da sua função de possibilitar o cultivo da opção religiosa dos seus cidadãos.
Neste sentido o ensino religioso tem o seu estatuto próprio. Ele não se identifica com a formação religiosa, de cunho mais celebrativo que acontece nos templos ou espaços específicos das religiões, ao mesmo tempo ele é diferente das outras disciplinas, no campo do ensino que não tem necessidade de reivindicar pluralidade, na sua forma de apresentação.
Inspirado no acordo Brasil / Santa Sé, este modelo beneficia todas as religiões e ao mesmo tempo ajuda o Estado laico a não eximir-se da sua tarefa de preservar a integridade do direito fundamental dos cidadãos, à liberdade religiosa.
Pe. Djalma Lopes SiqueiraVigário Geral da Diocese de São José dos Campos e Reitor do Seminário Propedêutico
http://www.diocese-sjc.org.br/ensino-religioso-o-que-e/

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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