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quarta-feira, 22 de março de 2017

Em vez de semear o ódio, construir a cultura da paz!

Dom Severino Clasen
Bispo de Caçador



“Não pratiqueis violência nem defraudeis a ninguém, e contentai-vos com o vosso soldo” (Lc 3,14b).
Aproxima-se a Páscoa do Senhor. A Igreja no Brasil convida a todas as pessoas de boa vontade para refletir sobre a construção da paz em vez da violência.
Vivemos em tempos confusos em todo mundo. A humanidade perdeu a referência e as notícias de corrupção aumentam cada vez mais.
O desespero de milhares de mulheres, sendo violentadas é inegável. Crianças abandonadas sem proteção; juventude desorientada, educada pelo sistema intimista e egoísta; avós sustentando netos; pais irresponsáveis e despreparados de agrotóxicos destruindo fauna, flora, vidas humanas colocando em risco a saúde pública; políticos envolvidos na corrupção e votando leis inoperantes e insustentáveis; Tribunais sustentando cadeiras políticas gerando desconfiança e insegurança na proteção dos deveres e diretos da população; a mídia elitizada semeando violência e ódio na sociedade. Estamos sem referência para construir a paz em todos os ambientes onde vivemos, nos movemos e somos.
Escreveu um teólogo, professor meu: “É urgente uma nova relação para com a Terra e para com a natureza, feita de sinergia, respeito, convivência, cuidado e sentido de responsabilidade coletiva”. A falta da ética, o respeito pela vida humana destrói a nossa convivência e a casa comum, a natureza. A reflexão sobre o bioma, deve nos conduzir para uma nova relação e comportamento existencial. 
Seguindo a reflexão do professor teólogo: “Na nossa cultura temos a figura paradigmática de São Francisco de Assis, atualizada pelo bispo de Roma, Francisco, em sua encíclica Laudato Si: cuidando da Casa Comum. Proclama o poverello de Assis “o santo padroeiro de todos os que estudam e trabalham no campo da ecologia...para ele qualquer criatura era uma irmã, unida a ele por laços de carinho. Por isso sentia-se chamado a cuidar de tudo o que existe” (n.10 e 11). Com certo humor recorda “que São Francisco pedia que, no convento, se deixasse sempre uma parte do horto para as ervas silvestres crescerem” (n.12) pois elas a seu modo também louvam a Deus.
Esta atitude de enternecimento levava-o a recolher as minhocas dos caminhos para não serem pisadas. Para São Francisco todos os seres são animados e personalizados. Por intuição espiritual descobriu o que sabemos atualmente por via científica (Crick e Dawson, os que decifraram o DNA) que todos os viventes somos parentes, primos, irmãos e irmãs, por possuirmos o mesmo código genético de base. Por isso chamava a todos de irmãos e irmãs: o sol, a lua, o lobo de Gubbio e até a morte.
Esta visão supera a cultura da violência e inaugura a cultura do cuidado e da paz. São Francisco realizou plenamente a esplêndida definição que a Carta da Terra encontrou para a paz: “é aquela plenitude criada por relações corretas consigo mesmo, com as outras pessoas, outras culturas, outras vidas, com a Terra e com o Todo maior do qual somos parte” (n.16 ).
Num outro lugar, encontrou a seguinte formulação, agora crítica: “É preciso revigorar a consciência de que somos uma única família humana. Não há fronteiras nem barreiras políticas ou sociais que permitam isolar-nos e, por isso mesmo, também não há espaço para a globalização da indiferença” (n.52)
Desta atitude de total abertura que a todos abraça e a ninguém exclui, nasceu uma imperturbável paz, sem medo e sem ameaças, paz de quem se sente sempre em casa com os pais, os irmãos, as irmãs e com todas as criaturas.
No lugar da violência coloca os fundamentos da cultura da paz: o amor, a capacidade de suportar as contradições, o perdão, a misericórdia e a reconciliação para além de qualquer pressuposição ou exigência prévia. (L. Boff, UNISINOS 18/03/2017).
Ao celebrarmos a Páscoa do Senhor, afirmemos nosso desejo de construir uma sociedade sem violência e repleta de amor para que a Paz do Ressuscitado esteja conosco.

http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20477:em-vez-de-semear-o-odio-construir-a-cultura-da-paz&catid=378&Itemid=204

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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