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quarta-feira, 20 de março de 2013

Liturgia Diária Comentada 19/03/2013 São José


Liturgia Diária Comentada 19/03/2013
5ª Semana da Quaresma - 1ª Semana do Saltério
Prefácio Próprio - Ofício da Solenidade
Cor: Branco - Ano Litúrgico “C” - São Lucas

Antífona: Lucas 12,42 Eis o servo fiel e prudente, a quem o Senhor confiou a sua casa.

Oração do Dia: Deus todo-poderoso, pelas preces de São José, a quem confiastes as primícias da Igreja, concedei que ela possa levar à plenitude os mistérios da salvação. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém!

LEITURAS:

Primeira Leitura: 2Sm 7,4-5a.12-14a.16
O Senhor lhe dará o trono de Davi, seu pai. (Lc 1,32)
Naqueles dias, a Palavra do Senhor foi dirigida a Natã nestes termos: “Vai dizer ao meu servo Davi: ‘Assim fala o Senhor: Quando chegar o fim dos teus dias e repousares com teus pais, então, suscitarei, depois de ti, um filho teu, e confirmarei a sua realeza.

Será ele que construirá uma casa para o meu nome, e eu firmarei para sempre o seu trono real. Eu serei para ele um pai e ele será para mim um filho. Tua casa e teu reino serão estáveis para sempre diante de mim, e teu trono será firme para sempre’. - Palavra do Senhor.

  
Salmo: 88(89),2-3.4-5.27 e 29 (R. 37)
Eis que a sua descendência durará eternamente.
Ó Senhor, eu cantarei eternamente o vosso amor, / de geração em geração eu cantarei vossa verdade! / Porque dissestes: "O amor é garantido para sempre!" / E a vossa lealdade é tão firme como os céus.

"Eu firmei uma Aliança com meu servo, meu eleito, / e eu fiz um juramento a Davi, meu servidor. / Para sempre, no teu trono, firmarei tua linhagem, / de geração em geração garantirei o teu reinado!"

Ele, então, me invocará: Ó Senhor,vós sois meu Pai, / sois meu Deus, sois meu Rochedo onde encontro a salvação!' / Guardarei eternamente para ele a minha graça / e com ele firmarei minha Aliança indissolúvel.

Segunda Leitura: Rm 4,13.16-18.22
Contra toda a humana esperança, ele firmou-se na fé.
Irmãos, não foi por causa da Lei, mas por causa da justiça que vem da fé que Deus prometeu o mundo como herança a Abraão ou à sua descendência. É em virtude da fé que alguém se torna herdeiro. Logo, a condição de herdeiro é uma graça, um dom gratuito, e a promessa de Deus continua valendo para toda a descendência de Abraão, tanto para a descendência que se apega à Lei, quanto para a que se apóia somente na fé de Abraão, que é o pai de todos nós.

Pois está escrito: “Eu fiz de ti pai de muitos povos”. Ele é pai diante de Deus, porque creu em Deus que vivifica os mortos e faz existir o que antes não existia. Contra toda a humana esperança, ele firmou-se na esperança e na fé. Assim, tornou-se pai de muitos povos, conforme lhe fora dito: “Assim será a tua prosperidade”. Esta sua atitude de fé lhe foi creditada como justiça. - Palavra do Senhor.

Evangelho: Mt 1,16.18-21.24a
José fez conforme o anjo do Senhor havia mandado.
Jacó gerou José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado o Cristo. A origem de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, e, antes de viverem juntos, ela ficou grávida pela ação do Espírito Santo.

José, seu marido, era justo e, não querendo denunciá-la, resolveu abandonar Maria em segredo. Enquanto José pensava nisso, eis que o anjo do Senhor apareceu-lhe, em sonho, e lhe disse: “José, Filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo.  Ela dará à luz um filho, e tu lhe darás o nome de Jesus, pois ele vai salvar o seu povo dos seus pecados”. Quando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor havia mandado. - Palavra da Salvação.

Comentando o Evangelho (Antonio Carlos Santini / Com. Católica Nova Aliança): Sim, quando Gabriel levou a Maria a proposta de ser Mãe do Salvador, e ela aderiu ao desígnio do Senhor, a jovem era noiva de José. O original da TOB diz, em francês, “accordée en mariage”, prometida em casamento. A Bíblia de Chouraqui é mais direta: “fiancée”. Isto é, noiva. Mas ninguém pense que isto “alivia a barra” de Maria. Naquela sociedade, noivado era coisa séria. O compromisso era celebrado, em geral, um ano antes do casamento, mas já tinha juridicamente o valor de matrimônio, ainda que os noivos permanecessem morando em suas próprias casas. O noivado era tão sério que, em caso de morte do noivo, a noiva passava a agir como viúva, vestida de luto e convivendo com as outras viúvas.

Por isso mesmo, ao aparecer grávida, Maria estaria sujeita à pena de lapidação (apedrejamento) estabelecida pela Lei (cf. Dt 22, 20-24; a leitura atenta mostra que também o homem envolvido merecia o mesmo castigo!). Ao perceber que Maria está grávida, terá passado pela mente de José esse estatuto legal, vendo-se dividido entre a evidência da gravidez e sua convicção da pureza e santidade de sua noiva. Assim, ao invés de denunciá-la publicamente, como previsto na Lei, pensava em afastar-se em segredo, sendo demovido da intenção pela visita do Anjo durante o sono.

Duas pessoas admiráveis! De um lado, Maria se mantinha em silêncio, não vendo como revelar o “segredo de Deus”, a concepção virginal do Messias prometido. De outro, José, premiado pela Escritura com o título de “justo” (ou seja, alguém que manifestava a justiça, i.é, a santidade de Deus!), abre mão de seu direito, mesmo sem entender a situação. E estão os dois bem no miolo do projeto divino de salvar a humanidade. O Menino que ia nascer era homem, pois nasceria de Mulher. Mas, ao mesmo tempo, era Deus, pois nascia sem a contribuição de um pai humano. O Anjo o deixa claro na “Anunciação a José”: “José, filho de Davi, não temas receber Maria por tua esposa, pois o que nela se gerou é obra do Espírito Santo.” (Mt 1,20.)

E ao chamar José de “filho de Davi”, o anjo de Deus situava a Criança que devia nascer no contexto das promessas feitas pelo Senhor a Davi: “Suscitarei depois de ti a minha posteridade, aquele que sair de tuas entranhas, e firmarei o seu reino. Ele me construirá um templo... Eu serei para ele um pai e ele será para mim um filho.” (2Sm 7, 12-14.) Exatamente a leitura desta Liturgia da solenidade de São José.

INTENÇÕES PARA O MÊS DE MARÇO:

Geral – Respeito à natureza: Que cresça, o respeito à natureza, obra de Deus confiada a nossa responsabilidade.

Missionária – Bispos, Sacerdotes e Diáconos: que os Bispos, Padres e Diáconos sejam incansáveis anunciadores do Evangelho até os confins da Terra.

TEMPO LITÚRGICO:

Tempo da Quaresma (CNBB-DL/2011): Vai da quarta-feira de Cinzas até a missa da Ceia do Senhor, exclusive. É o tempo para preparar a celebração da Páscoa. “Tanto na liturgia quanto na catequese litúrgica esclareça-se melhor a dupla índole do tempo quaresmal que, principalmente pela lembrança ou preparação do Batismo e pela penitência, fazendo os fiéis ouvirem com mais frequência a Palavra de Deus e entregarem-se à oração, os dispõe à celebração do mistério pascal” (SC 109).
·         Durante este tempo, é proibido ornar o altar com flores, o toque de instrumentos musicais só é permitido para sustentar o canto. Excetuam-se o Domingo Laetare (4º Domingo da Quaresma), bem como as solenidades e festas.
·         A cor do tempo é roxa. No Domingo Laetare, pode-se usar cor-de-rosa. (IGMR nº308f)
·         Em todas as Missas e Ofícios (onde se encontrar), omite-se o Aleluia.
·         Nas solenidades e festas somente, como ainda em celebrações especiais, diz-se o Te Deume o Glória.
·         As memórias obrigatórias que ocorrem neste dia podem ser celebradas como memórias facultativas. Não são permitidas missas votivas (devoção particular).
·         Na celebração do Matrimônio, seja dentro ou fora da Missa, deve-se sempre dar a bênção nupcial; mas admoestem-se os esposos que se abstenham de demasia pompa.

Cor Litúrgica: BRANCO - Simboliza a alegria cristã e o Cristo vivo. Usada nas missas de Natal, Páscoa, etc... Nas grandes solenidades, pode ser substituída pelo amarelo ou, mais especificamente, o dourado.

Fonte: CNBB / Missal Cotidiano
Ricardo e Marta - Comunidade São Paulo Apóstolo

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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