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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

O Cardeal da esperança

Cardeal Orani João Tempesta
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ


Na plenitude da vida, viver é um grande dom, uma dádiva que supera qualquer contingência humana. Hoje a irmã morte veio ao encontro deste grande ícone da esperança, da caridade, e da fraternidade cristã e franciscana seu nome Paulo Evaristo Arns, seguidor fiel das pegadas de Francisco e Clara de Assis, pautou sua vida no carisma do poverello de Assis, se fez frade menor, seguindo o ideal da fraternidade, esposo da pobreza, irmão dos pobres, o frei Paulo Evaristo foi antes de tudo um irmão, um homem da esperança. 

A graça de Deus na sua infinita bondade o chamou ao ministério sacerdotal e o frade soube testemunhar eloquentemente o carisma franciscano assumindo com simplicidade o sacramento da ordem, assim foi vivendo e servindo a Igreja como um sacerdote animador do povo de Deus nas mais diversas frentes de atuação missionária, sua missão de frade sacerdote foi como que fermento na massa, sal e luz da terra, junto aos pobres e desvalidos soube ser presença libertadora. Foi um professor exemplar e exímio formador das novas gerações franciscanas.
A missão da Igreja é um dom que se perpetua de forma universal e sem fronteiras, foi assim que a Igreja elegeu este irmão sacerdote filho de são Francisco ao grau do episcopado. Eleito bispo, arcebispo e criado Cardeal da Santa Igreja Romana, Dom Paulo foi sinal de esperança e ternura, foi um DOM de Deus no coração da Igreja universal, especialmente para a Igreja Particular de São Paulo, que por mais de 3 décadas foi cardeal arcebispo da grande metrópole, deixando marcado no coração da paulicéia o seu carisma da esperança contra toda esperança humana. Eu o conheci quando eu, ainda jovem estudante religioso, residindo em São Paulo, na Região Episcopal Santana, onde D. Paulo Evaristo era o Bispo Auxiliar encarregado da área. Em suas visitas à Paróquia de Nossa Senhora das Graças em Vila Nova Cachoeirinha pude começar a conhecer esse grande homem com quem neste ano tive a graça de concelebrar a missa agradecendo pelos seus 50 anos de episcopado.
Seu episcopado foi marcado pela esperança evangélica, o Evangelho palavra viva e encarnada, foi sua inspiração e lema, o bispo e cardeal da esperança viveu seu ministério com tão grande zelo e dedicação, especialmente nos tempos obscuros da história do Brasil, em tempos de exceção, como não lembrar deste Cardeal encorajando, incentivando, acolhendo, protegendo e amparando seu povo das perseguições cruéis e desumanas, protegendo as suas ovelhas e fiel ao diálogo ecumênico e inter-religioso também protegendo os não católicos e a todos dando guarida misericordiosa. Dom Paulo Evaristo foi sem dúvida como que o Evangelho encarnado nesse cenário de crueldade e morte. Assim ele promoveu a vida , foi profeta da esperança, guiando e conduzindo seu rebanho ao jeito de são Francisco de Assis seu patriarca, e  em tempos de tão grande perseguição política ideológica e  desumana, este destemido Cardeal foi capaz de ir na contra mão da história, remando contra maré do sistema, ele foi o irmão de todo irmão, foi sinal vivo da esperança que acolhe, perdoa, anima e promove a vida ao jeito de Jesus cristo o eterno sacerdote.
No exercício pastoral de seu ministério episcopal incentivou a Igreja no Brasil, a alargar os horizontes da comunhão e participação ativa dos fieis leigos a caminhar em comunhão com seus pastores sendo protagonistas da ação missionária libertadora. Ele foi irmão dos pequenos e excluídos, dedicou-se incansavelmente pela causa dos oprimidos, defendeu a vida das crianças, incentivou e apoiou a fundação junto à sua irmã Zilda Arns a Pastoral da Criança no Brasil e que depois se expandiu para o resto do mundo. Dom Paulo Evaristo de fato foi um DOM especial para a Igreja no Brasil e no mundo inteiro, um DOM não somente de nome mais de vida e testemunho.
O Cardeal Paulo Evaristo Arns foi um profeta da esperança defendendo os mais pobres e necessitados e denunciando as injustiças usando o Evangelho como caminho de diálogo e de superação. Encarnou o Evangelho da Vida fazendo-se frade menor no meio dos menores e sempre foi uma presença luminosas nas periferias existências de São Paulo. Combateu o bom combate e permanecerá exemplo de justiça e de misericórdia para a Igreja e para todo o Brasil.
 Hoje acolhido no seio da irmã morte, recebido no coração de Deus, este Deus que o saudoso purpurado soube amar concretamente no rosto dos excluidos, este Deus que Dom Paulo Evaristo serviu tão perfeitamente quando acolheu  a vocação franciscana  abraçando para toda  a vida o carisma do Evangelho das bem aventuranças, foi o DOM Paulo irmão dos pequenos, Cardeal da esperança, profeta dos desprezados, promotor da vida, defensor dos direitos humanos, ícone da fraternidade e da paz.
Ao cumprimentar os meus veneráveis irmãos Cardeais, Dom Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano de São Paulo, e Dom Frei Cláudio Hummes, OFM, sucessor de Dom Paulo e Arcebispo Emérito de São Paulo, bem como todo os bispos auxiliares e todo o presbitério da Arquidiocese de São Paulo, assim como a amada gente de Piratininga e paulista, bem como a família Franciscana, em nome da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro e meu próprio, quero apresentar a Deus a prece especial para que do céu Dom Paulo seja intercessor do Brasil que precisa de esperança, de justiça e de paz. Recebi a notícia enquanto celebrava a Eucaristia nesse horário e já coloquei no mesmo instante a intenção pelo repouso eterno do querido irmão que partiu.
Serão muitas histórias contadas sobre tão longevo cardeal, com muitos acontecimentos e fatos. Mas, sem dúvida, a grande razão de tudo o que D. Paulo realizou foi sua paixão pelo Cristo, por quem deu sua vida, e por causa d’Ele pela causa dos irmãos mais necessitados. Foi um homem de Deus que serviu a Igreja com alegria.
 Dom Paulo Evaristo Arns hoje recebe a coroa da glória eterna  a  ele reservado  por tão nobre  missão, que ficará eternamente gravado no coração da Igreja do Brasil e no mundo inteiro, foi um dom universal de  Deus que ama, e  que jamais será esquecido na vida de seu povo, povo que ele soube amar incansavelmente com a ternura e a paixão franciscana de ser e viver. Obrigado querido Dom Paulo Evaristo nosso irmão, cardeal da esperança.

http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=19980:o-cardeal-da-esperanca&catid=364&Itemid=204

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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