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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Comissão Episcopal da CNBB propõe o diálogo inter-religioso como caminho para o ecumenismo

Comissão Episcopal da CNBB propõe o diálogo inter-religioso como caminho para o ecumenismo
A Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo inter-religioso da CNBB tem por missão promover a unidade dos cristãos e o diálogo inter-religioso no âmbito da Igreja Católica no Brasil, conforme as orientações do magistério e em atenção ao cenário religioso do país. Este objetivo geral se traduz em muitas atribuições que lhe são específicas.

Cabe à Comissão inserir nesta mesma missão a dimensão ecumênica e inter-religiosa favorecendo a recepção dos documentos do magistério a este respeito, apoiando dioceses e Regionais da CNBB na criação, na organização e no acompanhamento de Comissões em âmbito regional e local a fim de que esta mesma dimensão seja vivida a partir da base, favorecendo reflexões e encontros entre igrejas e lideranças de outros caminhos religiosos.
A Comissão propõe, incentiva e, em muitos casos, assessora encontros de formação sobre ecumenismo e diálogo inter-religioso para agentes de pastoral, Bispos Referenciais dos Regionais da CNBB e professores da área nos Institutos, Seminários e Faculdades de Teologia do Brasil.meta da Comissão acompanhar o planejamento e apoiar a execução dos projetos dos organismos ecumênicos dos quais a CNBB é membro como o CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs) e a CESE (Coordenadoria Ecumênica de Serviços) e, na medida do possível, estabelecer parcerias com outros organismos ecumênicos nacionais e internacionais que possam colaborar com a Comissão na execução de seus projetos de caráter ecumênico.
Diálogo: caminho para o Ecumenismo  
Membros da Comissão com representantes dos regionais/ Foto: padre Marcos Barbosa
Segundo uma apresentação produzida pela Comissão, apresentada na 55ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, o que caracteriza o ecumenismo é o “diálogo”, uma atitude muito falada e nem sempre vivenciada no nosso dia a dia. Assistimos muitas vezes a monólogos intercalados entre instituições, fazemos discursos paralelos que nem sempre promovem encontros fraternos verdadeiros e primamos em definir e firmar identidades.
Enquanto o mundo vive em rede, nem sempre entrelaçamos as experiências de nossas vidas e de nossas instituições. A Comissão vem buscando desenvolver diálogos com a Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil, a Igreja Anglicana  e as Igrejas do Oriente.
“A experiência dos diálogos bilaterais para o recíproco conhecimento é sempre muito rica. É na reflexão teológica que se detectam pontos de convergência e também as dificuldades a serem enfrentadas para a superação das divergências doutrinais”, diz a apresentação que apresenta o documento para o reconhecimento do Batismo das Igrejas membros do CONIC  como um dos frutos desses diálogos.
Um marco que consolida a caminhada ecumênica no Brasil é a Campanha da Fraternidade Ecumênica (CFE) em que as Igrejas membros do CONIC desenvolvem um projeto comum de evangelização e ação social como testemunho público da fé cristã. Neste projeto elas colaboram desde a escolha do tema, até a elaboração do cartaz e dos subsídios a serem utilizados pelas Igrejas. Outra ação também importante é a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos.
No documento, a Comissão afirma que o momento que vivemos é de forte densidade ecumênica. E isto se deve, principalmente, a sensibilidade e os gestos ecumênicos do Papa Francisco. Por meio de vários gestos, o papa Francisco demonstra que é fundamental que os cristãos das diversas comunidades eclesiais percorram juntos este caminho do diálogo inter-religioso.
A Comissão é presidida por dom Francisco Biasin, bispo de Barra do Piraí-Volta Redonda (RJ). Os bispos dom João Manoel Francisco e dom Zanoni Demettino Castro também integram a comissão cujo assessor é o padre Marcus Barbosa Guimarães.

http://cnbb.net.br/comissao-episcopal-da-cnbb-propoe-o-dialogo-inter-religioso-como-caminho-para-o-ecumenismo/

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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