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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Liturgia Diária Comentada 03/06/2014 Terça-feira São Carlos Lwanga

7ª Semana da Páscoa - 3ª Semana do Saltério

Prefácio da Ascensão ou dos Mártires - Ofício da Memória
Cor: Vermelho - Ano Litúrgico “A” - São Mateus

Antífona: Apocalipse 12,11 - Eis os santos que venceram graças ao sangue do Cordeiro. Preferiram morrer e renegar o Cristo; por isso reinam com ele para sempre, aleluia!

Oração do Dia: Ó Deus, que fizestes do sangue dos mártires semente de novos cristãos, concedei que o campo da vossa Igreja, regado pelo sangue de são Carlos e seus companheiros, produza sempre abundante colheita. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém!

LEITURAS:

Primeira Leitura: At 20,17-27 Contanto que eu leve a bom termo a minha carreira e realize o serviço que recebi do Senhor Jesus

Naqueles dias, de Mileto, Paulo mandou um recado a Éfeso, convocando os anciãos da Igreja. Quando os anciãos chegaram, Paulo disse-lhes: “Vós bem sabeis de que modo me comportei em relação a vós, durante todo o tempo, desde o primeiro dia em que cheguei à Ásia. Servi ao Senhor com toda a humildade, com lágrimas e no meio das provações que sofri por causa das ciladas dos judeus. Nunca deixei de anunciar aquilo que pudesse ser de proveito para vós, nem de vos ensinar publicamente e também de casa em casa. Insisti, com judeus e gregos, para que se convertessem a Deus e acreditassem em Jesus nosso Senhor.

E agora, prisioneiro do Espírito, vou para Jerusalém sem saber o que aí me acontecerá. Sei apenas que, de cidade em cidade, o Espírito Santo me adverte, dizendo que me aguardam cadeias e tribulações. Mas, de modo nenhum, considero a minha vida preciosa para mim mesmo, contanto que eu leve a bom termo a minha carreira e realize o serviço que recebi do Senhor Jesus, ou seja, testemunhar o Evangelho da graça de Deus.

Agora, porém, tenho a certeza de que vós não vereis mais o meu rosto, todos vós entre os quais passei anunciando o Reino. Portanto, hoje dou testemunho diante de todos vós: eu não sou responsável se algum de vós se perder, pois não deixei de vos anunciar todo o projeto de Deus a vosso respeito”. - Palavra do Senhor. 
Comentário: O adeus de Paulo aos presbíteros e responsáveis pela Igreja que ele gerou para a fé é como o seu testamento espiritual e pastoral, cheio de ternura e de recomendações, de esperanças e temor. É uma alocução que lembra com fortes paralelismos o Sermão da despedida de Jesus, que se lê no evangelho. Mas não são apenas palavras de desafogo; são também um ensinamento.

Na primeira parte se traça a fisionomia do apóstolo ideal, juntamente com as exigências de seu ministério. Não lhe são poupadas provações e tribulações, como o não foram a Jesus, o mestre (Jo 13, 18-27). O ministério apostólico não tem tampouco êxito garantido. Com efeito, Paulo tem o triste (mas realístico) pressentimento de que muitos dos que o ouviram desfalecerão um dia; assim como também entre os discípulos de Jesus houve um traidor, houve um renegado, e todos fugiram no momento da prova... Mas o apóstolo está cheio de humilde confiança, porque tem consciência de haver dado tudo e sabe que o Senhor é justo juiz.
                                                    
Salmo: 67, 10-11. 20-21 (R. 33a) Reinos da terra, cantai ao Senhor

Derramastes lá do alto uma chuva generosa, e vossa terra, vossa herança, já cansada, renovastes; e ali vosso rebanho encontrou sua morada; com carinho preparastes essa terra para o pobre.

Bendito seja Deus, bendito seja cada dia, o Deus da nossa salvação, que carrega os nossos fardos! Nosso Deus é um Deus que salva, é um Deus libertador; o Senhor, só o Senhor, nos poderá livrar da morte!
                                                                    
Evangelho: Jo 17,1-11a Pai, glorifica o teu Filho

Naquele tempo, Jesus ergueu os olhos ao céu e disse: “Pai, chegou a hora. Glorifica o teu Filho, para que o teu Filho te glorifique a ti, e, porque lhe deste poder sobre todo homem, ele dê a vida eterna a todos aqueles que lhe confiaste.

Ora, a vida eterna é esta: que eles te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e àquele que tu enviaste, Jesus Cristo. Eu te glorifiquei na terra e levei a termo a obra que me deste para fazer. E agora, Pai, glorifica-me junto de ti, com a glória que eu tinha junto de ti antes que o mundo existisse.

Manifestei o teu nome aos homens que tu me deste do meio do mundo. Eram teus, e tu os confiaste a mim, e eles guardaram a tua palavra. Agora eles sabem que tudo quanto me deste vem de ti, pois dei-lhes as palavras que tu me deste, e eles as acolheram, e reconheceram verdadeiramente que eu saí de ti e acreditaram que tu me enviaste.

Eu te rogo por eles. Não te rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus. Tudo o que é meu é teu e tudo o que é teu é meu. E eu sou glorificado neles. Já não estou no mundo, mas eles permanecem no mundo, enquanto eu vou para junto de ti”. - Palavra da Salvação.

Comentando o Evangelho (Padre Jaldemir Vitório / Jesuíta): A oração de Jesus expressa sua consciência de ter cumprido a sua missão. Estando próximo da morte, ele faz uma espécie de prestação de contas ao Pai, da tarefa que lhe fora confiada. Não buscou os caminhos mais fáceis, não selecionou o que lhe interessava, nem contentou-se em cumprir sua missão pela metade. Por isso, está seguro de ter realizado, com absoluta fidelidade, o querer do Pai.

A tarefa principal de Jesus consistiu em tornar conhecido o Pai, manifestando o seu nome e o seu projeto de salvação para a humanidade. Nisto consistiu a glorificação do Pai na Terra: em a humanidade pecadora conhecer, por meio de Jesus, sua misericórdia e seu amor complacente. Por sua vez, os seres humanos puderam, novamente, achegar-se ao Pai, por terem sido liberados da escravidão do pecado. Em suma, a glória do Pai manifestou-se na ação de Jesus.

A ação de Jesus estava também direcionada para quem lhe fora confiado pelo Pai, e a quem devia conduzir à fé. O Filho de Deus foi fiel em transmitir-lhes as palavras recebidas do Pai; protegeu-os contra as ciladas do mundo; e os acolheu como presente do Pai: "Eles eram teus, e a mim os destes".

Em sua oração, Jesus pede, insistentemente, pelos discípulos. Ele bem sabe quanta força necessitarão para combater o mundo, e vencê-lo. A vitória deles será uma espécie de glorificação do Pai. Mas só vencerão esta peleja, se estiverem unidos ao Filho Jesus.

INTENÇÕES PARA O MÊS DE JUNHO:

Intenção UniversalApoio aos desempregados - Para que os desempregados consigam o apoio e o trabalho de que necessitam para viver com dignidade.

Intenção para a Evangelização: Raízes cristãs da Europa - Para que a Europa reencontre as suas raízes cristãs através do testemunho de fé dos crentes.

TEMPO LITÚRGICO:

Tempo Pascal: Os cinquenta dias entre o Domingo da Ressurreição e o Domingo de Pentecostes sejam celebrados com alegria e exultação, como se fossem um só dia de festa, ou melhor, “como um grande Domingo” (Santo Atanásio; conforme NALC 22).

Os Domingos deste tempo sejam tidos como Domingos da Páscoa e, depois do Domingo da Ressurreição, sejam chamados 2º, 3º, 4º, 5º, 6º e 7º Domingos da Páscoa. Os oito primeiros dias do Tempo Pascal formam a Oitava da Páscoa e são celebrados como solenidades do Senhor (NALC 24). O oitavo dia é constituído pelo domingo seguinte a Páscoa. A oitava da Páscoa tem precedência sobre quaisquer outras celebrações.

Qualquer solenidade que coincida com um dos domingos da Páscoa tem sua celebração antecipada para o sábado; se, porém, ocorrer durante a oitava da Páscoa, fica transferida para o primeiro dia livre que se seguir a oitava. As festas celebram-se segundo a data do calendário; quando ocorrerem em domingo do Tempo Pascal, omitem-se nesse ano.

Diz-se o Glória durante a Oitava da Páscoa, nas solenidades e festas, já o Credo só nas solenidades. O Círio Pascal permanece junto ao altar por todo o Tempo Pascal, isto é, da noite de Páscoa ao Domingo de Pentecostes, e acende-se em todas as Missas dominicais.

O Domingo de Pentecostes encerra este tempo sagrado de cinquenta dias (NALC 23). No Brasil, celebra-se no 7º Domingo da Páscoa e solenidade da Ascensão do Senhor.

Cor Litúrgica: BRANCO - Simboliza a alegria cristã e o Cristo vivo. Usada nas missas de Natal, Páscoa, etc... Nas grandes solenidades, pode ser substituída pelo amarelo ou, mais especificamente, o dourado.

Fonte: CNBB / Missal Cotidiano

CATÓLICOS COM JESUS: GRAÇA E PAZ

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Fique com Deus e sob a proteção da Sagrada Família
Ricardo Feitosa e Marta Lúcia  

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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