"Seja Bem vindo" - "Este é um espaço a serviço do Reino de Deus. Queremos fazer deste espaço um ponto de encontro com a Fé.” Encontros Catequéticos domingo, as 08h30. “Vida sim, aborto não!” "Este site usa cookies para ajudar a fornecer serviços. Ao usar o site, você concorda com o uso de cookies."

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

De esperança em esperança

Dom Reginaldo Andrietta
Bispo Diocesano de Jales, SP

O falecimento do Cardeal Dom Paulo Evaristo Arns, Arcebispo Emérito de São Paulo, reavivou a memória histórica de cinco décadas da relação Igreja e sociedade no Brasil, ajudando-nos a repensar essa relação, hoje. Grande parte do seu ministério episcopal foi exercido no contexto da longa ditadura militar, instalada em 1964. Estaríamos vivendo, hoje, desafios similares? Certamente, pois militantes da classe trabalhadora, especialmente jovens, expressam um renovado clamor por apoio a suas lutas em prol de uma nova democratização.

Além de ícone do desenvolvimento pastoral da Igreja no período pós Concílio Vaticano II, Dom Paulo tornou-se um dos protagonistas do engajamento da Igreja na luta pela redemocratização do Brasil e da América Latina: estimulou a Teologia da Libertação; favoreceu o desenvolvimento de Comunidades Eclesiais de Base e Pastorais Sociais, desde realidades de pobreza; incentivou movimentos sociais, sindicais e políticos democráticos; afrontou com coragem o regime repressor; lutou contra a tortura; e defendeu persistentemente os direitos humanos, com espírito ecumênico.
Sou testemunha do seu estímulo à militância dos trabalhadores e trabalhadoras, especialmente jovens, quando na abertura do 3º Congresso Nacional de Jovens Trabalhadores, na PUC de São Paulo, em 1983, ele disse com o tom encantador de sempre: “O entusiasmo de vocês é a garantia de que o Brasil vai encontrar o caminho da justiça e da fraternidade”. Ele queria que a Juventude Operária Católica (JOC), organizadora desse Congresso, fortemente reprimida pela ditadura, continuasse se reconstruindo e atuando com apoio eclesial.
Por isso, Dom Paulo referiu-se naquele Congresso a “um documento que a JOC promulgou nos tempos de liberdade, em 1963, quando ainda podia reunir-se”, que diz: “A promoção operária é, para o cristão, um fato inevitável. Isto porque é querida por Deus, e a vontade de Deus é criadora. A miséria de nosso povo não é querida por Deus, pois é uma blasfêmia contra o amor de Deus, num mundo que ousa se dizer cristão”; e destacou: “Foi assim que falaram nossos companheiros em 1963 e logo depois a voz deles foi silenciada pela repressão. Hoje, vocês retomam a grande caminhada e uma grande responsabilidade, e nós queremos estar com vocês”.
Essas palavras encorajadoras de Dom Paulo ressoam, hoje, no coração de muitíssimos militantes que continuam a tarefa histórica de formação e organização de novos militantes da classe trabalhadora. Esse mesmo encorajamento foi dado pelo Papa Francisco, em carta dirigida à Juventude Operária Cristã Internacional, por ocasião do seu 14º Conselho Mundial, realizado na Alemanha, este ano. Presente na missa de abertura desse Conselho, ressaltei a importância atual dessa organização juvenil da classe trabalhadora e seus desafios no mundo inteiro, e conclamei: “assumamos esses desafios como um chamado de Deus!”.
Militantes da classe trabalhadora, especialmente jovens com inspiração cristã, estão clamando por um renovado apoio às suas justas iniciativas de ação, pois ressurgem estilos ditatoriais de governo, dissimulados em democracia. Tomemos a iniciativa de mostrar, como Dom Paulo, que esses militantes que lutam por uma permanente e progressiva democratização, não estão sozinhos. Assumamos esse compromisso com profunda confiança em Deus, inspirados no testemunho de Dom Paulo e no seu lema episcopal “Ex Spe in Spem”, ou seja, “De Esperança em Esperança”.

http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=19983:de-esperanca-em-esperanca&catid=449&Itemid=204

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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