"Seja Bem vindo" - "Este é um espaço a serviço do Reino de Deus. Queremos fazer deste espaço um ponto de encontro com a Fé.” Encontros Catequéticos domingo, as 08h30. “Vida sim, aborto não!” "Este site usa cookies para ajudar a fornecer serviços. Ao usar o site, você concorda com o uso de cookies."

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sábado, 5 de outubro de 2013

Um diálogo inacabado

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Dom Aloísio Roque Oppermann scj – Arcebispo Emérito de Uberaba, MG.
Endereço eletrônico:  domroqueopp@terra.com.br
Numa dessas visitas dos Bispos Brasileiros aos Dicastérios Romanos, (há mais de 20 anos), estávamos aproximadamente entre 35 sucessores dos Apóstolos, na Congregação para a Doutrina da Fé. Fomos recebidos como irmãos pelo então Cardeal Ratzinger e toda a sua equipe. Foram momentos preciosos, pois o Cardeal era conhecedor, não só da Doutrina Católica, mas também da Teologia Protestante e da Ortodoxa. Tive a presença de espírito de gravar aquele rico encontro.
Esgotados todos os assuntos relacionados à pureza da fé em nossas Dioceses, o Cardeal Ratzinger, num gesto fraterno, perguntou se alguém teria mais algum assunto a comentar. Aberta essa possibilidade, abordei o difícil assunto da excomunhão que resulta da prática do aborto. Excomunhão é uma pena pesada, prevista no Direito Canônico, que priva o fiel do direito de participar da vida sacramental da Igreja. O Cardeal pediu que eu expusesse as razões das minhas dúvidas. Para surpresa minha, um colega, sempre muito amigo, se mostrou incomodado com a minha questão, e chegou a levantar a voz. Como se pode imaginar, criou-se um ambiente desagradável e impróprio para o diálogo (gesto inédito entre os Bispos). Após umas perfunctórias explicações, o tema foi desconversado. Não me senti plenamente como Sucessor dos Apóstolos.
Passado tanto tempo exponho as razões por que considerei a penalidade inadequada. Nunca vi um mandante desse péssimo procedimento ser punido. Quem é punida com a excomunhão é a mãe do nascituro. Nenhum parente ou pessoa relacionada, que aconselhou a prática abortiva, que providenciou a execução, dos que pressionaram sem parar, é punido (embora a lei eclesiástica o preveja). Continuam comungando tranquilamente. De todos os envolvidos, quase sempre a mãe é a menos culpada. Ademais, essa excomunhão para a mãe não é educativa. Ela se sente estigmatizada e marcada. É um golpe fatal, sem remissão, no seu ego. Gostaria que se punisse o pecado, com mais misericórdia. Eis que, inesperadamente, o Papa Francisco retoma o assunto. Parece ter estado presente naquela reunião, e agora reabre o tema. Continua firme a convicção de que se trata de um pecado grave. Mas as Escrituras nos ensinam: “A sua misericórdia dura para sempre” ( 1 Cr 16, 34). Também para a pecadora arrependida.

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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