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domingo, 28 de fevereiro de 2010

PAIXÃO, MORTE E RESSURREIÇÃO DE JESUS



PAIXÃO, MORTE E RESSURREIÇÃO DE JESUS

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I- Últimos dias de Jesus em liberdade

O marco inicial da paixão de Jesus acontece com Sua entrada triunfal em Jerusalém, montado em um jumentinho, tendo o povo a aclamá-Lo (Jo 12, 12-16), assim como profetizou Zacarias (Zc 9,9). Este fato é rememorado no Domingo de Ramos, uma semana antes da páscoa. A partir deste ponto sucessivas profecias se confirmaram na pessoa de Jesus.
A páscoa se aproximava e Jesus quis celebrá-la com seus amigos, conforme a tradição do povo Judeu. Reuniu-os e comeu com eles a ceia pascal. Este fato é importantíssimo porque foi nesta celebração que Jesus institui a Eucaristia (Lc 22, 7-23).
Nesta ceia Jesus lava e beija os pés dos apóstolos, dando, mais uma vez, uma lição de humildade e serviço (Jo 13, 1-20). Além disso, Ele explica toda Sua missão, esclarece as dificuldades que os apóstolos vão passar por causa Dele, despede-se dos amigos, anuncia que será traído, etc.. Por fim promete a vinda do Paráclito (Jo 16, 5-15).
Dias depois , pressentindo que se aproximava Sua hora , Jesus se retirou para um lugar chamado Getsêmani. Naquele lugar nota-se a natureza humana de Jesus que teme a dor, em Sua agonia Ele reza e pede a Deus que o poupe do sofrimento, mas imediatamente, retoma a consciência da importância de Seu sacrifício e se submete, espontaneamente, à vontade do Pai (Mc 14, 32-36).
No mesmo lugar, Jesus é preso (Jo 18, 2-12).


II- Paixão e morte de Jesus

Jesus é interrogado e não se defende das acusações que Lhe são feitas. Sem ter como condenar Jesus (as acusações contra Ele eram inconsistentes), Pilatos pergunta ao povo quem deveria soltar, Jesus ou Barrabás (seguindo uma tradição de libertar um prisioneiro por ocasião da páscoa). O povo escolhe Barrabás e manda crucificar Jesus. Pilatos, sem coragem de absolver Jesus contrariando o povo, lava as mãos e O entrega à vontade popular.
Jesus foi flagelado, teve suas roupas arrancadas, foi-Lhe posta uma coroa de espinhos, entregaram um cruz para que Ele a carrega-se até um local chamado Calvário e lá fosse crucificado.
Durante a crucificação, mais profecias se cumpriram (Jesus se pronunciou sete vezes na cruz, todas elas profetizadas), até que, exaurido, Jesus entrega a Deus Seu espírito e morre. Quando é retirado da cruz ainda tem seu lado transpassado por uma lança.
Várias pessoas acompanharam Jesus em seu sofrimento: Sua mãe Maria, Madalena, Simão de Sirene (que o ajudou a carregar a cruz), João e outros mais.
A história do sofrimento de Jesus, desde sua prisão até sua morte, é chamada de Via Sacra e relembrada em várias ocasiões como exemplo de sacrifício pela humanidade.


III- Ressurreição, ascensão e Pentecostes

Jesus é sepultado e três dias depois ressuscita. Antes porém, de Sua ressurreição, Ele desce “à mansão dos mortos” para que a boa nova seja anunciada a todos, vivos e mortos, para cumprir integralmente Sua missão messiânica.
Quando ressuscitou, Jesus apareceu a Seus amigos (que, mesmo assim, ainda custaram a acreditar). A missão terrena está chegando ao fim; então Jesus passa as últimas instruções aos apóstolos, confirma a missão do grupo (Mc 16, 12-17 e Jo 20, 19-23), o papado de Pedro (Jo 21, 15-17) e a vinda do Espírito Santo (At 1, 4-5).
Depois de permanecer, ressuscitado, na Terra por 40 dias, Jesus ascendeu ao céu, onde ocupa, com Deus Pai e com o Espírito Santo, o mais alto lugar.
Após a ascensão de Jesus, os apóstolos se retiraram para um lugar chamado Cenáculo (em Jerusalém), ali permaneceram orando e vigiando, conforme Jesus mandara. Também foi escolhido um substituto para Judas Iscariotes: foi eleito Matias (At 1, 15-26).
Passados dez dias da ascensão, um ruído estrondoso seguido de um vento incomum invadiram a casa onde estavam os apóstolos; línguas de fogo surgiram no céu e desceram sobre cada um deles (At 2, 1-3).
Todos ficaram repletos do Espírito Santo e começaram a pregar e a realizar prodígios sob Sua inspiração. Pedro fez um discurso que converteu, de uma só vez, três mil pessoas (At 2, 14-41), foi a maior conversão da história da igreja. Este e muitos outros prodígios foram possíveis graças à ação do Espírito Santo através dos apóstolos.
Pentecostes marca o início de nossa Igreja.


IV- Conclusões

A ressurreição vem confirmar e validar toda missão de Jesus: sem ela, o sacrifício seria simplesmente humano e não divino, o que o torna muito mais importante. O sacrifício foi humano e divino, graças à natureza de Jesus, verdadeiramente homem e verdadeiramente Deus.
Jesus, com Seu sacrifício, mudou o significado da páscoa. Antes, ela significava a libertação do povo hebreu do Egito; a partir de Jesus, ela passou a significar a libertação dos pecados por meio da redenção em Cristo.



JULGAR

Jesus, na cruz, espiou os pecados de toda a humanidade. Os passados, os presentes e os futuros também. Tenho consciência que os meus pecados de hoje aumentam o sofrimento de Jesus na cruz?



AGIR

O que eu tenho feito, ou posso vir a fazer, para ter uma vida mais de acordo com os ensinamentos de Jesus e, assim, diminuir o Seu sofrimento na cruz?

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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