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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

A ordem da criação em Deus, segundo Santo Agostinho

Dom Vital Corbellini
Bispo de Marabá (PA)


Introdução 
Estamos num tempo de valorização da criação criada por Deus. Nos tempos modernos há uma consciência sempre maior que a preservação humana está relacionada com a natureza e essa com todo o ser vivo. Estamos próximos da CF 2019 que falará sobre os biomas e o cuidado com a criação de Deus. Papa Francisco afirma a necessidade de uma ecologia integral onde todos se relacionam com todos, porque o Criador fez bem todas as coisas para o universo. Agostinho de Hipona, bispo e doutor da Igreja, viveu no século IV e V, no qual foi uma figura marcante na Igreja pelas suas posições doutrinais e também em relação à natureza. 

1. O tempo inicia com a criação
Santo Agostinho diz que os tempos iniciaram a existir com os movimentos da criatura vinda a este mundo pelo Criador. Os tempos não existiam antes da criação porque na eternidade de Deus não existiam tempos antes dos tempos. Deus precede a tudo; só Ele é eterno. Assim a criatura não poderia mover-se, se o tempo não existisse. O tempo começou a existir pela criatura, sabendo que a criatura e o tempo vem depois de Deus. Neste sentido, o bispo de Hipona tem presente a Palavra de São Paulo que diz: Tudo é dele, por Ele e nele(Cf. Rm 11,36). 
2. A ordem da criação
Deve-se entender que o tempo é criatura, sendo o movimento da mesma. A ordem de Deus foi que tudo foi bem feito, saindo de uma forma agradável das mãos de Deus, a criação, sendo também Ele o administrador de tudo o que criou. Deus realizou todas as coisas ao mesmo tempo, proporcionando-lhes a ordem não por intervalos de tempo, mas pela conexão das causas, de modo que as coisas criadas recebessem seu acabamento no dia decorrido. 
As coisas criadas por Deus dar-se-ão pela ordem causal, não temporal, visto que antes de serem instituídas, não teriam existido. Santo Agostinho analisou a criação em cada dia de modo que tudo reverta à glorificação de Deus. O dia foi feito em primeiro lugar, pois era preciso que obtivesse a primazia da criação a natureza que fosse capaz de reconhecer a criatura pelo seu Criador. Já no segundo dia Deus criou o firmamento, do qual iniciou o mundo corpóreo. No terceiro dia, as espécies do mar e da terra, as espécies das ervas e das árvores. No quarto dia, foram criados os luzeiros e os astros. No quinto dia, a natureza das águas unida ao céu e a atmosfera produziram pela Palavra de Deus, seus habitantes, com as suas medidas, sendo coordenados pelos movimentos adequados aos tempos. No sexto dia, o Senhor criou os animais terrestres cujas medidas o tempo desenvolveria de uma forma posterior e visível(cfr. Gn 1). 
Deus também fez o ser humano com o pó da terra e insuflou em seu rosto um hálito de vida e o homem se tornou uma alma vivente(cfr. Gn 2,7). Santo Agostinho coloca a criação humana no sexto dia, como uma espécie de recapitulação. Como todas as coisas e os seres vivos, o ser humano foi criado para existir sobre a terra, dada por Deus para cuidar, zelar pela mesma. A criação humana é toda particular para o homem e à mulher, porque Deus lhe deu também a benção para viverem bem no mundo criado por Deus. Quando Deus criou o ser humano, homem e mulher, à sua imagem e semelhança(cfr. Gn 1,26), inseria nas coisas feitas, fazendo as coisas futuras pela potência todo-poderosa em vista do seu Filho Jesus Cristo. 
Dessa forma segundo Agostinho se umas criaturas precedem de outras criaturas, algumas pelo tempo, outras pelas causas, Deus que fez todas as coisas, precede-as não somente por sua excelência pela qual é Criador também das causas, mas também pela sua eternidade. Deus é eterno fazendo as coisas no tempo e no espaço, em vista de seu Filho Jesus Cristo e na inspiração do Espírito Santo. 
3. As coisas existentes na Sabedoria de Deus
Santo Agostinho diz que a Palavra do evangelista São João atesta que todas as coisas existiam na Sabedoria de Deus e foram criadas em vista do Verbo de Deus. "No principio era o Verbo e o Verbo estava em Deus e o Verbo era Deus. No princípio, ele estava com Deus, Tudo foi feito por meio dele e sem ele nada foi feito de tudo o que existe"(Jo 1,1-3). Deus fez as coisas que conhecera e no qual fez todas as coisas por meio do Verbo que estava junto dele. 
Somos criaturas de Deus com a missão de zelar pelo bem de todas. O propósito do Senhor continua forte na vida de cada um de nós. Agradecemos a Deus a graça de viver este período de conscientização da natureza para que assim todos glorifiquem o Deus Uno e Trino, o Deus Criador e Redentor. 

http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20235:a-ordem-da-criacao-em-deus-segundo-santo-agostinho&catid=392&Itemid=204

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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