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sexta-feira, 16 de junho de 2017

Homilia do 11º DOMINGO DO TEMPO COMUM

DIOCESE DE LIMEIRA 

18 de junho de 2017


Povo chamado a ser sacerdote no serviço”
Leituras: Êxodo 19,2-6ª; Salmo 99; Carta de São Paulos aos Romanos 5, 6-11; Mateus 9, 36-10, 8

COR LITÚRGICA: VERDE

Animador: Irmãos e irmãs, a intervenção de Deus em nossa história concretiza-se por meio daqueles que Ele chama e envia, para serem sinais vivos do seu amor e testemunhas de sua misericórdia.


1. Situando-nos brevemente:
É muito difícil a compreensão das nossas assembleias eucarísticas com relação ao tema do sacerdócio comum dos fiéis. Isto porque as nossas catequeses não são bem preparadas também porque a grande massa celebrativa parece não estar muito voltada à sua essência de povo sacerdotal.

A convicção de que somos um povo eleito (Sl 99,3) foge à compreensão de muitos por motivos vários da experiência humana.

Ser povo sacerdotal é estar em contínua cooperação com o sacerdócio de Cristo. Ele dá sentido ao sacerdócio dos batizados, cada um com suas capacidades de cooperação na Igreja. Ser povo sacerdotal é ser povo que intercede uns pelos outros, serve à maneira de Cristo e concelebra com Ele.

Com diferenças especificas entre o sacerdócio ministerial, isto é, os que são constituídos para serem diáconos, padres e bispos, o povo de Deus – (as) leigos (as) – não estão distante na colaboração da mediação de Cristo.

A mesa da Palavra que a liturgia nos apresenta hoje é recheada de “pratos” fartos de ingredientes salutares a fim de que a comunidade celebrativa possa provar e se revigorar. É um “reino sacerdotal” (Ex 19,6a), “um rebanho do Senhor” (Sl 99), “que estamos justificados pelo sangue de Cristo” (Rm 5,9). A escolha para o discipulado de Cristo, não foi e não é uma escolha dos melhores da sociedade, mas ser discípulos de Jesus é crescer nele, por Ele e para Ele.

Com a coragem e o entusiasmo de conhecer Jesus Cristo, sua proposta de viver o Reino já aqui na terra, dar testemunho dele é acolher os que desejam experimentar seu amor, e sermos autênticos sacerdotes do reino almejado pelo Senhor.

2. Recordando a Palavra
A fidelidade de Deus é eterna e imutável, e a narração do Livro do Êxodo na primeira leitura nos garante esta presença fiel. Contudo, sua fidelidade exige uma correspondência. Ele relembra o seu operar na história de Israel com a libertação do Egito, convidando o povo à fidelidade. Garante uma aliança, pois se a cumprirem tornar-se-ão uma “propriedade”, uma pertença particular e por isso tornar-se-ão “um reino sacerdotal” e “Nação santa”. Dizendo isto, Deus, indica que o povo tornar-se-á um reino de colaboradores, mediadores, consagrados ao seu serviço em prol de muitos que estão longe de conhecê-lo, e por consequência, uma “nação santa”, não uma nação qualquer, voltados à perfeição.

Neste prisma e, em vista do Ano Mariano que estamos celebrando, Maria é a referência para a Igreja de como Deus atuou em sua vida.

Mãe e Serva, ela é por excelência a síntese do povo fiel, “reino sacerdotal”, “nação santa”. Pela sua maternidade divina, a Virgem Maria foi constituída como “sacerdotisa do Senhor”, isto é, aquela que participando de modo exemplar do único sacerdócio de Cristo, como todos os cristãos o são, ela se coloca a serviço do Reino Novo instaurado por seu Filho Jesus Cristo. É a medianeira, intercessora sempre obediente a “tudo o que Ele disser” (Jo 2,11). Nela se resume a “nação santa”, a nova Jerusalém restaurada e agraciada por Deus.

3. Atualizando a Palavra
Reconciliado com Deus pelo sangue de Cristo derramado por amor. Paulo nos recorda a condição anterior de pecado, mas hoje livres, graças à fidelidade de Deus, em Cristo a nosso favor. Esta reconciliação em Cristo é imutável, cabendo a nós dar continuidade a esta ação salvífica. Paulo nos questiona mediante a coragem de Cristo que por amor se entregou à morte, e nós somos dispostos a fazer o mesmo pelos irmãos.

O risco do modismo ou de que a Igreja se torne uma ONG é grande, pois à diferença de muitas entidades filantrópicas laicas, a Igreja de Cristo se destaca pela coragem na restauração dos (as) irmãos (as). É uma instituição divina e não humana, e, portanto, o seu carisma é dar a vida pelo outro, seja santo ou pecador. Mais anda pelos pecadores e por aqueles que não conhecem a graça de Cristo Salvador.

Interessante que no livro Missas de Nossa Senhora, n.14, para o Tempo da Quaresma há uma liturgia com o título da Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Reconciliação. Nesta encontramos nos textos sagrados e, em particular, o de 2Cor 5, 17-21, a súplica de Paulo à comunidade cristã de deixar-se reconciliar com Deus. O Evangelho desta liturgia é Maria aos pés da Cruz (Jo 19, 25-27). Tal liturgia mariana é propícia à nossa reflexão, pois Maria é deixada por Cristo em seu derradeiro testamento como a Mãe da Reconciliação, nela não se encontra divisão, discórdia, é fiel do início ao fim da missão, embora tenha passado por todos os percalços humanos, exceto o pecado.

4. Ligando a Palavra com ação litúrgica
A Eucaristia é envio como indica o Evangelho de hoje no chamado dos doze discípulos ao apostolado, pois devem ser compassivos, como o próprio Jesus “vendo a multidão cansada e sem força”. Eis a característica da Igreja: ser compassiva não com os fortes, mas com aqueles – e não poucos – desfalecidos ao longo do caminho.

Na missão dos discípulos há uma tarefa, um mandato do Senhor a ser cumprido, um mandato do Senhor. Não é criar ao longo do caminho novos mandatos, os abismos pessoais, mas o que Senhor determinou. E o que Ele determinou? “Pregai que o reino dos céus está próximo. Curai os enfermos, ressuscitai os mortos, sanai os leprosos, libertai dos demônios”. O Reino de Deus se caracteriza pela cura! Cura da alma e do corpo. Mas atentos, isto se faz não na onde do curandeirismo, mas no amor. Este, por sua vez, evidencia pelo perdão, reconciliação, acolhimento, oportunidade a qualquer um, embora o evangelista Mateus tenha enfatizado o seu nacionalismo judaico.

Com o Ano Mariano, o texto Maria, Rainha dos Apóstolos do livro Missas de Nossa Senhora, n.17 e 18 nos educa a sermos comunidade de serviço ao outro e não a nós mesmos.

Com a Mãe do Senhor somos educados a pensar que o Reino já está no nosso meio, não de coisas fantásticas e extraordinárias, mas nas necessidades dos (as) irmãos (as) que precisam da tão almejada cura nos mais variados gestos de solidariedade.

PRECES
Presidente: Salvos por Cristo e reconciliados com o Pai, ao mesmo Pai podemos dirigir nossos pedidos de filhos.

1. Senhor que a Igreja, por meio da proclamação do Evangelho, saiba oferecer às novas gerações razões sempre novas de vida e esperança. Peçamos:
Todos: Senhor, faça-nos operários de tua messe.

2. Senhor que as autoridades públicas de nosso país busquem o bem comum do nosso povo, favorecendo o combate à corrupção e à violência. Peçamos:

3. Senhor que os missionários, especialmente aqueles que sofrem perseguições por causa do anúncio do Evangelho, não percam a coragem e a perseverança. Peçamos:

4. Senhor, que nossa comunidade encontre na Eucaristia a força e a coragem necessárias para o pleno cumprimento da tua vontade. Peçamos:
(Outras intenções)

Presidente: Senhor, que poderia realizar diretamente a tua obra redentora no mundo, mas quis necessitar de discípulos e discípulas que proclamassem com fé tua Palavra, enviai cada vez mais operários à tua messe para que em todo lugar Teu nome seja conhecido e santificado. Por Cristo, nosso Senhor.
Todos: Amém.

III. LITURGIA EUCARÍSTICA
Oração sobre as oferendas:
Presidente: Ó Deus, que pelo pão e o vinho alimentais a vida dos seres humanos e os renovais pelo sacramento, fazei que jamais falte este sustento ao nosso corpo e à nossa alma. Por Cristo, nosso Senhor.
T.: Amém.

Oração depois da comunhão
Presidente: Ó Deus, esta comunhão na Eucaristia prefigura a união dos fiéis em vosso amor; fazei que realize também a comunhão na vossa Igreja. Por Cristo, nosso Senhor.
T.: Amém.

Agenda do Bispo Diocesano:
Dia 17 de junho – sábado: Missa – São Manoel – Leme – 10h00 – Padre Eduardo da Silva; Crisma – Nossa Senhora de Guadalupe – 18h00 – Padre José Avelino, Americana, SP.

Dia 18 de junho – domingo: Crisma –Santa Teresinha do Menino Jesus – 10h00 – padre Marcos Neves, Araras, SP.

Dia 20 de junho – terça-feira: Reunião do Conselho Episcopal – 09h00min, na Paróquia São Francisco de Assis, Rua Pirassununga, 675, Parque Novo Mundo, em Americana, SP.

Dia 22 de junho – quinta-feira: Missa no Seminário Maior São João Maria Vianney, às 18h00 em Campinas, encerramento do semestre.

Dia 23 de junho – sexta-feira: Missa com os restos mortais do Mons. Alberto Veloni, na Par. Sagrado Coração de Jesus, às 09h30, e colocação em novo local na Igreja matriz, Conchal, SP.

Dia 24 de junho – sábado: Crisma – Nossa Senhora Aparecida, Pe. Antônio Ramildo, às 19h30, na cidade de Cosmópolis, SP.

Dia 25 de junho – domingo: Missa dos 50 anos das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras, às 10h00, Matriz Senhor Bom Jesus dos Aflitos, Pirassununga, SP; e Missa de Encerramento da 3ª. Etapa da Escólica no Centro Diocesano de Limeira (CDL), às 16h00, Limeira, SP.

BÊNÇÃO
— O Senhor esteja convosco!
Ele está no meio de nós.
Ó Deus, que vossa família sempre se alegre pela celebração dos vossos mistérios e colha os frutos de sua redenção. Por Cristo, nosso Senhor.
Amém.
Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho † e Espírito Santo.
Amém.
Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.

Graças a Deus!

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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