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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Papa Francisco concede mais uma Rosa de Ouro, a terceira, ao Santuário Nacional

Nesta segunda-feira, 9 de outubro, o Arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes receberá uma Rosa de Ouro, presente do Papa Francisco ao Santuário Nacional, pelas comemorações dos 300 anos do encontro da Imagem de Nossa Senhora Aparecida.

A honraria será prestada pelo representante do Papa durante as festividades do Jubileu dos 300 anos, o cardeal italiano Giovanni Battista Re, Prefeito emérito da Congregação para os Bispos e Presidente emérito da Pontifícia Comissão para a América Latina.
O anúncio dessa homenagem foi feito durante a celebração do 7º dia da Novena da Solene em preparação as festividades do Jubileu, por Dom Orlando Brandes.
Na carta de anúncio, emitida pelo Arcebispo, cita o agradecimento que fez ao Papa pelo reconhecimento desse momento especial para o povo brasileiro .
Significado
A Rosa de Ouro oferecida pelo Papa representa a estima do Pontífice, o reconhecimento de fatos históricos e personalidades que prestavam relevantes serviços à Igreja. O costume de se presentar com uma Rosa de Ouro teve início com o Papa Leão IX, no século XI.
A primeira Rosa de Ouro concedida ao Brasil foi em 1888, pelo Papa Leão XIII à Princesa Isabel, por ela ter assinado a lei Áurea, colocando fim a escravatura negra no Brasil.
No Santuário Nacional, essa é a terceira vez que o presente é enviado por um Papa, a primeira Rosa foi concedida Papa Paulo VI em 1967, em virtude do Jubileu de 250 anos do encontro da Imagem. Em 2007 o presente foi trazido pelo Papa Bento XVI, quando visitou a Aparecida.

(Texto: Portal a12.com)

Leia a Carta de dom Orlando.
Aparecida, 4 de outubro de 2017
Papa Francisco envia a “Rosa de Ouro” ao Santuário Nacional. Para louvar e distinguir personalidades, santuários, cidades ou países, o Papa Leão IX iniciou o costume de entregar uma Rosa de Ouro. É uma homenagem, uma honraria, um presente que os Papas costumam enviar para registrar a importância de fatos históricos, de acontecimentos marcantes, de gestos significativos em relação a personalidades.
O Santuário Nacional recebeu duas Rosas de Ouro. A primeira foi concedida pelo Papa Paulo VI, em 1967, por ocasião da celebração dos 250 anos da existência do Santuário. Assim escreveu Paulo VI: “Esta flor é expressão de afeto por este grande povo que nasceu sob o signo da Cruz e para seu progresso espiritual e material e símbolo do grande amor que o Papa consagra ao Brasil e ao Santuário de Aparecida.” Assim, a Rosa de Ouro é uma manifestação
do grande amor que os Papas consagram ao Brasil e ao Santuário Nacional.
Ao receber a Rosa de Ouro das mãos do Legado Pontifício, Cardeal Cicogniani, assim se expressou o Cardeal Motta, Arcebispo de Aparecida: “Tu, Cidade de Belém, de nenhum modo és a mais pequenina das cidades de Judá (Mq 5,2). Tu, Cidade de Aparecida, cidade de Nossa Senhora, de modo algum és a mais pequenina das cidades do Brasil porque possuis a Rainha e Padroeira do Brasil.”
A Rosa de Ouro simboliza também o perfume das virtudes que nos santificam. Esperamos uma chuva de graças, de pétalas de rosas sobre o Brasil e o Santuário Nacional.
A segunda Rosa de Ouro foi-nos concedida pelo Papa Bento XVI em 2007, pedindo que “perseveremos na escola de Maria a fim de que sejamos discípulos missionários a serviço da vida.” Em 1888, o Papa Leão XIII enviou uma Rosa de Ouro à Princesa Isabel como reconhecimento de seu gesto humanitário pela abolição da escravatura, através da Lei Áurea.
Agradecemos ao Papa Francisco o envio da Rosa de Ouro, em comemoração aos 300 anos do encontro da imagem da Mãe Aparecida no rio Paraíba do Sul. Obrigado, Santo Padre, por mais esta demonstração de amor, devoção e carinho para com Nossa Senhora Aparecida. Escreve o Papa Francisco: “Quanta alegria me dá vir à Casa da Mãe de cada brasileiro, o Santuário de Nossa Senhora Aparecida. Venho bater à porta da casa de Maria que nos pede: ‘Fazei tudo o que Ele vos disser.’” (Jo 2,5) (Rio de Janeiro 24/7/2013)
Dom Orlando Brandes
Arcebispo de Aparecida

http://cnbb.net.br/papa-francisco-concede-terceira-rosa-de-ouro-ao-santuario-nacional/

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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