"Seja Bem vindo" - "Este é um espaço a serviço do Reino de Deus. Queremos fazer deste espaço um ponto de encontro com a Fé.” Encontros Catequéticos domingo, as 08h30. “Vida sim, aborto não!” "Este site usa cookies para ajudar a fornecer serviços. Ao usar o site, você concorda com o uso de cookies."

Inscrições Turma 2020

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Sobre Igreja, Politica e eleições

padre_antonio_aparecido_alves_padre_toninhoPe. Antonio Aparecido AlvesDoutor em Teologia e Docente na Faculdade Católica de São José dos Campos
Novamente, eleições. E isto é bom, pois faz parte do jogo democrático. No entanto, se não nos cuidamos, acabamos identificando “política” com “eleições”, “candidatos” e “partidos”. Aliás, há políticos que identificam estas duas realidades, pois começam a trabalhar desde o primeiro dia do mandato pela sua reeleição. Por outro lado, alguns cidadãos também fazem esta identificação e omitem-se em participar ativamente da vida política, achando que basta apenas pressionar o “confirma” a cada dois anos e pronto. São duas atitudes extremamente danosas à democracia!

Infelizmente, é necessário admitir que, em geral, a própria Igreja reforça esta identificação. A cada dois anos (ano eleitoral!) faz-se uma cartilha política, divulgam-se cartazes, realizam-se debates, organizam-se encontros, escrevem-se artigos, fala-se na Rádio, entre outros. Infelizmente, não há um trabalho contínuo e progressivo de “educação política” de nossos fiéis leigos, nas diversas comunidades, pastorais, grupos, movimentos e espiritualidades. Por isto, esta temática fica restrita às Pastorais sociais, à Comissão sociopolítica, à Escola de Política e Cidadania e nada mais, sendo que o Documento de Aparecida salienta que esta dimensão sociopolítica deveria perpassar transversalmente toda a vida pastoral da Igreja.
É preciso lamentar o ditado popular, amplamente difundido, de que “futebol, religião e política, não se discute”. Talvez, por causa disto, torcidas rivais atacam-se após as partidas, absurdos são praticados supostamente em nome de Deus e a política torna-se uma questão privada. É necessário adotar outro ditado, que diz: “É conversando que a gente se entende”, pois isso é o melhor que se pode fazer, seja em questão de futebol, religião e política, além de outros assuntos. Quem não quer discutir e tem medo do confronto de ideias e do debate, nunca vai sair do lugar comum. Além disso, nunca irá “pensar”, pois a discussão obriga a justificar os pontos de vista, a ter argumentos lógicos, a fundamentar posições.
Evidentemente há aqueles que vivem “da” política, fazendo dela um meio de vida e têm um horizonte estreito. Esses não têm escrúpulos em beneficiar a si mesmos de maneira desonesta, bem como a parentes e correligionários, com o exercício do poder político. É preciso sempre mais denunciar isto, pois o exercício de um mandato eletivo não pode ser encarado como meio de vida e nem como a única maneira de empenhar-se pelo bem comum. Aquele que tem “vocação política” será criativo, descobrindo novas formas de empenhar-se pelo bem de todos, mesmo que não seja de maneira remunerada, e irá suscitar outras lideranças, para que ele mesmo seja substituído.
Hoje, mais do que no passado, entendemos que não basta ter a “ficha limpa” para ser, automaticamente, um bom candidato. É necessário ter uma “ficha cheia” de serviços prestados à sociedade, depois de anos de dedicação à coletividade, de militância em sindicatos, ONGs, Amigos de bairro, Conselhos Paritários e outras organizações político-sociais. Desconfiemos de candidaturas que surgem do nada.
Precisamos “rever nossos conceitos” e praticar uma política que se estenda para além das eleições, pois esta é apenas um momento da vida democrática. Depois, vem o mais importante: participar dos eventos políticos de seu bairro, condomínio ou categoria profissional; filiar-se a algum grupo que se empenha pelo bem comum; acompanhar o trabalho dos eleitos em todos os níveis e outras iniciativas populares.
Enfim, é urgente sair desta “ciranda eleitoral”. É este o momento para fortalecer o engajamento de todos, criando uma “cultura política da participação”. Esta é a hora. Pensemos grande. Pensemos no amanhã. Como diz o refrão de uma música conhecida, “quem sabe faz a hora, não espera acontecer”.

http://www.diocese-sjc.org.br/sobre-igreja-politica-e-eleicoes/

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

Programe-se

Catequese com Adultos/ Paróquia NSª do Rosário - todo domingo das 08h30 as 10h00 / "Vida Sim, Aborto não!"

" Encontros Catequéticos domingo, as 08h30."

*Catequese com Adultos/ Paróquia Nossa Senhora do Rosário - Vila Tesouro - São José dos Campos - SP. * "Vida sim, aborto não!

Este blog pode possuir foto (imagem) retirada da internet caso seja o autor, por favor, entre em contato para citarmos o credito.