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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Primado da justiça

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba, MG

Não é fácil falar da prática da justiça. Temos o privilégio de agir com o livre arbítrio, o que dificulta a integridade da verdade. Fazemos muitas coisas de forma imperfeita, às vezes também de maneira injusta. Assim agimos com infidelidade diante dos princípios da Palavra de Deus. Podemos dizer que só Deus é totalmente justo. É por isso que Ele nos justifica e nos faz participar de seu amor.

A proposta dos Mandamentos do Decálogo desafia a nossa liberdade e capacidade de escolha no momento de agir. Porque estão diante de nós o bem e o mal. A tarefa implica opção, consciência e responsabilidade. As consequências veem daí, isto é, do caminho escolhido. As normas existem, mas elas são como instrumentos estáticos, que só agem mediante o rumo que traçamos para viver.
As leis existem para sustentar a prática da justiça. Assim aconteceu no Antigo Testamento, quando Moisés recebeu do Senhor as Tábuas da Lei, dadas para ajudar o povo na condução de seu itinerário de vida. No tempo do Novo Testamento, essas Leis foram reinterpretadas por Jesus Cristo, mas com a intenção de dar a elas o seu verdadeiro sentido, de reafirmar a importância da verdade.
A prática da justiça começa nas atitudes que partem do coração da pessoa. Não é simplesmente cumprir a letra da lei, porque ela pode até ser injusta e não atender às exigências para a pessoa agir de forma correta. Na verdade, para ser justo, devemos ir além dos limites referendados pela lei, colocando em prática os conceitos que têm sua origem na consciência da pessoa bem formada.
Da parte de Deus, numa total ação de generosidade, Ele “faz o sol nascer sobre bons e maus e cair a chuva sobre justos e injustos” (Mt 5,45). A justiça está aliada à caridade, uma dependendo da outra para sua real significação. A nossa prática da justiça precisa ser maior de quem age com irresponsabilidade, de quem provoca ações de injustiça, com isso prejudicando outras pessoas.
A justiça e a verdade estão entrelaçadas com a vivência da sabedoria e da sinceridade. Mas diante do ser humano estão o bem e o mal, a vida e a morte. A primazia tem que ser da justiça, abrindo espaço e condição para a prática da caridade. Quando dizemos que “só Deus pode fazer o bem por caminhos tortos”, significa que não existe verdadeira caridade sem que antes a justiça seja feita.

http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20239:primado-da-justica&catid=369&Itemid=204

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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