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sexta-feira, 21 de julho de 2017

As 11 dioceses paulistas que recebem jovens de todo o Brasil na Semana Missionária

As 11 dioceses paulistas que recebem jovens de todo o Brasil na Semana Missionária
O critério para a escolha das dioceses que receberiam os jovens na reta final do projeto Rota 300 da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB foi o fato de que todas são banhadas pelo Rio Paraíba do Sul no qual foi encontrada, em 1717, a imagem da Imaculada Conceição que se tornou “Aparecida”. Ao todo, são onze Igrejas Particulares, 9 dioceses e 2 arquidioceses, de três estados brasileiros que participarão da Semana Missionária. além de Aparecida, onde se realizará o encontro final dos missionários, no dia 29 de julho, também receberão a juventude do Brasil: Lorena, Mogi das Cruzes, São José dos Campos e Taubaté, no estado de São Paulo; Campos, Nova Friburgo, Barra do Piraí-Volta Redonda e Valença, no Rio de Janeiro e Caratinga e Juiz de Fora, em Minas Gerais.

Diocese de Lorena está  vivendo um tempo de festa: celebra 80 anos de evangelização. Pio XI a instituiu , em 1937, desmembrando-a da Diocese de Taubaté. O jovem bispo de Lorena, o gaúcho dom João Inácio Muller, nomeado pelo Papa Francisco em 2013, é o nono bispo da Diocese que tem entre seus antecessores os paulistas dom Benedito Beni dos Santos e dom Cândido Padim. Dom Beni, de 2007 a 2011 foi membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé da CNBB e dom Padim participou do Concílio Vaticano II e na CNBB trabalhou nas áreas da Educação e da Comunicação Social.
Mogi das Cruzes é uma cidade antiga, quatrocentona como a capital de São Paulo. É sede da Diocese que, além de Mogi, é composta por mais nove municípios. Dom Paulo Rolim Loureiro foi seu primeiro bispo. Depois dele vieram: dom Emilio Pignoli, hoje bispo emérito de Campo Limpo (SP); o bispo emérito, dom Paulo Antonino Mascarenhas Roxo; dom Airton José dos Santos, atual arcebispo de Campinas (SP) e, claro, dom Pedro  Luiz Stringhini. Entre o final do mês de maio e o começo de junho, a sede da Diocese de Mogi celebrou, a tradicional Festa do Divino Espírito Sato. Em artigo, publicado este mês no site da Diocese, dom Pedro recordou: “Cada edição da festa significa benção de Deus para o município e a diocese de Mogi das Cruzes. O pedido incessante para que o Espírito Santo derrame seus sete dons renova o compromisso pessoal e comunitário de cada cristão: anunciar o Evangelho de Jesus Cristo em todos os tempos e lugares para todos indistintamente“.
Instalada em 1º de maio de 1981 a Diocese de São José dos Campos é composta, além da sede, pelas cidades de Jacareí, Monteiro Lobato, Igaratá, Paraibuna e Santa Branca. O primeiro bispo foi Dom Eusébio Oscar Scheid, scj, hoje cardeal-arcebispo emérito do Rio de Janeiro. O atual bispo, dom José Valmor César Teixeira é o quarto bispo da jovem diocese e é também o presidente, na CNBB, da Comissão Comunhão e Partilha. No último artigo publicado no espaço “Palavra do Pastor” do site diocesano, dom José Valmor se refere ao Ano do Laicato e destaca: “Em nossa Diocese de São José dos Campos são milhares e milhares os leigos e leigas que participam da vida de nossa Igreja Particular e são milhares os que assumem diversos serviços na Igreja: ministérios, pastorais, serviços, novas comunidades, movimentos, associações, grupos os mais diversos, etc. São muitos os que assumem serviços, com sua fé católica, na Sociedade: nas diversas profissões, serviços sociais, partidos políticos, administração pública, conselhos públicos, tarefas e responsabilidades de indivíduos e grupos a favor dos outros, etc. É pois uma graça e motivo de darmos graças a Deus a presença de tantos batizados, cônscios de sua Fé, que assumem a palavra de Jesus de serem: ‘sal da terra e luz do mundo’ (Mt 5,13-14)”.
O bispo de Taubaté, dom Wilson Luís Angotti Filho, no período de 2007 a 2011 foi assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé, da CNBB, além de integrar o Instituto Nacional de Pastoral e o Conselho Editorial das Edições CNBB. Como bispo, até 2015, foi membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé, da CNBB. A Diocese de Taubaté é mais que centenária, criada em 1908, abrange as paróquias das seguintes cidades: Taubaté, Pindamonhangaba, Caçapava, São Bento do Sapucaí, Santo Antônio do Pinhal, Campos do Jordão, São Luiz do Paraitinga, Natividade da Serra, Jambeiro, Redenção da Serra e Tremembé.
Diocese de Campos foi criada em por Pio XI em 1922 e seu atual bispo é dom Roberto Francisco Ferrería Paz. Está situada em meio as regiões norte e noroeste do estado do Rio de Janeiro. O Rio Paraíba do Sul é espinha dorsal da cidade sede da Diocese. O rio corta a cidade de forma sinuosa. Possui um extenso cais em sua margem direita, no centro da cidade, o Cais da Lapa, com boa infraestrutura. Os municípios que compõem a Diocese: Aperibé, Bom Jesus do Itabapoana, Cambuci, Campos dos Goytacazes, Cardoso Moreira, Italva, Itaperuna, Laje do Muriaé, Miracema, Natividade, Santo Antônio de Pádua, São Fidélis, São Francisco do Itabapoana, São José de Ubá, Porciúncula, São João da Barra e Varre e Sai.
O quarto bispo da Diocese de Nova Friburgo é dom Edney Gouvêa Mattoso. O primeiro bispo foi o beneditino, falecido em 2011, dom Clemente José Carlos de Gouvea Isnard. A atuação de dom Isanard na CNBB foi marcante: em 1964 foi eleito Presidente da Comissão Litúrgica onde permaneceu por 23 anos. À frente deste encargo, ele foi responsável direto pela reforma litúrgica no Brasil. Foi vice-presidente da CNBB entre 1979 a 1983, sob a presidência de Dom Ivo Lorscheiter e tendo Dom Luciano Mendes de Almeida como secretário geral. Foi presidente do Departamento de Liturgia do Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM) de 1979 a 1982 e segundo vice-presidente do CELAM de 1983 a 1987.
Diocese de Barra do Piraí-Volta Redonda tem como bispo o presidente reeleito da Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso da CNBB, dom Francisco Biasin. Criada pelo Papa Pio XI em 4 de dezembro de 1922. De seu vasto território destacado da Diocese de Niterói, foram desmembradas a Diocese de Valença, em 1925, a Diocese de Nova Iguaçu, em 1960, e a Diocese de Itaguaí, em 1980. Contando com 32 paróquias, a diocese tem como padroeira Sant’Ana, mãe da mãe de Deus.
Criada em 1925, a Diocese de Valença já teve seis bispos antes da chegada, em 2014, de dom Nelson Francelino Ferreira. Os responsáveis pela Comunicação estão produzindo um novo site para trazer informações gerais sobre a Diocese. Por enquanto, pode-se saber bastante por meio do site da Cúria. Sabe-se por meio desse espaço que o bispo emérito, dom Elias James Manning, tem 79 anos e nasceu na cidade de Troy, estado de Nova York, nos Estados Unidos. Lá também são apresentadas 25 paróquias da Diocese e uma delas, dedicada a Nossa Senhora da Conceição, criada em 1828, conta hoje com 28 comunidades além da Matriz e o seu pároco se chama Pe. José Antônio da Silva.
Caratinga é sede de uma diocese criada pelo Papa Bento XV, em dezembro de 1915 e está situada, do ponto de vista geográfico e eclesial, do seguinte modo: faz divisas com os estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. Limita-se ao Norte com a Diocese de Governador Valadares (MG); ao Sul, com Leopoldina (MG) e Campos (RJ); a Leste com Cachoeiro de Itapemirim (ES) e Arquidiocese de Vitória (ES); e, a oeste, com Itabira-Fabriciano (MG) e Arquidiocese de Mariana (MG). Dom Emanuel Messias de Oliveira, o sexto bispo diocesano, assumiu a Caratinga em 20 de maio de 2011. No site da Diocese está presente uma expressão interessante: “Filhos bispos”, isto é, os bispos que nasceram na Diocese: Dom Odilon Oliveira, de Presidente Bernardes, bispo emérito da Diocese de Itabira-Fabriciano;  dom Paulo Mendes Peixoto, de Imbé de Minas, atual arcebispo de Uberaba e dom José Moreira Bastos Neto, nascido em Simonésia, bispo de Três Lagoas (MS), falecido em 2014.
As duas arquidioceses envolvidas na Semana Missionária dos jovens é a de Juiz de Forae de Aparecida. A arquidiocese de Juiz de Fora é governada pastoralmente, desde 2009, por dom Gil Antônio Moreira e a de Aparecida, desde novembro de 2016, por dom Orlando Brandes.
Santa Sé criou a Diocese de Juiz de Fora em 1° de fevereiro de 1924 e a de Aparecida foi erigida canonicamente em 19 de abril de 1958. Juiz de Fora é uma diocese grande, o território abrange 86 paróquias distribuídas em 37 municípios. A Arquidiocese de Aparecida tem 19 paróquias. Uma curiosidade: dom Geraldo Maria de Morais Penido, terceiro arcebispo de Aparecida, foi governou a arquidiocese de Juiz de Fora de 1958 a 1977.

http://cnbb.net.br/as-11-dioceses-paulistas-que-recebem-jovens-de-todo-o-brasil-na-semana-missionaria/


"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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