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sexta-feira, 22 de julho de 2016

Pergunta que não cala

Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre


Em manifesto recente, no início do mês no Aeroporto Internacional Tom Jobin, o Galeão, no Rio de Janeiro, agentes das forças de segurança diziam: “Nós estamos morrendo. Os criminosos olham para a nossa identidade e nos matam. Como uma cidade que não tem segurança pode sediar os Jogos? Para a Olimpíada tem tudo, para a gente, nada".

A declaração aponta uma situação crítica da realidade não só do Rio de Janeiro, mas também de outras unidades da federação. A violência tem alcançado índices tais que colocam o Brasil entre os países mais violentos do mundo. Tal situação é expressão de uma realidade muito mais complexa. Ela tem sua origem na família, passa pela educação, culminando com a dificuldade, sobretudo dos jovens, de encontrar um curso universitário qualificado e viável para quem sente a necessidade de também encontrar um lugar de trabalho digno.
As Olimpíadas são expressão da sempre rica possibilidade de integração dos povos e culturas através da prática esportiva. Nesse sentido é uma honra para o Brasil poder sediar os Jogos Olímpicos de 2016. Há um esforço enorme de muitos para que tudo corra da melhor forma possível. Um evento deste nível representa uma oportunidade ímpar para promover as belezas naturais locais, as ricas tradições culturais, a boa cozinha brasileira, o espírito alegre e acolhedor da população.
Entretanto, o evento olímpico também desmascara uma realidade nacional grave que alguns teimam em esconder. O enorme fosso existente, e que persiste, entre ricos e pobres, expressões da classe política e a população, bem público e privado, ética e antiética, decência e indecência, legalidade e ilegalidade.
O próprio Estado do Rio de Janeiro decretou recentemente calamidade pública, pois a grave crise financeira que enfrenta "vem impedindo o Estado de honrar com os seus compromissos para a realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016". Embora os recursos financeiros para a conclusão das inúmeras obras necessárias à realização dos jogos já tenham sido garantidos, sobretudo por meio de incentivo (renúncia fiscal), resta uma grande insatisfação relativa a tantos outros aspectos da vida social que necessitam urgentemente de atenção.
Os Jogos Olímpicos têm seu início e conclusão. Todavia, a população solicita atendimento urgente das necessidades básicas. Não basta favorecer um belo cenário para a realização do evento. É preciso responder às reais situações que o povo honesto e trabalhador enfrenta no dia a dia.
Há temas que se tornaram cansativos, mas não insignificantes. O que dizer da desconstrução paulatina dos valores familiares? E os índices de violência? Como obter assistência à saúde à altura de quem honestamente luta para conseguir o pão de cada dia? Como justificar a baixa qualidade do ensino público? Por que, então, não favorecer também o ensino privado? Por que tanta necessidade de rever orçamentos? Seriam os projetistas incompetentes? Como agir diante de informações de tanta corrupção?
Os Jogos Olímpicos representam uma ótima chance para mostrar ao mundo o que o Brasil tem de melhor. Ao mesmo tempo, porém, é oportunidade para mais uma vez teimosamente denunciar as mazelas de conglomerados de todo tipo que agem como detentores de um poder indigno: corrupção, falcatruas, desonestidade, ausência de espírito cívico.
O legado da Copa do Mundo recentemente celebrada foi de obras inacabadas, estádios deslocados, denúncias de desvios financeiros de todo tipo. Se há dinheiro para tais obras – embora os respectivos orçamentos necessitem de frequentes revisões – não haveria também o necessário para suprir as necessidades básicas da população, especialmente dos menos favorecidos? 

http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=19194:pergunta-que-nao-cala&catid=400&Itemid=204

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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