"Seja Bem vindo" - "Este é um espaço a serviço do Reino de Deus. Queremos fazer deste espaço um ponto de encontro com a Fé.” Encontros Catequéticos domingo, as 08h30. “Vida sim, aborto não!” "Este site usa cookies para ajudar a fornecer serviços. Ao usar o site, você concorda com o uso de cookies."

sábado, 26 de maio de 2018

Pela força do Espírito Santo

Celebramos, neste mês de maio, a Solenidade do Divino Espírito Santo, na grande festa de Pentecostes. “No dia de Pentecostes (no fim das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo se realiza na efusão do Espírito Santo, que é manifestado, dado e comunicado como Pessoa Divina: da sua plenitude, o Cristo, Senhor, derrama em profusão o Espírito” (CIC 731).

O Espírito Santo, que é Deus, está presente em todos os momentos da História da Salvação. Desde o início do mundo acompanha a ação da Trindade em todo o Mistério salvífico. “Deus é amor (1Jo 4,8.16), e o Amor é o primeiro dom, Ele contém todos os demais. Este amor, Deus o derramou nos nossos corações pelo Espírito que nos foi dado (Rm 5,5).
Lemos nos Evangelhos a presença do Espírito Santo na vida de Jesus: sua mãe, Maria Santíssima dá à luz pela força do Espírito Santo, Jesus ao ser batizado no rio Jordão tem sobre si, em forma de pomba, o Divino Espírito Santo, ao rezar na Sinagoga de Nazaré, Jesus lê um trecho do profeta Isaías que diz “o Espírito de Deus está sobre mim e me mandou realizar as obras de Deus” e ainda mais, Jesus diz: “hoje se cumpriu este anúncio da Escritura”. Depois da ressurreição, Jesus aparecendo aos apóstolos, depois de saudá-los desejando a paz e mostrando-lhes as marcas do seu sofrimento, “sopra sobre eles e diz: recebei o Espírito Santo…” E estando os Apóstolos reunidos com Maria, mãe de Jesus, desceu sobre eles o Espírito Santo, no dia de Pentecostes, que os fez testemunhas corajosas do Ressuscitado. “A missão de Cristo e do Espírito Santo realiza-se na Igreja, corpo de Cristo e Templo do Espírito Santo” (CIC 737).
Deixemos, pois o Espírito Santo agir em nós e busquemos, todos os dias, tornarmo-nos testemunhas do bem, da verdade, da justiça e da paz. Deixemos que os dons do Espírito Santo hajam em nós e em nossas comunidades de Fé, para proclamarmos como São João em sua primeira carta: “Somos de Deus” (1Jo 4,6). Quem é de Deus realiza as obras de Deus pela força do Espírito Santo. Quem é do mundo, realiza as obras do mundo, na força do espírito do mundo.
Neste mês de maio celebramos a festa de São José, patrono de nossa Diocese. Ele o pai responsável por Jesus, obediente à Palavra de Deus, por isso, santo, abençoe e interceda a Deus pela nossa Diocese, Igreja viva, que no caminho da história e na realidade concreta onde está inserida quer ser anunciadora do único Salvador e Senhor: Jesus Cristo Nosso Senhor.
E são tantas as realizações bonitas que vemos em nossa Diocese: o testemunho de tantos batizados e batizadas que vivem com alegria a Fé, a Esperança e a Caridade. Leigos e Leigas que compartilham a alegria do Evangelho anunciado e vivido em suas vidas, famílias, comunidades e sociedade.
Alegramo-nos pelas vocações que vão sendo cultivadas em nossas casas e comunidades: laicais, consagradas e ministeriais. É a presença do Espírito de Deus e a obediência à sua ação que vai nos impulsionando a realizar as “obras de Deus”. Celebremos em todas as comunidades, grupos, serviços, pastorais os 37 anos de nossa Diocese.
O Papa Francisco promulgou um decreto, no dia 03 de março deste ano, sobre a Memória de Maria Mãe da Igreja. O Papa Francisco determinou a inscrição da Memória da “Bem-aventurada Virgem, Mãe da Igreja” no Calendário Romano Geral. Esta memória será celebrada todos os anos na Segunda-feira depois de Pentecostes.
O motivo da celebração está brevemente descrito no Decreto “Ecclesia Mater”: favorecer o crescimento do sentido materno da Igreja nos Pastores, nos religiosos e nos Fiéis, como, também, da genuína piedade mariana. “Esta celebração ajudará a lembrar que a vida cristã, para crescer, deve ser ancorada no mistério da Cruz, na oblação de Cristo no convite eucarístico e na Virgem oferente, Mãe do Redentor e dos redimidos”, lê-se no Decreto.
Assim, em toda a nossa Diocese, teremos a alegria de celebrar esta memória, pela primeira vez, neste ano de 2018. Que possamos ir colocando em prática, em todas nossas paróquias e instituições, o nosso Plano de Ação Pastoral e que ele nos ajude a programar, planejar, projetar todas as nossas ações, impulsionados pelo Espírito Santo, que é Deus, e sob as bênçãos de Maria, Mãe da Igreja, viver com alegria nossa pertença a Cristo.
Que Deus abençoe a todos e a todas!
Dom José Valmor Cesar Teixeira, SDBBispo Diocesan

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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