"Seja Bem vindo" - "Este é um espaço a serviço do Reino de Deus. Queremos fazer deste espaço um ponto de encontro com a Fé.” Encontros Catequéticos domingo, as 08h30. “Vida sim, aborto não!” "Este site usa cookies para ajudar a fornecer serviços. Ao usar o site, você concorda com o uso de cookies."

domingo, 22 de agosto de 2010

SACRAMENTO DA RECONCILIAÇÃO

 Este sacramento é também chamado de Sacramento da Penitência, da Conciliação, da Conversão e da Confissão.
Mas antes de falarmos de perdão ou Reconciliação precisamos lembrar o que é pecado:

·        É realizar um ato que não agrada a Deus;
·        É agir contra a vontade de Deus;
·        É agirmos como Adão e Eva, ou seja, contra a vontade de Deus;
·        É querer organizar a vida sem Deus, como fizeram Adão e Eva;
·        É dizer não a Deus e fazer o que quiser de livre e espontânea vontade;
·        É desobedecer aos mandamentos de Deus.
Vejamos agora os tipos de pecado:
·        Pecado original; aquele cometido por Adão e Eva e que passou para nós pela geração. Este pecado se apaga com o Batismo;
·        Pecado mortal ou pecado Grave: é fazer um ato que contraria a vontade de Deus. Isto mata em nós a amizade de Deus. Este pecado apaga-se somente com a confissão. Quem comete pecado mortal não pode tomar a comunhão, somente após confessar-se;
·        Pecado venial ou pecado leve: é uma pequena ofensa a Deus. Este se paga com o ato de contrição. Não impede de receber confissão. Exemplo: contar mentira, ter discussão, etc.
Para que haja um pecado mortal é preciso que ocorra o pleno conhecimento de que o ato contraria a vontade de Deus.
O autor do ato deve ter firme propósito de realizar aquele ato, mesmo sabendo que contraria gravemente a vontade de Deus e o ato envolve matéria grave.
Exemplo: o 5º mandamento diz não matarás. A pessoa que conscientemente tira a vida de um ser humano se coloca frontalmente contra a lei de Deus.
O perdão existe por que Deus é amor. No Antigo Testamento Deus deixa claro que a todos perdoará as faltas sem guardar lembranças. (Jr 31, 34 “Procura conhecer o SENHOR ! Do menor ao maior, todos me conhecerão – oráculo do SENHOR. Já terei perdoado suas culpas, de seu pecado nunca mais me lembrarei.”
A oração que Jesus nos ensinou, nos mostra que devemos pedir perdão ao Pai “Pai nosso... perdoai nossos pecados”.
Temos ainda os ensinamentos de Jesus em parábolas, como por exemplo, Lc 15,11-24, filho pródigo.
Jesus entrega aos seus apóstolos o poder de perdoar.
Encontramos em– a forma que devemos ser perdoados. “20 Dito isso, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos, então, se alegraram por verem o Senhor. 21 Jesus disse, de novo: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou também eu vos envio”. 22 Então, soprou sobre eles e falou: “Recebei o Espírito Santo. 23 A quem perdoardes os pecados, serão perdoados; a quem os retiverdes, lhes serão retidos”. (Jo. 20, 21-23)
Este poder Divino de perdoar os pecados os apóstolos o transmitiram a outros, e assim acontece sucessivamente até hoje. Na Igreja Católica encontramos este poder divino de perdoar os pecados.
Após estas ponderações podemos dizer que o Sacramento da Penitência (confissão), que também é conhecido como Sacramento da Conversão, é assim chamado, porque realiza sacramentalmente o convite de Jesus para que voltemos ao Pai.
Penitência por consagrar um esforço pessoal e eclesial de se arrepender.
Confissão porque ocorre a declaração dos pecados diante do Clérigo (Sacerdote) de Deus, que concede o Pedrão e a paz conforme determinado por Jesus (Jo. 20, 21-23).
Reconciliação porque permite ao pecador receber novamente o amor daquele que reconcilia, ou seja, dá o amor de Deus.
Aquele que busca viver do amor Misericordioso de Deus está pronto para responder ao seu apelo; “24 deixa a tua oferenda diante do altar e vai primeiro reconciliar-te com teu irmão. Só então, vai apresentar a tua oferenda”. (MT 5,24)
É através deste Sacramento que Deus reconhece nossas faltas, limitações, etc.
Para receber o perdão de Deus é preciso:
1.      Arrependimento sincero por ter ofendido a Deus;
2.      Propósito de nunca mais pecar, ou de evitar o pecado.
Como já vimos o perdão será dado pelo Sacerdote após a Confissão, em nome de Cristo. É o próprio Cristo que perdoa, na pessoa do sacerdote.
Aquele que diz “eu me confesso diretamente a Deus, não ao padre”, comete um grande erro. Pois quem estabelece o modo de se dar o perdão é Deus. Por isso Jesus estabeleceu o sacramento do Perdão.
Quem se confessa diretamente a Deus, nunca terá certeza de receber o perdão. Esta certeza teremos quando o sacerdote diz: “Eu te absolvo de teus pecados: em nome do Pai, do filho, do Espírito Santo”.
È fácil dizer eu me confesso a Deus, a pessoa confessou a Deus seu pecado, mas não restituiu nada, será que Deus perdoou seu pecado?
Jesus disse: “... 28 Em verdade, vos digo: tudo será perdoado às pessoas, tanto os pecados como as blasfêmias que tiverem proferido. 29 Aquele, porém, que blasfemar contra o Espírito Santo nunca será perdoado; será réu de um ‘pecado eterno’”. 30 Isso, porque diziam: “Ele tem um espírito impuro”.
O pecado contra o Espírito Santo consiste na recusa ao perdão de Deus. A partir do momento em que não há arrependimento não pode haver perdão. Quem recusa o perdão de Deus não está arrependido, por isso não tem condição de receber o perdão.
O católico, para obedecer aos mandamentos da Igreja, deve se confessar uma vez ao ano, na ocasião da Páscoa. Porém é bom se confessar sempre que cometer um pecado grave.
Para uma boa confissão é preciso:
·        Exame de consciência: examinar-se para encontrar os pecados;
·        Arrependimento dos pecados, feito interiormente;
·        Propósito de evitar o pecado daí para frente;
·        Confissão dos pecados ao sacerdote;
·        Penitência (cumprir o que o padre manda fazer ou rezar)
È bom saber que nosso Deus nos acolhe com um grande abraço, um abraço infinito, misericordioso e cheio de amor ao perdoar nossos pecados.   

Fontes:
Catecismo da Igreja Católica;
Bíblia CNBB;
manual da Fé - 14ª Edição - Crisma e Primeira Eucaristia para Adultos - Frei Battistini.



"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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