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sexta-feira, 21 de agosto de 2015

O deserto como resistencia

17 - O deserto como resistenciaO capítulo 4 tem semelhanças com o capítulo 11,1-9. Nesse capítulo 11 as ênfases são fortemente sociais. Afinal, aí se trata de fatores sociais de grande relevância, como o são a cidade e sua defesa militar, a torre. Este tipo de enfoque retorna no capítulo 4, onde, afinal, são contrapostas pessoas de duas economias diferentes, a camponesa e a do pastoreio.

Mas, mantêm-se também diferenças. Uma delas é a de que o cap. 4 insiste em designar Caim e Abel de irmãos. O conflito é entre gente da mesma família. Esta proximidade familiar é marcante: afinal, aí fica dito que o berço das lutas cruciais tem seu  berço na família. É, pois, importante que o cap. 4 seja lido em vínculos com 11,1-9  e com 2,4b-3,24.
Contos parecidos. Gênesis 4 é, pois, parecido com alguns outros capítulos. Assemelha-se a Gênesis 2-3 e a 11,1-9. O que mais aproxima estas narrações é sua disposição literária. Tratam de atitudes indevidas (em nosso cap. 4 de assassinato) e de suas consequências, tendo, apesar de tudo, sempre alguma promessa implícita.
Além da organização literária similar, estes capítulos inclusive têm vocabulário parecido. Penso, por exemplo, na maldição que temos em 3,14-19 e em 4,11-12. Também constato que o código geográfico de 11,2 se encontra na continuidade de 2,8 e 3,24. Existem outras semelhanças mais que vinculam nossos capítulos.
As observações feitas nos permitem dizer que os caps. 2-3 + 4 + 11 merecem ser considerados em correlação.
A família como fio condutor: Este nosso cap. 4 tem uma disposição bastante nítida. Indicações de família ou, como se diz, de genealogia perpassam o texto.  Encontramo-las, no início, nos V. 1-2. E também as temos no final, nos V. 25-26. Este trecho final remete explicitamente para os V. 1-2.  E isto já mostra que todo o cap. 4 tem de ser entendido como uma só unidade. Genealogias também encontramos  nos V. 17-22. Na parte final do capítulo, prevalecem, pois, indicações de família.
Essas genealogias, que do início ao fim marcam a unidade, são várias vezes interrompidas por informações sobre os personagens mencionados.  É o que sucede após o V. 2. Este nos dizia que Caim e Abel tinham profissões diferentes. Segue-se uma narração que nos conta o que sucedeu com estes dois personagens de diferentes profissões. Esta história abarca grande parte do capítulo: V. 2-16. Também as genealogias dos V. 17-26 são continuamente interrompidas para a apresentação de informações sobre Henoc (v. 17), Lamec (v. 19-22 e V. 23-24), Set (v. 25) e sobre Enós  (v. 26). É dado destaque a Lamec. A seu respeito obtemos um bom número de detalhes. Portanto, a lista da sequência de famílias, a genealogia representa o fio condutor do capítulo. As diversas interrupções apresentam informações a respeito dos personagens mencionados na genealogia, por isso são parte desta. Os maiores detalhes obtemos a respeito de Caim, Abel e de Lamec.
Não convém, pois, pretender subdividir o capítulo em duas partes, como costuma acontecer (v. 1-16 e V. 17-26). Isso não faz jus ao texto que representa uma unidade ao longo do fio genealógico. Além disso, a parte final remete duas vezes para os primeiros versículos. O V. 25 aponta para o assassinato de Abel e o V. 24 para a proteção dada a Caim, julgado como assassino.
 Uma memória antiga: Nossa unidade agrupa várias tradições. São agregadas várias informações que hão de provir de momentos diferentes. O jeito de ser do capítulo possibilitou que fossem sendo adicionadas novas informações. Como datar este processo de surgimento?
Não estamos no exílio como em Gênesis 1 e 6-9. Não há  nenhum sinal em favor desta datação. Temos de estar bem antes  do exílio. Mas quando?
Creio que se avança na questão, se tentarmos delinear o contexto sociohistórico.
A ótica é a do seminômade:  Desde o início está colocada uma diferença social significativa. De um lado, temos o pastor, do outro, o lavrador. Na Palestina, o pastoreio é típico da região semidesértica das montanhas. Diversas áreas se prestam para a agricultura. Em nosso caso, devem estar em jogo aquelas regiões agricultáveis nas cercanias do pastoreio.
Pastoreio e agricultura, em parte, convivem próximos. Após as colheitas, os rebanhos de ovelhas e cabras costumam pastar sobre a terra cultivável. Na época das chuvas, os rebanhos costumam distanciar-se da terra agricultável, que então está sendo preparada para a semeadura. As chuvas permitem que os rebanhos adentrem regiões áridas e mais desérticas. Pastoreio e agricultura são, pois, economias paralelas, mas há também chance de conflito, em especial nos períodos de seca, quando os pastores necessitam achegar-se ao mundo do agricultor. Em Gênesis 12-50, temos muitas cenas que tematizam esse conflito entre o campo e o 'agreste' (deserto).
Nosso texto situa a cidade do lado do agricultor. Foi instituída por Henoc (ou Caim? - há problemas no v. 17). O desenvolvimento das forças produtivas desta cidade também desemboca no pastoreio. É o que nos diz o v. 19 ao se referir a Lamec. Um de  seus filhos, de nome  abel, se fez  seminômade, habitante de tendas e pastor de rebanhos. Neste mesmo nível de seminomadismo situam-se também outros descendentes de Lamec: os músicos (v. 21) e os ferreiros (v. 22). Mas esses migrantes e seminômades permanecem claramente sob a influência de Lamec. É o que se lê  nos v. 23-24. Neles Lamec, isto é, alguém pertencente ao mundo  da cidade, afirma sua hegemonia de poder e de violência contra  quem ameaçasse a ele ou aos seus. Há, pois, um seminomadismo e uma itinerância de músicos, ferreiros e pastores que circulam  em torno da cidade e dela dependem.
Portanto, para nosso texto o mundo agrícola está concentrado na cidade que representa, nas palavras de Lamec, o direito à violência contra (supostos) inimigos. Ao âmbito da cidade e do campo, pertencem músicos, ferreiros e pastores. Gente que não
está dentro da cidade, mas que executa serviços do interesse da cidade.
Para o capítulo, há um tipo de pastoreio não integrado a  esse mundo citadino, em torno do qual circula a roça. Ele é representado por Abel e por Set, que substitui Abel. Em dado momento, o próprio Caim fazia parte desse mundo. A ele pertencia,  quando "na terra de Nod" (v. 16) foi feito "fugitivo errante"  (v. 12-14). Mas, logo a seguir, Caim, filho da roça e de sua prepotência, em tudo similar a Lamec, o valentão e arrogante, regressa ao mundo citadino, por meio de Henoc que edificou uma cidade (v. 17).
Do lado do seminomadismo de Abel, aquele que não se ajusta à cidade e ao campo que lhe está submetido, encontra-se o Senhor. O Senhor aceita as oferendas e o sacrifício de Abel. E a invocação do nome do Senhor é iniciada por quem está na linha de Abel (v. 25-26).
Não resta, pois, dúvida: a ótica do texto é a do seminomadismo. Esta ótica não só prevalece nos v. 1-16, mas também nos v. 17-26. A crítica a Caim, o agricultor agressor, e a polêmica  sobre Lamec, um terrível prepotente, são idênticas. O texto olha,  pois, negativamente todo funcionamento da cidade-estado. Refuta essa sociedade em seu todo - tanto a própria cidade quanto os  agricultores que com ela convivem e até músicos, ferreiros e seminômades que se refugiam sob seu abrigo (como, por exemplo, Ló,  Gênesis 19).
Estas considerações nos ajudam a situar, com certa precisão, onde surgiu este capítulo. É fruto do seminomadismo desvinculado e distante da cidade. Abraão representa esse nomadismo independente em Gênesis 12-25. No deserto de Judá  e no Negueb, existiam tais nômades, autônomos e livres. Deles provém nosso texto. Representa sua experiência e seu saber.
Portanto, em Gênesis 4, o tipo de conflito social é bem diferente de Gênesis 1 e 6-9. Lá se antagonizavam o império babilônico e os escravos deportados. Aqui se confrontam pastores livres e independentes com os camponeses incorporados ao sistema da cidade-estado.
Tudo isso ainda não fixa a data do texto. Afinal, o conflito  entre os pastores livres e os camponeses-cidadãos tanto existiu durante o reinado (entre o 10º e o 6º séculos a.C) quanto antes deste (no 11 º século a.C). Mas, durante o reinado, o seminomadismo passou por forte assimilação e por sérias restrições, lima vez que o estado, em especial o de Judá também o atingia. Por isso, parece-me mais justo considerar possível que o cap. 4 tenha  sua origem no tempo das tribos (12º e 11 º séculos a.C). Gênesis 4  parece ser muito antigo.
Esperança de seminômade: O projeto deste texto é o seminomadismo livre e radical.  Radical porque não se dispõe a conviver com campo e cidade.  Esse nomadismo situa-se fora do alcance das cidades, à margem do sistema organizado a partir da produção agrícola e urbana.  Para ele, a classe opressora não se restringe aosistema das cidades. Inclui também o camponês.
E o motivo desse conflito com o camponês reside na relação com a terra. O pastor não conhece o sistema da propriedade, nem mesmo o reconhece. Considera como direito seu usar a terra  para o pasto de seu rebanho, sempre que não estiver conflitando com outro pastor (confira Gênesis 13). Bem outra é a relação dos  clãs camponeses com a terra. Para eles a terra é herança, estabelece uso exclusivo. O camponês já vive dentro de um sistema de  propriedade, ainda que esta não seja particular, mas coletivo-clânica. Por isso, não é acaso que Caim mate Abel, ao menos conforme a tradição grega, em cima do campo, da roça (v. 8). O conflito entre pastor elavrador reside, pois, no uso diferente da terra e de sua apropriação.
O texto convida a entrar nessa vida seminômade. Neste  sentido, não deixa de ser panfletário. Convida porqueapresenta o  campo como profundamente enraizado em violência, tanto no gesto de Caim quanto na brutalidade da palavra de Lamec. Uma  vida a salvo da violência só mesmo no 'agreste'. Esta é a promessa que acompanha Caim, quando se torna "fugitivo errante". Como seminômade, como migrante, estará em segurança e maravilhosamente protegido, sim, protegido sete vezes.
 Certeza na fragilidade O seminômade 'pouco' tem a oferecer em termos econômicos, mas quer a liberdade, a radicalidade de sua resistência contra o sistema de opressão.
 É fraco. Não consegue fazer frente à força, à arrogância de Caim e Lamec. É morto. Sucumbe. Quase é esquecido. É perdedor.
Até seu nome nada significa. Abel é o vento, é o nada. Pelo  jeito, este projeto de migrante radical e livre pouco tem a apresentar. Nem mesmo primogênito é (v. 1-2).  Mas não é bem assim. Na verdade, tem tudo a oferecer.  Isso já se mostra nas ofertas ao Senhor. Caim pouco apresenta. Traz o corriqueiro, ele que muito teria. Traz "fruto da terra"  (v. 3). Bem diferente Abel. Traz "as primícias do seu rebanho e a  gordura deste" (v. 4). Sua oferta é bem mais qualificada. Expressa fartura. Pois as ofertas são manifestação da realidade de vida.  Caim não traz mais, porque de fato pouco lhe sobrou, depois de  pagar os tributos, as taxas, os impostos e os empréstimos. Sobrou-
lhe o usual. Abel não! Nada pagou ao templo, ao exército e ao  estado. Tem fartura em sua liberdade. As ofertas ao Senhor são  manifestação dessa fartura.
Abel tem nome e renome. Caim não os teria, não fosse sua força bruta e os palavrões de seu descendente Lamec. Abel tem  memória. Caim só tem fama, e má. O nome de Abel, que é vento e nada, vai longe. A terra se lembra dele. A terra de Caim grita por  Abel (v. 10). A terra do assassino é um memorial do pobre. Além  disso, os parentes de Abel não se esquecem dele. Outros levarão seu nome em homenagem ao mártir. Set continua aser Abel (v. 25).  Abel é nada e é frágil. Mas justamente ele tem a certeza da  fartura e do renome. Sim, averdade está no reverso da história.
 O Deus dos abeis: Deus situa-se, neste capo 4, na linha de Abel (v. 26). Nosso  texto, inclusive, culmina na afirmação: "Daí se começou a invocar o nome do Senhor/lave" (v. 26). Este Senhor (Javé) é, pois, o pólo aglutinador de nosso conto. Foi contado para testemunhar a maravilha que representa a religião javista, de Javé, do Deus da  Bíblia. Três são os aspectos ressaltados:
Por um lado, o Senhor escuta o clamor do oprimido, assassinado. A própria terra grita em favor do pobre, se ele já não mais é  capaz de se manifestar. O apóstolo Paulo dirá mais tarde que "o Espírito intercede por nós sobremaneira com gemidos inexprimíveis" (Romanos 8,26). O pobre jamais está abandonado. É o que  também lemos na teologia do êxodo, em especial em Êxodo 3-4.  Nosso texto não se refere explicitamente ao êxodo, mas dentro de suas categorias expressa o que também se lê na história da  Libertação dos hebreus (Êxodo 1-1 5).
Por outro lado, o Senhor celebra com o pobre a fartura deste. Abel não paga tributos para que os exércitos, com a riqueza criada pelo trabalhador, oprimam o trabalhador. Está em 'desobediência civil'. Retém, pois, sua produção, o resultado de seu trabalho. Sua fartura reside nessa sua retenção. O seminômade é 'rico', isto é, tem para se alimentar, porque não produz nem entrega o excedente. Ora, a  bíblica, o Deus Javé é precisamente areligião da retenção da produção, do uso dos produtos por quem os produziu.
Por fim, a devoção a Deus Javé é inaugurada como religião da oração, da reza. Isso é seu específico. "Invocar" (v. 26) é o que mais caracteriza o Deus bíblico. Por isso, Jesus também insistiu em fazer do templo de Jerusalém novamente uma "casa de oração" (Marcos 11,17). Acontece que a oração conta com Deus em todo lugar. É uma companhia pessoal e amiga.  Esta devoção ao Deus Iavé dos abéis é idêntico ao Deus Javé que libertou os hebreus da casa da escravidão de faraó!
 E Caim tem chance?  Por incrível que pareça, Caim tem chance. Esta é a surpresa da história. Sua covardia e o assassinato que cometeu mereceriam a pena de morte. O Senhor até a sentencia. Nem deveria haver juiz que assim não procedesse no julgamento da morte de  um inocente, de um Abel. Ainda assim este Caim assassino tem, diante do Senhor dos abéis, direito à apelação. E a pena é diminuída. Caim recebera dupla sentença: a terra deixaria de dar frutos, isto é, teria de deixar de ser lavrador, e ele, o assassino, passaria a ser um "fugitivo errante" (v. 14), isto é, uma pessoa completamente desprotegida. A primeira parte da sentença é mantida: a terra se fechou para Caim. Mas a segunda é diminuída, porque Caim passa a ser protegido por um sinal: "Quem matar Caim será vingado sete vezes" (v. 15). Com isso, Caim passou à categoria  de Abel, pois já não é mais lavrador, e como errante e fugitivo,  isto é, como migrante seminômade, torna-se um protegido especial do Senhor.

http://www.padreray.com.br/inicio/blog/21-17-O-deserto-como-resistencia.html

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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