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quinta-feira, 21 de julho de 2016

Princípios fundamentais da doutrina social da Igreja

Dom Reginaldo Andrietta
Bispo de Jales


Muitos sabem que a Igreja Católica possui uma Doutrina Social. Poucos, porém, a conhecem. Em que consiste? Ela contém seis princípios fundamentais: a dignidade da pessoa humana, a primazia do bem comum, a destinação universal dos bens, a primazia do trabalho sobre o capital, a subsidiariedade e a solidariedade.

A tradição judaico-cristã trata cada ser humano como filho e imagem de Deus, enfatizando sua infinita dignidade, da qual derivam direitos. Por isso, todas as instituições da sociedade devem colocar-se a serviço dos direitos de cada e de todas as pessoas, tratando-as com igualdade. Deste modo, uma sociedade só pode ser justa se respeitar a dignidade da pessoa humana. De igual maneira, a dignidade da pessoa humana só pode ser alcançada por meio de uma sociedade justa.
Da dignidade e igualdade de todas as pessoas deriva a primazia do bem comum. Tudo se destina ao bem de todos, sem distinção. Por isso, tudo tem uma função social e todos devem estar a serviço da coletividade. Ninguém está isento de colaborar para o bem comum, o qual implica a destinação universal dos bens. Disso decorre a afirmação do Papa João Paulo II, na Encíclica sobre o Trabalho Humano: “sobre toda propriedade privada pesa uma hipoteca social”.   
João Paulo II fala sobre a antinomia entre trabalho e capital: “não se trata, como é evidente, apenas de conceitos abstratos e de forças anônimas que agem na produção econômica. Por detrás dos dois conceitos há homens vivos e concretos. De um lado, aqueles que executam o trabalho sem serem proprietários dos meios de produção; e do outro lado, aqueles que desempenham a função de patrões e empresários e que são os proprietários de tais meios”. Para o Papa, a propriedade dos meios de produção só é legitima na medida em que serve ao trabalho.
O mesmo Papa diz que as instâncias superiores de poder não devem se atribuir o desempenho daquilo que as instâncias inferiores podem melhor realizar. O dever das instâncias superiores é um dever supletivo, de coordenação e promoção da iniciativa e da criatividade das instâncias inferiores. Este princípio da subsidiariedade é fonte de vitalidade para instituições e movimentos que expressam maturidade democrática, libertos do controle estatal.
Cada um cresce em valor e dignidade na medida em que investe suas capacidades na promoção do bem comum de forma solidária. Esse princípio vale para todas as relações: entre homem e mulher, pais e filhos, grupos sociais, níveis de poder, e mundo desenvolvido e subdesenvolvido. Hoje, se fala também de forma mais lúcida sobre a interdependência e a solidariedade entre o ser humano e a natureza: o ser humano se valoriza na medida em que preserva e promove a natureza. Esta, protegida e preservada, oferece-lhe melhor qualidade de vida.
Em suma, a Igreja vê no ser humano a imagem vivente de Deus que se encarnou em Jesus Cristo para mostrar como o ser humano pode viver a plenitude de sua humanidade. A respeito de Cristo, conforme diz o teólogo João Batista Libânio, “tão humano assim, só poderia ser Deus”. Cada ser humano é vocacionado a viver de maneira digna, não como coisa, mas como alguém. O Padre Belga, Joseph Cardijn, fundador da Juventude Operária Católica (JOC), dizia aos jovens trabalhadores de seu tempo: “Vocês não são bestas, nem máquinas; vocês são filhos e filhas de Deus”. 
A Doutrina Social da Igreja manifesta, enfim, que o ser humano tem uma vocação sublime: viver de maneira digna e feliz, orientando-se por uma autêntica humanização. Assim seja!

http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=19187:principios-fundamentais-da-doutrina-social-da-igreja&catid=449&Itemid=204

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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