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segunda-feira, 13 de março de 2017

Críticas e Avaliações

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte

A fragilidade dos fundamentos da cultura pode ser uma das causas que explicam a incapacidade que a sociedade tem ao lidar com as críticas e as avaliações. Muito frequentemente, o que deveria ser uma rica troca de argumentos se reduz a ataques e ironias. Basta observar o cotidiano das pessoas nos diferentes setores. É incrível a falta de compostura de muitos parlamentares durante seus pronunciamentos, ou mesmo certas atitudes dos cidadãos.
Essa falta de respeito resulta também da incompetência para uma autoavaliação. Movidos pela revolta pessoal que nasce do desinteresse em exercitar o autoconhecimento, muitos se sentem no direito de dizer, de qualquer jeito, o que bem entendem, sem medir as consequências. Por isso mesmo, é crescente a incompetência para avaliar os próprios atos e conceitos.  Sem reconhecer a própria inaptidão, muitos se consideram certos em tudo. Acham-se no direito de desferir juízos sobre os outros e permanecem fechados a qualquer tipo de observação, ainda que seja pertinente.
Essa fragilidade no tecido cultural gera uma atmosfera permanente de revolta nas relações, fazendo crescer a intolerância e os equívocos no discernimento e adoção das prioridades. Consequentemente, perde-se o sentido de limite, que é necessário para que sejam estabelecidas as relações humanas. Impulsos que brutalizam essas relações ganham força, enquanto as instituições sociais ficam enfraquecidas. Assim se estabelece uma confusão que deseduca e é responsável por retrocessos civilizatórios. O risco permanente é a sociedade ser conduzida ao marasmo e às permissividades. De um lado, ficam as massas enfurecidas e raivosas. Do outro, defensivamente e se lamentando, os dirigentes, líderes e representantes do povo. Um descompasso de terríveis proporções. 
Nesse contexto, nascem os medos paralisantes e a falta de criatividade que inviabilizam as respostas urgentes e necessárias. Tudo acaba em confusão que descompassadamente envolve o conjunto da vida. Urge aprender e praticar, culturalmente, a competência para se fazer críticas pertinentes, que nunca pode estar desatrelada da autoavaliação. E para se alcançar essa habilidade, torna-se necessário investir na autoestima. Quem não conquistou essa qualidade, não suporta críticas e permanece obtuso. Busca promoção e privilégios sem avaliar o próprio desempenho. Segue a tendência medíocre de se “fazer juízo em causa própria”, com a parcialidade de quem não aceita observações ou posicionamentos divergentes.
A sociedade e suas instituições não avançam se os cidadãos não cultivarem a competência crítica que pressupõe abertura suficiente também para se deixarem avaliar. São sempre lamentáveis a animosidade e a resistência criadas quando o discurso inclui críticas e avaliações. Buscam-se justificativas para tudo. Dessa forma, uma barreira intransponível é construída, impedindo o diálogo capaz de reorientar processos. As perdas são muitas, nos prazos e na qualidade dos resultados, pois o objetivo é cada um se colocar como o melhor e o mais importante.
Investimentos civilizatórios capazes de garantir aos cidadãos a competência de criticar, de ouvir críticas e de se deixar inserir em processos de avaliação, em vista do bem maior, são urgentes. Não há outro caminho para superar mediocridades nos âmbitos dos funcionamentos institucionais, que requerem sempre novas respostas, em razão dos crescentes desafios da sociedade contemporânea. Nesse sentido, oportuno é avançar na implantação de sistemas que podem avaliar desempenhos em diferentes âmbitos - educacional, religioso, cultural, político e tantos outros – capacitando todos com a habilidade para criticar e ouvir críticas. Assim se alcança a cidadania qualificada, com a abertura a processos permanentes de avaliação.

http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20427:criticas-e-avaliacoes&catid=381&Itemid=204

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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