"Seja Bem vindo" - "Este é um espaço a serviço do Reino de Deus. Queremos fazer deste espaço um ponto de encontro com a Fé.” Encontros Catequéticos domingo, as 08h30. “Vida sim, aborto não!” "Este site usa cookies para ajudar a fornecer serviços. Ao usar o site, você concorda com o uso de cookies."

terça-feira, 14 de março de 2017

"Cultivar e guardar a criação"

CAMPANHA DA FRATERNIDADE“Cultivar e guardar a criação” (Gênesis 2,15)
O tempo litúrgico da quaresma comporta um forte apelo à conversão. A quaresma, na medida que celebra as últimas semanas de Cristo que voluntariamente foi à Jerusalém e voluntariamente se entregou pela nossa salvação, reforça ainda mais este apelo. Diante de um amor incondicional  Filho de Deus, não se pode ficar indiferente. Por outro lado, esta mudança de vida que a conversão exige, tem sempre uma perspectiva horizontal, pois a volta para Deus, passa necessariamente pela vivência da fraternidade.

Neste sentido a Igreja no Brasil desde a década de 60, promove cada ano no período da quaresma, a Campanha da Fraternidade. Esta iniciativa se deu em 1961, quando três padres que coordenavam a Cáritas Brasileira idealizaram uma campanha de arrecadação que potenciasse os vários projetos assistenciais que a Cáritas mantinha. Assim em 1962, nascia em Natal, no Rio Grande do Norte, a Campanha da Fraternidade, que é um apelo a todos os católicos e às pessoas de boa vontade, para vivenciarem gestos de solidariedade, para que o nosso país seja mais justo e fraterno.
A Campanha da Fraternidade deste ano tem como tema “Fraternidade, biomas brasileiros e defesa da vida” e como lema “Cultivar e guardar a criação” (Gênesis 2,15). “A expressão bioma vem de ‘bio’, que em grego quer dizer ‘vida’ e ‘oma’, sufixo também grego que quer dizer massa, grupo ou estrutura de vida. Um bioma é um conjunto de vida (animal ou vegetal) constituído pelo agrupamento de tipos de vegetação contíguos e identificáveis em escala regional. (…) No Brasil temos seis biomas: a Mata Atlântica, a Amazônia, o Cerrado, o Pantanal, a Caatinga e o Pampa” (Texto Base CF 2017, Introdução).
Um juízo superficial pode achar estranho que a Igreja trate de temas como este. No entanto ela entende que tudo o que toca a vida humana diz respeito à sua missão. A vida em plenitude que Cristo veio nos trazer (conferir João 10,10) é essencialmente vida na graça, mas esta existência espiritual comporta exigências e supõe também outras dimensões da vida humana. Santo Irineu disse: “a glória de Deus é a vida do homem”. Os biomas, além de serem lugares onde reside toda uma população, influenciam na qualidade de vida do nosso País do todo o mundo.
Depois de 500 anos da chegada dos colonizadores nestas vastas terras que compõe o Brasil, precisamos nos perguntar sobre o tipo de cuidado que tivemos com os povos que aqui residiam, bem como com todo o ecossistema que aqui se achava.
Os bispos do Brasil, ao escolherem este tema para a Campanha da Fraternidade, demonstram estar em profunda sintonia com o Papa Francisco. Em maio de 2015, o Papa lançou a Laudato Si, sobre o cuidado da casa comum. Esta foi a primeira encíclica de um Papa a tratar especificamente da ecologia. Neste início do terceiro milênio em que cada vez mais aumentam as vozes que alertam para o grave perigo de um domínio desenfreado do homem sobre a natureza, a Igreja consciente que o pecado afetou a relação do ser humano, não só com Deus e com os seus semelhantes, mas também com a criação, convida os seus membros e todas as pessoas de boa vontade a uma conversão ecológica.
Atualmente no Brasil, somos mais de 200 milhões de habitantes. Desta população 80% vivem nas cidades, gerando um alto impacto no meio ambiente. Diante deste quadro desafiador, a Igreja sente a necessidade de apontar caminhos para uma ecologia integral ou seja, uma visão de respeito para com a criação que gere medidas não só no plano ambiental, mas também no plano econômico e social.
Os cristãos e todas as pessoas que reconhecem o imperativo da causa ecológica, são convidados a se apaixonarem pelo cuidado com a casa comum.  Para os discípulos e discípulas de Jesus Cristo, trata-se de “deixar emergir, nas relações com o mundo que os rodeia, todas as consequências do encontro com Jesus” (Laudato Si, n. 217).
Pe. Djalma Lopes Siqueira
Vigário Geral da Diocese de São José dos Campos

http://www.diocese-sjc.org.br/cultivar-e-guardar-a-criacao/

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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