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terça-feira, 26 de julho de 2016

Validade das riquezas

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba


Primeiro, temos que entender que tipo de riqueza queremos abordar. Pode ser material, espiritual, as virtudes naturais, as adquiridas, as da natureza, e muitas outras. Penso no “ser rico para Deus”. O Evangelho fala que “onde está teu tesouro, aí estará teu coração”, mas é uma riqueza que passa e não proporciona total felicidade, pois a riqueza deve ser duradoura e para sempre.

A verdadeira riqueza é aquela que dá sentido pleno para a vida. Para muitos, a saúde é uma grande riqueza, muito mais do que ter muitos bens materiais. Para outros, é rico quem tem a presença do amor de Deus, tem fé e confia na providência divina. As riquezas do mundo não conseguem satisfazer plenamente todos os vazios do coração humano, porque não têm a plenitude sobrenatural.
É fundamental ser rico aos olhos de Deus, porque isso significa ter verdadeira vida, que não depende do poder aquisitivo material. Um pobre, em relação ao ter, pode ser mais feliz do que um farto de bens materiais, porque quanto mais tem, mais quer ter e nunca se satisfaz com o que tem. Perdendo a dimensão espiritual do ter, a vida fica vazia de sentido e o coração nunca satisfeito.
Ganhar grande soma na loteria não significa felicidade. Pode ser até motivo de tristeza e de perda da liberdade. Isso pode não constituir valor do Reino, podendo até “desgraçar” a vida da pessoa, tornando-se um rico “insensato com as coisas do alto”. Pode impedir o acúmulo de bens duradouros, porque um coração obscurecido pelo dinheiro impede construir tesouros de vida eterna.
Olhando por outra ótica, a riqueza não constitui um mal em si mesmo. Apenas, quando mal administrada, pode desviar a atenção da pessoa de valores mais pontuais na dinâmica da vida. Uma pessoa rica pode fazer um bem muito grande, principalmente quando coloca sua riqueza a serviço do bem social, partilha criando bancos de emprego para tirar outras pessoas de situações desumanas.
A nossa verdadeira riqueza é Jesus Cristo, escondido na intimidade das pessoas e na prática de seus atos. Ela supera interesses próprios e usa critérios de compreensão da precariedade dos “tesouros” do mundo. O amor é mais forte do que todos os bens materiais, porque é capaz de criar relacionamentos e construir convivência sadia e fraterna entre as pessoas.

http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=19215:validade-das-riquezas&catid=369&Itemid=204

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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