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quinta-feira, 29 de junho de 2017

Solenidade de São Pedro e São Paulo - 1º e 2º de julho de 2017

DIOCESE DE LIMEIRA







A Igreja e sua face
petrina e paulina!”






Leituras: Missa do dia - Atos dos Apóstolos 12, 1-11; Salmo 33 (34), 2.3.4.5.6.7.8.9; Segunda Carta de São Paulo a Timóteo 4, 6-8.17-18 e Mateus 16, 13-19.

COR LITÚRGICA: VERMELHO

Animador: Nesta páscoa semanal de Jesus Cristo, vamos lembrar-nos de Pedro e Paulo, as duas colunas da Igreja. Como apóstolos têm a função de anunciar o Evangelho. A mensagem que anunciam é uma pessoa: Jesus Cristo, para isso é preciso conhecê-lo, existencialmente. Hoje, também, rezamos especialmente pelo Papa. Sua missão é zelar para que a Igreja permaneça unida, fiel a Jesus Cristo e a seu projeto, realizando com humildade e coragem uma ação evangelizadora, cada vez mais inculturada, profética e aberta a todos.


1. Situando-nos brevemente
A Solenidade que hoje celebramos com uma Vigília celebrativa assemelha-se a duas outras solenidades com as missas pré-vespertinas, são as solenidades de São João Batista e a Assunção de Maria.

No século IV, já havia o testemunho histórico da festa dos santos apóstolos em uma coletânea conhecida como Deposição dos Mártires. Era nas catacumbas de São Sebastião na via Ápia, em Roma que Pedro era festejado, pois a antiga basílica na colina do Vaticano – não era a atual basílica que conhecemos hoje que e renascentista – estava sendo construída. Paulo era celebrado na via Ostiense, onde ainda hoje o é, e onde se encontra sua sepultura na atual basílica. A partir do século VII, as festas foram separadas e Paulo passou a ser festejado no dia 30 de junho.

Dois perfis totalmente diferentes, duas missões específicas na vida da Igreja. Como se sabe, a Igreja vive sob o sopro do Espírito. Ele age em quem quer, como quer, onde quer e quando quer, assim, a solenidade dos santos apóstolos Pedro e Paulo tem muito a nos ensinar. A escolha de Cristo por estes dois apóstolos é intrigante.

Sob a fragilidade de Pedro, por vezes indócil, violento, teimoso e covarde, Cristo vai alicerçar a sua Igreja. Sob um passado de terror, de perseguições aos cristãos e assassinatos aos mesmos (At 1,13), Cristo reverte a natureza da situação da vida de Paulo, transformando-o de perseguidor em grande servo e apóstolo.

A Igreja no Brasil por motivos pastorais, transfere a solenidade de São Pedro e São Paulo para o domingo seguinte, caso o dia 29 de junho caia em dia de semana. Estes dois personagens históricos são colunas da Igreja e referencias incontestáveis do seguimento de Cristo ressuscitado. São duas faces da adesão e prática da mensagem do Evangelho e, hoje, são venerados como alicerces da Igreja.

2. Recordando a Palavra
A mesa da Palavra nos oferece os perfis de Pedro e Paulo.

Na primeira leitura da Vigília, Pedro age completamente transformado depois do Pentecostes. Na porta do Templo de Jerusalém, em nome de Jesus, cura um mendigo paralítico. Mas se observa que esta cura está centralizada em alguns aspectos que são: a hora litúrgica, o nome da porta do Templo, o olhar dos apóstolos, a cura, o miraculado que entra no Templo, em vez de estar fora dele louvando e agradecendo, o espanto e a admiração do povo após o ocorrido.

Na primeira leitura da Missa do dia, Pedro é salvo da prisão graças à intercessão da comunidade em oração.

Na segunda leitura da Vigília, Paulo informa aos Gálatas que a sua formação não foi da escola [in] formativa dos primeiros apóstolos, mas sim de modo independente para a pregação específica aos gentios (Gl 1, 16-17).

Na segunda leitura da Missa do dia, Paulo, às portas do martírio, encoraja Timóteo através do seu testemunho de coerência e vivência da fé, esperando a recompensa oportuna, como ele, firme no serviço do Evangelho. Professa sua gratidão e testemunho pela sua experiência com o Senhor durante todo o tempo de serviço esperando a recompensa final.

No Evangelho da Missa da Vigília e da Missa do dia toda atenção e voltado para a figura de Pedro. Embora Pedro anteriormente tenha negado Jesus três vezes, agora é o momento de reparação através do amor incondicional por três vezes. O número três na Bíblia tem valor simbólico de perfeição, plenitude. Porém, apascentar as ovelhas exigirá de Pedro não honrarias humanas, mas seu próprio sacrifício de vida para testemunhar a Cristo servindo os irmãos e não a si mesmo.

No Evangelho da Missa do dia, mais uma vez, sobre a fraqueza humana de Pedro, Cristo vai construir sua Igreja. É um legado de valor extraordinário, pois Cristo nos diz ainda hoje que não é a partir das forças do homem, mas pela sua Graça que sua Igreja manter-se-á de pé. É um mistério inaudito!

3. Atualizando a Palavra
Como vimos nos textos bíblicos celebrativos desta solenidade, a origem da Igreja não parte da vontade dos homens como em alguns setores da nossa sociedade querem sublinhar, mas de uma origem divina. Por ser uma instituição de origem divina, a Igreja como Esposa “pura e sem mancha”, isto é, sem interesses pessoais deverá ser a mesma carne com o Esposo.

Diante da negação de Pedro em fazer parte com o Mestre, a perseguição de Paulo aos cristãos, nós hoje devemos ter as mesmas atitudes de Cristo: apascentar as ovelhas, acolhê-las e não maltratá-las, não persegui-las e não expulsá-las da comunidade. Se as ovelhas errarem o caminho, se pecarem, mesmo que sejam pecados de escândalos, não deixarão de ser ovelhas. Ele ordena que sejam apascentadas, alimentadas, cuidadas, protegidas, preservadas e salvas.

Se por acaso a Igreja fosse uma instituição meramente humana, uma ONG, uma associação qualquer, as medidas seriam outras, porém a Igreja de Cristo difere totalmente dos critérios humanas, das instituições da nossa sociedade laical.

As Igrejas em Pedro e Paulo possuem uma característica de serem continuadoras da obra de Cristo que restaura todas as coisas nele, por Ele e para Ele.

4. Ligando a Palavra com ação litúrgica
A Eucaristia memorial celebrativa é que nos convida, à luz da solenidade de São Pedro e São Paulo, a sermos continuadores deste grande projeto de Cristo em meio à história humana, em meio a propostas tão confusas que por vezes ferem a dignidade humana como desonestidade na política, atentados à vida, etc.

A força do que escutamos dos textos sagrados não pode deixar a comunidade celebrativa indiferente ou estagnada. Não se pode reivindicar atitudes frias por parte de uma minoria de interesses espúrios frente à herança que Cristo deixou de modelos de amor, perdão, solidariedade, compaixão e acolhimento.

A ação eucarística, quando bem compenetrada na sua vocação cristã de perdão e de serviço como Cristo ordenou a Pedro e a Paulo, será o diferencial na sociedade hodierna. À luz dos critérios exclusivos de Jesus Cristo e não dos homens ou de rituais caducos, a Igreja deve favorecer a cada dia que os (as) irmãos (ãs) tomem o leme da barca de Pedro, com a coragem desmedida de Paulo e vão além das fronteiras dos seus próprias interesses.

Percebemos que as intenções de Jesus na escolha de Pedro e Paulo, assim como dos outros apóstolos, é para que estejamos em constante formação, atentos às nossas deformações particulares e interesseiras.

Na Igreja de Cristo não há espaço para autossuficientes, que se consideram o suprassumo da observância religiosa, mas sim para aqueles que são humildes e estão perseverantes no progresso de autoconhecimento, desejosos de crescer. À exceção da perdição de Judas Iscariotes em não querer entender o Mestre, a ser um à parte no discipulado, porém, Jesus, sabendo de sua condição de “filho da perdição”, não o rejeitou, foi acolhido e nunca expulso da comunidade. Judas optou por sair, trair o Mestre, pois por desígnios divinos cumpriu o projeto do Pai.

Pedro de Cafarnaum, Maria de Nazaré e Paulo de Tarso - Três fases da igreja, três modos de servir.

Neste Ano Mariano, qual visão conjunta podemos ter dos dois grandes apóstolos e da Rainha dos apóstolos?

Pedro de Cafarnaum, casado, pescador, ignorante, mas confuso na compreensão dos projetos do Senhor Jesus, até o ponto de Jesus chamá-lo de “satanás” (Mt 16,23); parece que Pedro deu muito trabalho para Jesus. Além de um temperamento tempestivo e até violento, por exemplo, no momento da prisão de Jesus no Horto das Oliveira, situação na qual corta a orelha de Malco com a espada e logo é repreendido por Jesus (Mt 26,51; Mc 14,47; Lc 22, 49-51; Jo 18, 10-11). Mesmo tendo convivido com Jesus no anúncio do Reino por cerca de três anos, ainda é descrente da Ressurreição. São necessárias inúmeras aparições de Cristo ressuscitado para que ele chegue a bom termo na sua conversão, mas com a efusão solene do Pentecostes tudo muda de figura.

Paulo de Tarso não era menos diferente de Pedro, Paulo era artesão de tendas além de ser um perseguidor dos cristãos era um assassino destes, aprisionando-os e levando-os à morte. Contudo, Jesus, Deus de misericórdia e Senhor da história, não olha o externo do homem, mas o interno.

Destes dois homens pecadores, inseguros, infiéis antes da conversão esperava-se muito pouco. Mas os projetos de Deus são diferentes e estarrecem os mais sábios. Depois do Pentecostes, Pedro se transforma (At 1,14). Paulo, depois, do batismo por Ananias, recebe a efusão do Espirito, também recebe a cristofania do Ressuscitado nas portas de Damasco e se transforma. Ambos são mergulhados na estrada do serviço pela porta estreita (Mt 7,13-14): o sofrimento, a humilhação, o desprezo, a perseguição até o martírio (Lc 6,22; Mt 5, 11-12). Hoje são as colunas da Igreja, restaurados pela Graça.

Maria de Nazaré como Serva do Senhor diverge em número e grau de Pedro e Paulo na essência do serviço:
  1. Por ser a Mãe do Verbo encarnado e a primeira discípula fiel;
  2. Imaculada, sem pecado;
  3. Virgem, íntegra na fé;
  4. Assunta de corpo e alma aos céus, antecipou aqueles mortos em Cristo que esperam a ressurreição da carne. Maria reveste em si as características humanas e renovadas da Igreja em antecipação pela ação do Espírito. Ela é a pneumatófora por excelência.

Pedro e Paulo levam na trajetória histórica a humanidade da Igreja que ora foi escolhida sem nenhum mérito, ora convertida entra no aprendizado dos bem-aventurados quando perseguidos (Mt 5, 11-12).

É claro que nem Pedro nem Paulo se igualam ao serviço de Maria na cooperação da obra da salvação, mas também eles, com esforços inauditos, chegaram à meta almejada pelo Senhor Jesus Cristo a caminho de uma Igreja “pura, santa e imaculada”.

As faces petrina e paulina da Igreja evocam a todos os que são chamados, mesmo com seus pecados, ao progresso, ao conhecimento perfeito de Jesus Cristo.

A face mariana da Igreja é a esperança que todos nós que somos chamados ao serviço do Reino possuímos a certeza de que, com Cristo, e não pelos nossos méritos próprios, chegaremos à meta que Ele prometeu.

Oração dos fiéis:
Presidente: Incentivados pelo amor que Pedro e Paulo nutriam por Jesus Cristo, elevemos nossas preces ao Pai e peçamos que Ele nos conceda a graça de sermos imitadores de seu Filho.
1. Olhai tua Igreja, Senhor, que enfrenta tantas dificuldades para comunicar o Evangelho no mundo de hoje, e concedei-lhe a graça, a exemplo de Pedro e Paulo, de nunca perder o ardor missionário. Peçamos:
Todos: Ouvi-nos, ó Pai.
2. Olhai nossos governantes, Senhor, para que não sejam empecilhos na pregação do Evangelho de Jesus Cristo. Peçamos:
3. Olhai nosso povo sofrido, Senhor, que coloca toda sua confiança na tua bondade e misericórdia. Peçamos:
4. Olhai para nossa comunidade, Senhor, para que pela intercessão de Pedro e Paulo possamos nos converter e que Cristo seja nossa vida e nossa razão de viver. Peçamos:
(Outras intenções)
Presidente: Ó Deus, nosso Pai, que bem aceitaste a oferta de vida dos santos apóstolos Pedro e Paulo, escuta as nossas súplicas que com carinho depositamos em Tuas mãos. Por Cristo, nosso Senhor.
Todos: Amém.

III. LITURGIA EUCARÍSTICA

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS:
Presidente: Ó Deus, que a oração de vossos Apóstolos acompanhe as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas, e nos alcance celebrarmos este sacrifício com o coração voltado para vós. Por Cristo, nosso Senhor.
Todos: Amém.

ORAÇÃO APÓS A COMUNHÃO:
Presidente: Concedei-nos, ó Deus, por esta Eucaristia, viver de tal modo na vossa Igreja que, perseverando na fração do pão e na doutrina dos Apóstolos, e enraizados no vosso amor, sejamos um só coração e uma só alma. Por Cristo, nosso Senhor.
Todos: Amém.

BÊNÇÃO E DESPEDIDA:
Presidente: O Senhor esteja convosco.
Todos: Ele está no meio de nós.

Presidente: Abençoe-os o Deus todo-poderoso, que lhes deu por fundamento aquela fé proclamada pelo Apóstolo Pedro e sobre a qual se edifica toda a Igreja.
Todos: Amém.

Presidente: Ele, que os instruiu pela incansável pregação de São Paulo, os ensine a conquistar também nossos irmãos e irmãs para o Cristo.
Todos: Amém.

Presidente: Que a autoridade de Pedro e a pregação de Paulo os levem à pátria celeste, onde chegaram um pela cruz e outro pela espada.
Todos: Amém.
Presidente: (dá a bênção e despede a todos).

Óbolo de São Pedro: a coleta para a caridade do Papa
Cidade do Vaticano (RV) – Sensível em relação aos mais necessitados, atento aos conflitos e às grandes tragédias civis que atingem algumas áreas da terra, desejoso de apoiar as vítimas das violências perpetradas em nome da religião ou de contribuir para a construção de escolas e hospitais nas periferias do mundo. Este é o perfil do doador do Óbolo de São Pedro, com uma proveniência que vai da Europa à Oceania.
O olhar dos que fazem doações em favor do Óbolo de São Pedro é voltado, principalmente, às vítimas da indiferença global: os pobres, os sem-teto, quem foge dos conflitos, da carestia e da indigência.
Alguns fiéis, por exemplo, pedem que sejam assistidas as crianças sírias em Aleppo ou os refugiados que fogem da guerra civil na Somália, desencadeada em 1991 e até agora em andamento. Outros enfatizam a necessidade de realizar obras de misericórdia como hospitais ou escolas na Terra Santa.
O doador do Óbolo é um cidadão global e isto significa que a solidariedade não conhece fronteiras. Todos somos convidados a descobrirmos as atividades do Óbolo de São Pedro e a refletir sobre as mensagens do Santo Padre visitando o site e os perfis nas redes sociais. Os fiéis devem tomar como exemplo a viúva do Evangelho (Lucas 21,2-4) que, mesmo sendo pobre, deu as suas duas moedas, ao contrário de alguns ricos, que deram o seu supérfluo. Assim, acrescento, um fiel deve imitar esta viúva no sentir o desejo de querer contribuir à missão do Papa, ou seja, ao seu desejo de ir ao encontro dos mais necessitados. Um verdadeiro cristão não pode viver somente de oração, mas deve empenhar-se em realizar atos de caridade e de generosidade.


Sobre o Óbolo de São Pedro
O Óbolo de São Pedro é a ajuda econômica que os fiéis oferecem diretamente ao Santo Padre, para as múltiplas necessidades da Igreja universal e para as obras de caridade em favor dos mais frágeis. Nasce com o próprio cristianismo a prática de apoiar materialmente aqueles que têm a missão de anunciar o Evangelho e de cuidar dos mais necessitados.
No final do século VIII, os anglo-saxões decidiram enviar de maneira estável uma contribuição anual ao Santo Padre, o “Denarius Sacnti Petri”.
Papa Pio IX abençoou o Óbolo de São Pedro com a Encíclica Saepe venerabilis, de 5 de agosto de 1871. Esta coleta, tradicionalmente tem lugar em todo o mundo católico no dia 29 de junho ou no Domingo mais próximo da Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo.
A partir de 2016, a Santa Sé decidiu tornar o óbolo de São Pedro mais acessível, renovando o site a abrindo perfis nas redes sociais, com o objetivo de estabelecer um diálogo com os fiéis de todo o mundo.


Sobre as Obras de Misericórdia do Óbolo de São Pedro
Nas Filipinas devastadas pelo tufão; em Bangui, ao lado dos médicos do único Hospital Pediátrico da República Centro-Africana; na Ucrânia, para ajudar a população atingida pela guerra civil e ainda em Nyamirambo, na periferia de Kigali, em Ruanda, para garantir a educação às crianças pobres e vulneráveis.
Em todas as partes do mundo, há séculos, o óbolo de São Pedro contribui para a realização de pequenas e grandes obras de misericórdia em favor dos mais necessitados.
Um mapa da caridade que abraça diversos projetos como a realização de uma nova escola primária na Índia ou como o financiamento para sustentar a escola da paróquia da Imaculada Conceição, em Al Huston, estrutura que acolhe refugiados do conflito sírio.
Na Etiópia, na Diocese de Embeder, Harar e Mek, a Santa Sé financiou um projeto de ajudas para a emergência humanitária que atingiu uma vasta área do Chifre da África após uma seca.
Em Bangladesh, pelo contrário, em Dinajpur, a 400 km a nordeste da capital Dacca, em uma região onde nestes últimos anos registraram-se numerosos episódios de violência por parte de fundamentalistas islâmicos em relação ás minorias étnicas e religiosas, a Santa Sé manifestou concretamente a própria proximidade à população, financiando um projeto para a reconstrução das moradias de 55 famílias de diferentes religiões, vítimas de atentados terroristas.
No Jubileu da Misericórdia, o Óbolo de São Pedro quis acrescentar sua contribuição aos financiamentos já recolhidos pela Diocese de Maroto e destinados à construção de uma nova Catedral na região de Karamoja, no nordeste de Uganda.
Participe da Coleta do “Óbolo de São Pedro” nas celebrações da Solenidade de São Pedro e São Paulo. Sua generosidade ajudará o Santo Padre o Papa Francisco a salvar vidas.


Dom Vilson Dias de Oliveira, DC
Bispo Diocesano de Limeira, SP





"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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