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quarta-feira, 15 de março de 2017

Jovens e transmissão da fé

Cardeal Orani João Tempesta
Arcebispo do Rio de Janeiro



Catequese quaresmal - 1
Iniciamos na Quarta-feira de Cinzas o Tempo Quaresmal de 2017. Estamos a caminho da Páscoa, refazendo a trajetória do Êxodo. Este é o tempo da conversão e da grande reflexão para melhor colocar o nosso coração e as nossas intenções em Deus. Ao longo deste período, como fizemos no ano passado, dedico as catequeses quaresmais aos jovens, dentro do contexto do tema proposto pelo Papa Francisco para o próximo Sínodo, que vai tratar da nossa amada juventude. 

Nesta primeira catequese, fazendo a memória de nossos pais e avós, tão lembrados pelo Papa Francisco, quero falar da importância do papel dos pais e dos avós na transmissão da fé a seus filhos e netos. Essa transmissão da fé podemos caracterizar como missão.
A missão é parte constitutiva da identidade da Igreja, chamada pelo Senhor a evangelizar todos os povos. Sua razão de ser e agir como fermento e como alma da sociedade, que deve renovar-se em Cristo e transformar-se em família de Deus. Por isso, a missão deve, antes de tudo, animar a vocação missionária dos cristãos, fortalecer as raízes de sua fé e despertar sua responsabilidade para que todas as comunidades cristãs ponham-se em estado de missão permanente. Trata-se de despertar, nos cristãos, a alegria e a fecundidade de serem discípulos de Jesus Cristo, celebrando com verdadeiro gozo o “estar-com-Ele” e o “amar-com-Ele”, para serem enviados para a missão. É a vida do discípulo missionário, que nos orientou o documento de Aparecida da V Conferência.
A missão nos leva a viver o encontro com Jesus num dinamismo de conversão pessoal, pastoral e eclesial, capaz de impulsionar à santidade e ao apostolado os batizados e de atrair os que abandonaram a Igreja, os que estão distantes do influxo do Evangelho e os que ainda não experimentaram o dom da fé. 
A juventude tem sido caracterizada por diferentes visões. Para muitos estudiosos da sociologia, da psicologia e da antropologia, esse é o momento primordial para as relações da vida em grupo, para a relação entre os grupos de iguais e para as profundas buscas e experiências que interferem nos resultados de encontros, desencontros, inseguranças, curiosidades, medos, confusões, indefinições, mudanças, crises e crescimentos. Devemos olhar para a juventude como um momento da vida em que se intensificam os questionamentos, discernimentos, entendimentos, sonhos. Tomemos cuidado para não cobrar da juventude algo que ainda não é possível de ser oferecido, bem como desacreditar em suas potencialidades.
A realidade nos mostra que um grande número de jovens é interessado pela comunidade cristã e se prepara com esmero para os sacramentos, em especial para o Sacramento da Crisma, mas nem todos perseveram. É urgente pensarmos em algo que seja mais contínuo para a participação dos jovens na vida eclesial e, nesse sentido, o grande trabalho da “iniciação cristã” se insere de modo claro e necessário. Nas realidades a que temos assistido, nas comunidades por onde temos passado em missão, seja para cursos, seja para uma animação da pastoral Bíblico-Catequética, vemos a preocupação dos catequistas com muitos jovens que não estão iniciados à vida cristã. Alguns, quando procuram, não encontram respaldo, não se tem o que oferecer a eles, e há centenas de jovens que nem atentos para isso estão. Temos muitas ovelhas que não estão no aprisco e que é necessário atingir.
A evangelização com jovens deve ser feita de momentos de interação que possibilitem o encontro com os outros, a partir da vivência da fé na vida em comunidade, e que os ajudem a fazer a experiência do Deus de Jesus Cristo. Não passar por cima das questões relativas à sexualidade, mas abordar com aquilo que a fé cristã pode oferecer para ajudar os jovens a aprimorarem e a amadurecerem sua sexualidade; não simplesmente com moralismos e interditos, mas como um caminho para a maior felicidade, ao esclarecer o uso mercadológico que é feito da exacerbação do sexo e as consequências disso na vida.
Os jovens de hoje vivem com urgência a busca de sentido que dê respostas às questões fundamentais do ser humano. Essa busca, e sua abertura experiencial ao religioso, são duas perspectivas que deverão ser tidas em conta na catequese, já que potenciam o caráter pessoal e personalizador que deve ter o ato de fé, sem menosprezo dos componentes racionais e institucionais da mesma fé. 
Os jovens são de suma importância para Igreja, pois a Igreja busca a cada dia evangelizá-los com muito amor e carinho. Quantos jovens em nossas paróquias assumem lideranças, quantos jovens estão à frente dos ministérios de música, ou ainda quantos jovens estão empenhados no setor da juventude! São vários jovens, e a eles damos graças por estarem na caminhada, e que estes busquem se espelhar em Cristo Jesus. Assim, como Cristo foi fiel ao Pai, que também vocês possam fazer o mesmo. 
Portanto, a catequese bem feita ajuda os jovens a sentirem-se incomodados, inquietos com a realidade social que os cerca, cheia de injustiças, discriminações e atentados à vida, e, a partir disso, leva-os a uma atitude de solidariedade, de compaixão ativa e de compromisso com o bem, com a verdade, a justiça e a vida, como fez Jesus. A educação da fé que aponta para o compromisso com a transformação da sociedade conduzirá o jovem para a realização do seu “ser jovem”, como agente transformador e protagonista dentro de uma sociedade que nem sempre o acolhe. Com isso, a catequese tem este papel de unir fé e vida, formando cidadãos do Reino, discípulos jovens que sejam apaixonados e seguidores de Jesus. É claro que terminado o período catequético dos jovens, cada paróquia deve oferecer momentos de oração, retiros, encontros e louvores para estes. Podemos citar como o grande exemplo desta expressão jovem na e da Igreja a Jornada Mundial da Juventude. Aqui no Rio de Janeiro, na JMJ 2013, foi marcante a presença e a Evangelização dos Jovens. Eles deram vivo testemunho da fé católica e demonstraram como é possível viver publicamente o que o Evangelho pede, sem renunciar ao que proclama a Mãe Igreja. 
Esta é a grande missão dos pais e avós: transmitirem a fé que receberam de seus antepassados na integralidade proclamada pela Igreja. Assim cremos e assim deveremos testemunhar o seguimento cristão!

http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20441:jovens-e-transmissao-da-fe&catid=364&Itemid=204

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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Catequese com Adultos/ Paróquia NSª do Rosário - todo domingo das 08h30 as 10h00 / "Vida Sim, Aborto não!"

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*Catequese com Adultos/ Paróquia Nossa Senhora do Rosário - Vila Tesouro - São José dos Campos - SP. * "Vida sim, aborto não!

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