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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Milagres de Santo Antonio

Alguns Milagres:
Santo Antônio é sem dúvida o "Santo dos Milagres". A sua taumaturgia – relação de milagres - iniciada em vida com uma pluralidade de milagres que lhe valeram a canonização em menos de um ano, é, na história da Igreja, a mais vasta e variada.

De Santo casamenteiro a santo restituidor do desaparecido, passando por livrador das tentações demoníacas, a Santo Antônio tudo se pede. Citaremos abaixo alguns dos milagres operados por ele.


1 - Santo Antonio prega aos peixes. Reza a lenda que estando a pregar aos hereges em Rimini, estes não o quiseram escutar e viraram-lhe as costas. Sem desanimar, Santo Antônio vai até à beira da água, onde o rio conflui com o mar, e chama os peixes a escutá-lo, já que os homens não o querem ouvir. Dá-se então o milagre: multidões de peixes aproximam-se com a cabeça fora de água em atitude de escuta. Os hereges ficaram tão impressionados que logo se converteram. Este milagre encontra-se citado por diversos autores, tendo sido mesmo objeto de um sermão do Padre Antônio Vieira que é considerado uma das obras-primas da literatura portuguesa.

2 - Santo Antônio livra o pai da forca. Tinha havido um crime de morte em Portugal, onde nascera Santo Antônio. Todas as suspeitas do crime recaíam sobre o pai do santo. Chegou o dia do julgamento. Os juízes estavam reunidos para proferir a sentença condenatória.

Assentado ali no banco dos réus, seu pai não podia se defender. Nesse momento Santo Antônio estava fazendo um sermão numa igreja da Itália. Conta-se que, em dado instante, ele interrompeu o sermão e ficou imóvel, como se estivesse dormindo em pé. Durante esse mesmo tempo foi visto na sala do júri, em Portugal, conversando com os juízes. Entre outras coisas, disse-Ihe o santo: Por que tanta precipitação? Posso provar a inocência do meu pai. Venham comigo até o cemitério. Aceitaram o convite. Frei Antônio mandou abrir a cova do homem assassinado e perguntou ao defunto: "Meu irmão, diga perante todos, se foi meu pai quem matou você". Para espanto dos juízes e de todos que ali estavam, o defunto abriu a boca e disse devagar, como se estivesse medindo as palavras:

"Não foi Martinho de Bulhões quem me matou". E tornou a calar-se. Estava provada de maneira milagrosa a inocência do seu pai. Mais uma vez a verdade triunfou sobre a mentira e a calúnia. Operou-se aí dois fatos milagrosos, a bilocação, ou ato de uma pessoa estar (por milagre) em dois locais ao mesmo tempo, e o poder de reanimar os mortos.

3 - Com o Menino Jesus nos braços: Outro milagre, também reportado na crônica do Santo, ocorre já no fim da sua vida e foi contado pelo conde Tiso aos confrades de Santo Antônio após sua morte. Estando o Santo em casa do conde Tiso, em Camposampiero, recolhido num quarto em oração, o conde, curioso, espreita pelas frinchas de uma porta a atitude de Frei Antônio; depara-se então uma cena miraculosa: a Virgem Maria entrega o Menino Jesus nos braços de Santo Antônio. O menino tendo os bracinhos enlaçados ao redor do pescoço do frade conversava com ele amigavelmente, arrebatando-o em doce contemplação. Sentindo-se observado, faz conde Tiso jurar que só contaria o visto após a sua morte.

4 - Alguns hereges resolveram matar Santo Antônio, envenenando-o. Convidaram-no certo dia a comer com eles, dando como pretexto debater alguns artigos da Fé. Santo Antônio nunca se negava a comparecer a essas disputas e polêmicas. Os hereges puseram diante dele, entre outros pratos, um que continha veneno mortal. Antes que o tocasse, Deus revelou-lhe a cilada e o Santo, conservando toda a calma, repreendeu os hereges pela traição que lhe faziam. Vendo descoberto seu intento perverso, não se abalaram e responderam cinicamente: "É verdade que esse prato tem veneno, mas nós o colocamos aí porque desejamos fazer uma experiência: no Evangelho está escrito que Jesus Cristo disse aos seus discípulos que ainda que tomassem veneno mortal nenhum mal sofreriam, e estamos querendo saber se és de fato discípulo de Cristo". Santo Antônio fez o sinal da Cruz sobre aquele prato e o comeu com apetite, saboreando a comida envenenada como se fosse alimento saudável, e nada sofreu, deixando mais uma vez os hereges confusos e assombrados.

5 - No domingo de Páscoa, enquanto pregava na Catedral, Santo Antônio lembrou-se de que fora designado para entoar a Aleluia, na Missa que se celebrava naquele momento na Igreja do Convento franciscano. Não querendo faltar com a obediência e não podendo descer do púlpito, parou um pouco, calou-se como se estivesse retomando a respiração e, nesse momento foi milagrosamente visto no Coro de seu convento, entoando a Aleluia. Esse prodigioso milagre de bi-locação foi visto e certificado por testemunhas, e logo se divulgou, aumentando em todos os locais a veneração pelo grande taumaturgo. Isso, evidentemente, resultou em ainda maior proveito para seu trabalho apostólico.

6 - Num dia de festa, em Limoges, Santo Antônio pediu licença para pregar numa igreja paroquial. Como era imensa a sua fama, juntou-se tanto povo que não cabia no recinto, e foi obrigado a pregar em praça pública. Mal havia começado o sermão, os céus se escureceram, e principiaram relâmpagos e trovões, anunciando tempestade próxima. O povo, atemorizado, começou a murmurar e já se dispunha a sair dali em busca de abrigo. Mas Santo Antônio pediu silêncio e, em nome de Deus, assegurou que não choveria naquele local, recomendando a todos que ficassem atentos à pregação. Tranqüilizados, os fiéis ouviram o sermão até o fim. Quando se retiravam para suas casas verificaram, com muita admiração, que embora estivesse perfeitamente seco o local da pregação, todas as redondezas estavam completamente alagadas pela tempestade.

7 - Em meio a um sermão de Santo Antônio, entrou um louco que, com vozes e gestos desordenados, perturbava os ouvintes, que não conseguiam prestar atenção nas palavras do pregador. De repente, em meio à agitação, o louco disse: "Não sossegarei enquanto aquele homem (e apontou para Santo Antônio) não me der o cordão que usa na cintura". O Santo retirou o cordão e com ele envolveu o louco, que foi imediatamente curado e adquiriu juízo perfeito.

8 - Quando pregava em Briba, uma senhora, na pressa de ir ouvi-lo, deixou sobre o fogo um caldeirão com água, sem se lembrar que seu filho pequeno ficava sozinho em casa. Ao chegar da pregação, viu com horror que o menino havia caído dentro do caldeirão e que a água estava fervendo. Bem se pode imaginar os gritos de desespero que deu a pobre mãe! Nem se atrevia a se aproximar, certa de se encontrar a inocente vítima horrivelmente queimada e morta. Mas, cheia de fé em Santo Antônio, invocou-o e quando chegou o filho estava são e salvo, brincando e pulando na água fervente, sem que esta lhe fizesse mal.

9 - Vinha Frei Antônio de uma aldeia, carregado e muito cansado, quando encontrou no caminho um carroceiro que levava no veículo um homem adormecido. O Santo pediu-lhe por amor de Deus que levasse nele alguns víveres que ele e seu companheiro haviam recebido de esmola para o sustento da comunidade e que traziam penosamente às costas. O carroceiro respondeu de modo rude que não podia, porque estava conduzindo um defunto no carro. O Santo acreditou, rezou pelo descanso eterno da alma do falecido e continuou seu caminho. Qual não foi o espanto do carroceiro quando, mais tarde, foi acordar o amigo que supunha adormecido e o encontrou realmente morto! Cheio de confusão e arrependimento, foi em busca de Santo Antônio e prostrou-se aos seus pés, pedindo-lhe humildemente perdão. Frei Antônio se compadeceu do homem, aproximou-se da carroça e, depois de uma curta oração, fez o sinal da Cruz sobre o cadáver e o restituiu milagrosamente à vida.

10 - Aproximou-se dele uma mulher, trazendo nos braços um filho paralítico de nascença, e rogando em altos brados que o curasse. O Santo manifestou certo desagrado por aquela forma ruidosa de pedir algo que o repugnava a sua humildade, mas a mulher não se calou. Tanto ela pediu e suplicou, auxiliada por Frei Lucas, que na ocasião acompanhava o Santo, que este, afinal, se deixou vencer e fez sobre o menino paralítico o sinal da cruz, curando-o imediatamente. Com modéstia, atribuiu o milagre não à sua virtude, mas à fé da boa mulher e recomendou-lhe que não contasse o ocorrido à ninguém enquanto ele fosse vivo.

11 - Um jovem chamado Leonardo confessou-se com o Santo e acusou-se de ter, levado pela cólera, dado um pontapé em sua mãe. Frei Antônio, para fazê-lo compreender a gravidade do pecado que cometera, disse-lhe: "Teu pé bem merecia ser cortado". Essas palavras impressionaram tão fortemente o jovem, que este,chegando a sua casa, aterrado com o que fizera, cortou fora o pé, o qual, caindo com ruído no chão, fez com que sua mãe acorresse para ver o que estava acontecendo. Horrorizada com a cena e por saber as razões pelas quais o filho assim procedera, correu logo a procurar Frei Antônio, que foi à casa do rapaz. Comovido pelo estado em que o encontrou, quase à beira da morte pelo sangue perdido, animou-o a ter confiança em Deus. O rapaz se reanimou e o Santo, pegando o pé cortado, recolocou-o no lugar. Imediatamente se reuniram na perfeição os ossos, os nervos, as artérias, os músculos, a carne e a pele. O sangue voltou a circular, cessaram as dores e só ficou um sinal do golpe, em testemunho do grande milagre sucedido.

12 - Em Arezzo vivia um homem nobre, mas tão colérico que quando se irritava parecia ter perdido o juízo. A esposa, senhora de muito siso e prudência, teve um dia a infelicidade de proferir umas palavras que encolerizaram o marido, a tal ponto que ele se atirou sobre ela a maltratou cruelmente, chegando a lhe arrancar os cabelos. Aos gritos da infeliz acorreram os vizinhos, socorrendo-a e deixando-a quase morta na cama. O marido, depois de serenar, envergonhou-se do que tinha feito. Lembrando-se da fama de Santo Antônio, foi procurá-lo e, arrependido, pediu que o ajudasse. O piedoso Santo foi logo procurar a senhora, abençoou-a, e fez-lhe o sinal da Cruz e se pôs a rezar. Pouco a pouco ela foi recuperando o antigo vigor e, por milagre insigne, quando se ajoelhou aos pés do Santo reapareceu-lhe todo o cabelo.

13 - D. Inácio Manrique, Bispo de Córdoba e Inquisidor Geral da Espanha, muito devoto de Santo Antônio, possuía um anel que estimava grandemente. Certo dia notou a falta dele: ou o tinha perdido, ou o tinham furtado. Passou-se muito tempo sem que o anel aparecesse. Um dia, estava o Prelado à mesa com alguns senhores seus parentes, quando casualmente se falou no poder de Santo Antônio para encontrar bens perdidos. Disse então o Bispo: "Tenho recebido grandes favores do Santo, mas ele ainda não ouviu as súplicas que lhe tenho feito para achar um anel que perdi". Mal tinha acabado de proferir essas palavras quando o anel desaparecido caiu no meio da mesa, à vista de todos, sem que ninguém soubesse explicar de onde vinha…

Protetor dos Matrimônios

No tempo em que Santo Antonio viveu, a organização política era muito diferente da que temos hoje. Vivia-se a Idade Média, e a divisão política não era formada de países soberanos. Cada cidade tinha seus líderes e eles exerciam esta autoridade naquela cidade e nas redondezas. Algumas cidades estavam ligadas à autoridade do Papa, enquanto outras estavam ligadas ao Imperador do Sacro Império.


Frei Antonio não se interessava muito por tudo isso, mas ficava preocupado quando via injustiças. De uma atitude de frei Antonio numa situação dessas é que vem a sua fama de Casamenteiro, ou Protetor dos Matrimônios.

Havia em Pádua, um tirano de nome Ezzelino, que baixara um decreto, pelo qual as pessoas, para se casar, deveriam levar idêntico dote. Assim, rico sempre casaria com rico, e pobre com pobre. Casava-se mais com a "carteira" do que com o coração. A população da cidade revoltou-se e frei Antonio enfrentou o tirano em praça pública. E tal foi a força de sua argumentação que Ezzelino foi obrigado a revogar o estapafúrdio decreto.

Dizem que frei Antonio foi carregado em triunfo e, desde então, é aclamado como o
“Santo Casamenteiro” ou “Protetor dos Matrimônios”.

Fonte: aascj.org.br - paroquiasantoantonio.org/
Conheça a vida, as obras e as devoções de Santo Antonio.

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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