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quarta-feira, 29 de março de 2017

A humanização hospitalar e o direito à assistência religiosa

Dom Roberto Francisco Ferreria Paz
Bispo de Campos (RJ)


Frei Píer Luigi Marchesi, superior geral dos conhecidos Farebenefratelli (religiosos que cuidam de doentes), preocupado com a situação impessoal e por vezes degradante dos pacientes nos grandes hospitais urbanos, publicou um livro denominado. Humanização, história e utopia”. Ele considera como um hospital humanizado aquele que cumpre os seguintes itens: centralidade da pessoa humana do paciente, estímulo às relações interpessoais, confiança no trabalho de grupo, formação permanente, ambiente de uma casa familiar, justiça, misericórdia e ternura para com os doentes. Em hospitais que tencionaram realizar um processo de humanização, se verificou: uma acolhida afetuosa ao paciente, orientações precisas e serenas, transparência e comunicação. 

Estas diretrizes, pela parte da equipe hospitalar e dos funcionários, permitem que o doente se contextualize, elabore melhor suas ansiedades e sinta um alívio em relação aos medos e perdas. Em 2002, foi aprovada a Carta dos Direitos dos Doentes e, mais tarde, foi homologada a Carta dos Direitos de Nice (que acrescenta os direitos específicos das crianças e idosos). Já em 1971, aprovada pela ONU, foi divulgada a Declaração dos Direitos da Pessoa com Deficiências Mentais. 
Finalmente, a Recomendação nº 1418, do Conselho Europeu, de junho de 1999, sobre a proteção dos direitos e da dignidade dos doentes incuráveis e terminais, vem confirmar junto aos outros textos já citados, o direito do paciente a não ser desconsiderado em suas necessidades psicológicas, sociais e espirituais. Para que isto aconteça, é fundamental reconhecer como dimensão necessária do processo de humanização hospitalar a assistência religiosa e espiritual.
Esta proposta faz a diferença porque proporciona conforto, consolação alimento da fé, e oferece as experiências fundamentais do perdão, comunhão, esperança e resignação da vida, ajudando a preparar com confiança e paz a partida e o passamento. Obstaculizar o serviço de assistência religiosa é cercear um direito substancial aos doentes, impedindo seu acesso à luz do transcendente, o encontro com a crença pela possibilidade de uma cura interior e a fortaleza para vivenciar o momento causado pela crise da doença. Que o Senhor, fonte da luz e da vida, nos permita servir com amor e dedicação aos irmãos (ãs) enfermos. Deus seja louvado!

http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20530:a-humanizacao-hospitalar-e-o-direito-a-assistencia-religiosa&catid=391&Itemid=204

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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