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terça-feira, 11 de agosto de 2015

Comissão divulga mensagem aos diáconos permanentes

Por ocasião da celebração da memória de São Lourenço, patrono dos diáconos, o arcebispo de Porto Alegre (RS) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, dom Jaime Spengler, publica na manhã de hoje, 10, mensagem aos diáconos permanentes do Brasil.

No texto, o bispo recorda os 50 anos da restauração do Diaconado Permanente na Igreja e fala da origem apostólica dos diáconos. “Diante do crescimento do número de discípulos, das lamentações apresentadas por alguns e o empenho dos apóstolos no exercício da pregação, foram escolhidos homens de ‘boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria’ para o serviço das mesas”, diz.
Ao final da mensagem, dom Jaime expressa gratidão, também, às famílias dos diáconos permanentes que participam deste trabalho na Igreja. “Quero também agradecer à tua família que participa de forma particular no exercício do teu ministério. É nela – na tua família – que por primeiro brilha o teu testemunho de fidelidade e o teu empenho na ação evangelizadora”.
Confira íntegra da mensagem:
Mensagem aos Diáconos Permanentes
Brasília, 10 de agosto de 2015
Caro irmão Diácono permanente,
A Paz do Senhor!
Quero, hoje, quando celebramos a memória de São Lourenço, em nome da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, dirigir-me aos Diáconos Permanentes de nosso imenso Brasil para congratular-me com cada um dos senhores pelo ministério que exercem no seio de tantas comunidades.
Os diáconos tem origem apostólica! Segundo o livro dos Atos dos Apóstolos, diante do crescimento do número de discípulos, das lamentações apresentadas por alguns e o empenho dos apóstolos no exercício da pregação, foram escolhidos homens de “boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria” para o serviço das mesas.
A restauração do Diaconado Permanente na Igreja está completando 50 anos. Trata-se certamente de algo importante para a vida das distintas comunidades que constituem as Igrejas Particulares. Muito já se fez em vista de tal restauração, muito se está fazendo e tanto ainda deverá ser aprimorado.
A aprovação das Diretrizes para o Diaconado Permanente da Igreja no Brasil (Doc. 96) representa um marco no processo de restauração desse Ministério. Através das orientações para a formação, vida e ministério que elas propõem, podemos certamente encontrar indicações seguras para “continuar contribuindo, através do ministério e testemunho de vida, para que Jesus Cristo seja reconhecido e amado especialmente nos irmãos e irmãs que mais necessitam”.
O ministério não é algo que nos pertence. A vocação é dom divino, e como tal deve ser acolhida, avaliada e promovida! O ministério é algo que recebemos da Igreja! O que realizamos é resposta generosa ao dom, em favor da Igreja. Desenvolvemos o ministério em comunhão com os Pastores que Deus colocou à frente de sua Igreja, dispostos a participar ativa, cordial e evangelicamente das “alegrias e esperanças, as tristezas e as angústias” da humanidade de hoje.
Testemunho de fé se expressa certamente de muitos modos. O teu empenho e a tua determinação no serviço às mesas é expressão de cooperação na obra da evangelização. Neste sentido vale recordar o que diz as Diretrizes para o Diaconado Permanente da Igreja no Brasil: “A promoção da caridade e do serviço constitui um campo privilegiado de evangelização. O diácono testemunha a presença viva da caridade de toda a Igreja e contribui para a edificação do Corpo de Cristo, reunindo a comunidade dispersa,
desenvolvendo o senso comunitário e o espírito de família. Vai ao encontro das pessoas de qualquer religião ou raça, classe ou situação social, fazendo-se um servidor de todos como Jesus” (n. 55).
Quero também agradecer à tua família que participa de forma particular no exercício do teu ministério. É nela – na tua família – que por primeiro brilha o teu testemunho de fidelidade e o teu empenho na ação evangelizadora. Mostras assim que as obrigações familiares, de trabalho e do ministério podem harmonizar-se no serviço da missão da Igreja (João Paulo II. 19.09.1987).
Agradeço todo bem que realizas em favor da comunidade onde exerces o ministério. Faço votos que juntos possamos promover de forma vigorosa o Diaconado Permanente em nossa Igreja do Brasil.
Que o Senhor te abençoe, inspire e ilumine.
Em Cristo,
Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre e Presidente da Comissão Episcopal
Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada

http://www.cnbb.org.br/comissoes-episcopais-1/ministerios-ordenados/17092-cnbb-recorda-festa-de-sao-lourenco-com-mensagem-aos-diaconos-permanentes

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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